Infertilidade, vamos diagnosticar o mais rápido?

Publicado em fertilização, gravidez

Quando a mulher tem até 35 anos, deve-se esperar um ano antes de procurar ajuda. Após esse período sem sucesso deve-se procurar um especialista para investigar possíveis alterações e respostas para o melhor tratamento. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, essa procura deve ser feita com 6 meses de tentativas sem sucesso.

Mas, o ideal mesmo, é que todas as mulheres tenham o hábito de fazer os exames de rotina anualmente. Seja o exame mais básico realizado nos consultórios ginecológicos, até um ultrassom mais avançado para verificar a saúde dos órgãos reprodutores femininos. As vezes com exames rotineiros já é possível ter algum diagnóstico sobre a saúde desses órgãos.

Vale ressaltar, que independentemente da idade, caso se tenha passado o prazo de diagnóstico de infertilidade, o ideal é que seja feito em conjunto pelo casal. Na mulher, são avaliados os níveis hormonais, ultrassonografia, histerosalpingografia. No homem o mais importante é a realização de um espermograma para avaliar a qualidade do sêmen. Outro fator importante a se considerar é a idade da mulher e o tempo de infertilidade.

A partir do diagnóstico de infertilidade, inicia-se, quando indicado, o tratamento adequado, podendo ser realizado por meio de medicação, técnicas de reprodução assistida ou excepcionalmente cirurgias. Os medicamentos são hormônios fisiológicos que visam estimular a ovulação. O risco de gravidez múltipla ocorrer é de 5% nos casos de sucesso sendo que 99% das vezes são gemelares. A cirurgia tem como objetivo desobstruir as tubas, retirar miomas e refazer a anatomia original da pelve. Já as técnicas de reprodução assistida são indicadas para fator masculino grave, fator tubário, endometriose, idade avançada ou quando existe falha em tratamentos anteriores.

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