ECOS DO GP DA ESPANHA II

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  Estranha esta campanha contra os três times novatos, querendo passar a imagem de que o lugar de Lotus, Virgin e Hispania é fora da F-1. Tive a chance de mostrar, numa matéria no portal Superesportes que, há 11 anos, quando a categoria chegou a Barcelona e havia 33 carros no grid, a distância entre os extremos era ainda maior. Os times estreantes foram obrigados a usar motores Cosworth (tá certo, não são tão ruins assim, a julgar pelos resultados da Williams), mas se programaram para gastar pouco mais de 10% do orçamento dos times de ponta. E ninguém aprende da noite para o dia. A surpreendente Brawn foi antes Honda, que foi antes BAR, que foi antes Tyrrell, e por aí vai. O campeonato já teve “cadeiras elétricas” muito piores do que as da turma do fim da fila (alguém se lembra de Coloni, Andrea Moda, Life, AGS?). E andava todo mundo junto em Mônaco, sem essa de dividir em dois grupos para a qualificação. Desviar dos carros mais lentos faz parte do cardápio e, até onde eu me lembre, raramente se via um Senna, um Mansell ou um Prost disparar sua ira verbal contra um retardatário…

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