Bela e querida metrópole

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Como está difícil falar – e escrever – sobre futebol desde a queda do avião que transportava a delegação da Chapecoense, vamos sacudir a poeira homenageando Belo Horizonte, que completa 119 anos nesta segunda-feira, 12/12/2016. Não nasci na capital mineira, mas ela me fascina desde a mais tenra idade, quando vinha passar férias por aqui. E desde então sou apaixonado por ela.
A cidade é bela e tem atrativos muito além do normalmente divulgado para turistas, como a Praça da Liberdade, a Pampulha, a Savassi e/ou o Mercado Central. Há alguns locais menos badalados, mas também muito aprazíveis. Cada bairro tem sua história e ela é feita pelas pessoas que lá habitam.
Vou listar alguns lugares que gosto em Beagá, para onde me mudei há exatos 40 anos. Peço que vocês façam o mesmo nos comentários.
* Bairro Anchieta – É tranquilo e muito perto do Centro e da Savassi. Gosto da mistura de comércio e residência, das casas que ainda resistem à especulação imobiliária, de bares que estão com portas abertas há anos, de ter classe média baixa e famílias abastadas;
* Imediações das Igreja da Boa Viagem – Foi onde passei minha infância e juventude. Mais uma vez me agrada encontrar um oásis de tranquilidade e em poucos metros estar no meio da confusão, do trânsito, do comércio, de pessoas apressadas a caminho de seus destinos;
* Edifício Maletta – Um lugar em que pessoas trabalham, moram, frequentam, comprar em vendem os mais diversos produtos, bebem, comem, riem, em que todo tipo de gente é aceito;
* Savassi – Vejo o local como uma síntese de BH, pois não é exatamente o que muita gente imagina. Afinal, como pode ser rotulado de boêmio um bairro em que à 1h praticamente não há bar aberto? O jeito é começar mais cedo e se divertir bastante nos muitos bares e casas noturnas da região;
* Santa Teresa – Outro que tem fama de boêmio, mas cujo comércio não passa da 1h, à exceção do Bolão. Assim, o melhor é mesmo aproveitar as tardes nos fins de semana e feriados ou o happy hour nos dias úteis para comer e beber com qualidade e preços justos. As casas de diversas décadas do século 20 dão charme especial ao lugar, assim como as pessoas andando pelas ruas;
Santa Efigênia – Menos badalado que o vizinho descrito acima, mas não menos agradável. Bom lugar para morar ou visitar;
Pampulha – Para ficar perfeita só falta despoluírem a lagoa, cujo entrono tem prédios projetados por Niemeyer e paisagismo de Burle Max. A orla é linda e oferece opções para todos os gostos e bolsos. O parque Guanabara é atração à parte. E, como não poderia deixar de ser, tem o Mineirão e o Mineirinho, dupla imprescindível para quem gosta de esportes e também de música, como eu;
Praça da Liberdade – Verdadeiro cartão postal. É democrático, com atletas amadores, jovens sentados no chão, cachorros passeando, crianças se divertindo. É certamente o logradouro mais bem cuidaddo da cidade.
Há muito mais na capital mineira, eu sei. Falei apenas dos locais que frequento mais, que conheço melhor. Estou sempre disposto a conhecer lugares novos e por isso peço ajuda aos leitores para
ampliar meu conhecimento.

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