Autódromo do Mineirão, bons tempos

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Esta vai em especial para os leitores do Estado de Minas, que poderão saber do que se trata antes: na edição de amanhã, na sessão “Nossa História”, tive o privilégio de contar, ainda que não tenha vivido, o que foram os três anos de corridas no Circuito Marcelo Campos, traçado em torno do Mineirão, hoje reinaugurado como uma moderna arena multiuso. E tudo sob o ponto de vista do piloto que mais venceu nos 2.570m de asfalto e milhares de pessoas a poucos metros da pista, Toninho da Matta, um dos maiores craques na arte de pilotar que eu tive o prazer de conhecer. Não vou estragar a surpresa, mesmo porque a matéria será devidamente postada e comentada (com direito ao que não coube na página) para os leitores de outros estados – o que não é desculpa para não comprar o jornal, que fique bem claro… Mas é de arrepiar pensar em provas com a presença, além do já citado pai de Cristiano, de quatro pilotos que passariam pela F-1 anos depois: uns “tais” de Emerson e Wilsinho Fittipaldi, Alex Dias Ribeiro e Luiz Pereira Bueno. Com detalhe: se tinha quatro rodas e motor, podia correr, e de Gordini a Lola T210 valia tudo… Como vale ler…

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