E se, parte II…

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Depois de especular um possível acordo da Honda com a Marussia para pavimentar o caminho de volta da marca japonesa ao circo da F-1 – a equipe é parceira da McLaren e tudo indica que a parceria de sucesso dos tempos de Senna e Prost será refeita a partir de 2015 – o blog prossegue o raciocínio e vai mais longe. Consideremos que a Force India deve herdar os motores Ferrari que a Toro Rosso está próxima de dispensar, vai sobrar um suprimento dos novos V6 Mercedes 1.600 turbo (aliás, os alemães foram os primeiros a revelar seu propulsor).

Juntando alhos com bugalhos e considerando que o principal dirigente do motorsport da Mercedes é hoje Toto Wolff, acionista da Williams, não será de se estranhar uma inédita parceria Williams/Mercedes a partir do ano que vem. Os alemães querem ter um time competitivo para pressionar as Flechas de Prata e justificar o pesado investimento em desenvolvimento, e podem fazer um preço político para Sir Frank, que nem de longe tem a capacidade de gastar dinheiro dos anos dourados. Mais um delírio? Esperemos o desenrolar dos acontecimentos para saber se este que vos escreve está bom de chute ou não…

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