Superioridade, VAR e hardcore

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Os jogos do fim de semana me levaram a devanear sobre algumas questões. Por motivos profissionais, fui ao Mineirão tanto para Cruzeiro 3 x 0 América quanto para Atlético 5 x 0 Boa. E concluo, não só pelos placares, que os times de maior investimento estão anos luz à frente. Claro que o futebol é interessante por permitir zebras, mas elas serão cada vez mais raras.

O próprio técnico celeste, Mano Menezes (foto, Crédito: Alexandre Guzanshe/EM/D.A. Press), depois do jogo abordou o tema. “Fizemos bom jogo, diante de uma adversário de qualidade, que também fez um bom jogo. É que, na hora do vamos ver, temos jogadores mais decisivos, que aproveitam as oportunidades que surgem”, disse ele, deixando clara a superioridade técnica da Raposa sobre o Coelho ou qualquer time do interior.

 

 

O caso do Galo é o mesmo. Por mais que tenha lutado, o time de Varginha em momento algum foi ameaça aos alvinegros. E estamos falando do melhor time fora de BH, que ficou com o título simbólico de “campeão do interior”.

Ao menos para contrabalançar tivemos o uso do árbitro de vídeo (VAR, na sigla em inglês). Isso certamente vai proteger as equipes menos poderosas, que eram normalmente prejudicadas pela arbitragem, principalmente quando jogam na casa do adversário.

Claro que muita coisa precisa ser aprimorada, mas o recurso eletrônico chegou para ficar. Fiz matéria sobre isso para o jornal Estado de Minas e para o portal Superesportes que você pode conferir aqui.

Falar em mais justiça, me lembro do punk rock, que sempre defendeu isso. E quem gosta da vertente mais rápida, o hardcore, não pode perder os shows do Rattus, lendária banda finlandesa que tem 4o anos de estrada e volta ao Brasil, onde estiveram em 2007 e 2013. A turnê começa dia 25 de abril, com show em Belo Horizonte (no Matriz) no dia dia 27.

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