Endurance vai bem… na África do Sul

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Enquanto a endurance brasileira respira por aparelhos – não fossem gaúchos, que vão organizar uma Copa Brasil como parte de seu estadual; e paranaenses, que marcam presença, o esporte estaria totalmente adormecido, apesar das dezenas de protótipos, GTs e outras máquinas guardadas nas oficinas – o fim de semana marca a segunda edição de uma prova apresentada pelo blog: as 6h da África, no circuito sul-africano de Phakisa Raceway.

A pista é uma das mais novas do continente africano, construída para receber o Mundial de Motociclismo que foi e não mais voltou por questões logísticas. Mas as instalações estão lá, bem conservadas, e o traçado é desafiador. E a iniciativa de juntar todo o tipo de máquina própria para corridas de longa duração deu certo, tanto assim que, mesmo com outra corrida na mesma data na edição inaugural, teve espetáculo de primeira. Desta vez, a prova será palco da estreia mundial do novo protótipo Pilbeam MP100 LMP2; conta ainda com um Viper GT3, alguns Porsche 911 GT3, os Shelby Can-Am (também já mostrados aqui, como os da foto do post), um Panoz Esperante GT, máquinas artesanais como o Backdraft 4000 (uma espécie de Cobra adaptado para competição); BMW e outras de turismo mais modestas, como Toyota Corolla, Golf. São 41 carros e, entre os pilotos, nomes e sobrenomes conhecidos, como Jaki Scheckter, filho mais velho de Jody; ou Eddie Keizan, com seus 69 anos, que disputou três GPs do Mundial de F-1 (em Kyalami, lógico), além da série sul-africana que reunia modelos do circo, como Williams, March, Lola e Tyrrell recauchutadas. Muito interessante a prova. E, se eles podem, por que nós não?

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