ESTES 760 METROS…

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Você saberia, de bater o olho, dizer de que pista é este pedaço perdido? Quem foi esperto e viu o Luffield lá em cima deve ter respondido certo. É de Silverstone. Mais exatamente os 760 metros da variante de traçado que se convencionou chamar de Arena, e que será usada pela F-1 a partir de sexta-feira. Dizem os especialistas que, na Moto GP, o trecho cumpriu a expectativa e ajudou a aumentar os pegas. Mas não deixa de ser um duro golpe ver novamente desnaturado um circuito que surgiu quase por acaso. O Real Automóvel Clube (RAC) buscava um local para retomar as corridas no pós-guerra e a Real Força Aérea (RAF) dispunha de uma base ociosa em Northamptonshire. Nascia, em 1950, um dos mais tradicionais circuitos do mundo. Simples, já que aproveitava a estrutura existente. Veloz, muito veloz. Em 1991, diante do medo que se tornasse perigoso, e para atender aos novos tempos, ganhou um complexo de curvas mistas depois da curva Abbey. A do número 11. Agora, a aposta é num carrossel que mais parece saído da cabeça de Hermann Tilke. Cheio de curvas sinuosas, freadas fortes e com uma longa reta. Será a fórmula (com o perdão do trocadilho) para tornar os GPs da Inglaterra, sempre emocionantes, em corridas ainda mais eletrizantes? Tenho cá minhas dúvidas…

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