DEU A LÓGICA

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Sobre a questão de quem substituirá Kubica enquanto for necessário, Bruno Senna é o primeiro na hierarquia, mas tanto ele quanto Romain Grosjean (e no caso do brasileiro por ter andado ano passado em “algo parecido com um carro de F-1”) não possuem o estofo necessário para liderar um time que tem ambição de vitórias este ano – é sempre bom lembrar que Kubica foi o mais rápido nos testes em Valência. Se há quem poderia ser lembrado, um é o italiano Vitantonio Liuzzi, outro Nico Hulkenberg, reserva na Force India, já que medalhões disponíveis são coisa rara. Sempre há exemplos como Giancarlo Fisichella ou Sebastian Bourdais, que fariam um trabalho mais que decente. Mas, se fosse para apostar, cairia na obviedade de investir meus parcos trocados no “terceiro piloto oficial da F-1”. Ele mesmo, Nick Heidfeld, capaz de um papel no mínimo decente… Os próximos dias ajudarão a desfazer o enigma…

Pois é, esse é um trecho do post publicado no dia seguinte ao acidente de Robert Kubica na Rally Ronde de Andora, quando ainda não se falava em substitutos além dos que a Lotus Renault já tinha: Bruno Senna e Romain Grosjean. Nove dias depois, vem a confirmação oficial. Não, não é o caso de contar vantagem, ou de falar: “tá vendo como eu avisei?”, nem adianta me pedir palpite para o próximo concurso da Mega-Sena, que eu não tenho vocação para adivinho. Mas era algo de se esperar. Depois do que o polonês fez ano passado, a Renault, agora Lotus, faria valer de qualquer jeito a máxima pela qual “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”. Bruno Senna terá sua chance e, muito provavelmente, em condições de pressão bem menor. Heidfeld não vai vencer corridas, mas garante o básico – pontos na conta do time anglo-francês.

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