Enxame no autódromo

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O blog mostrou, há pouco tempo, o exemplo do circuito norte-americano de Pocono, tradicional trioval na Pensilvânia que resolveu aproveitar o espaço disponível para criar uma usina de energia solar, com centenas de placas capazes de gerar eletricidade para suprir as necessidades de uma pequena cidade. Mas o exemplo de outra pista da terra do Tio Sam, mais nova, mas já clássica por receber os mundiais de F-1, Endurance e Moto GP, é com certeza mais curioso.

O que você faria ao entrar num circuito se soubesse que, em seu interior, há nada menos do que 5 milhões de abelhas? Não seria, como não é, o caso de sair correndo ou buscar abrigo para fugir de ferroadas que doem e incomodam uma barbaridade. O que os administradores do Circuit of the Americas (COTA), em Austin, fizeram, foi usar o imenso espaço nas áreas adjacentes ao traçado para criar um gigantesco apiário, onde os animaizinhos têm toda a tranquilidade para produzir mel, de qualidade. São 50 áreas devidamente isoladas e tratadas, e não há registros de enxames ou fugas que tenham colocado público, pilotos e demais profissionais em perigo.

A ideia, segundo os responsáveis, foi recolher abelhas que andavam soltas em propriedades vizinhas e, aí sim, davam trabalho e provocam algum risco. Agora, estão todas devidamente acondicionadas nas caixas de madeira em que estão os favos, de onde sai a preciosa substância dourada fresquinha, ofertada a alguns sortudos fãs da velocidade como souvenir. Pra quem achava que o zumbido dos motores era o único por aquelas bandas do Texas…

            Circuit of the Americas/divulgação

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