Autocuidado e a saúde mental

autocuidado e saúde mental
Foto: Pixabay – autoconhecimento e saúde mental

Olá, meu nome é Nathássia Almeida, sou Psicóloga clínica e analista do comportamento aqui em Belo Horizonte, e gostaria de dividir com vocês sobre a temática do autocuidado e a saúde mental.

Quando falamos sobre autocuidado e saúde mental, o entendimento é direto pelo próprio significado da palavra: São cuidados voltados a nós mesmos. Mas o que isso significa no nosso dia a dia?

Como vivemos

Vivemos uma vida corrida, entre pressões em diversas áreas (intensificada nesse contexto de pandemia) que nos colocam por vezes em situações novas que ainda não aprendemos a lidar, por isso, conflituosas.

E isso somado a uma cultura onde os sentimentos negativos não são muito bem vindos, apesar de inevitáveis, se torna um casamento perfeito para a produção de mal estar.

Esse mal estar é tratado com urgência em ser resolvido, mas que tal tentar uma abordagem diferente, e parar pra ouvir o que esses sentimentos e sensações estão dizendo sobre você?!

Nesse sentido, o que você faz por você no seu dia ou na sua semana? E avalie se quando você faz essa atividade, você está presente sentindo e pensando o que ela te proporciona, ou pratica com preocupações futuras e/ou remoendo situações…

A saúde mental/emocional vai além de atividades físicas, alimentação saudável e exames de rotina, ela tem relação direta com o nosso estado de humor, como nos relacionamos com as coisas e pessoas ao nosso redor e com nós mesmos.

Passos de autocuidado e saúde mental

O primeiro passo para esse cuidado, é utilizar uma dose generosa de autoconhecimento. Poder perceber como é o seu estilo de vida, quais são os seus limites, o que você sente no seu corpo (palpitações, tremedeira, cansaço, dor), como está o termômetro das suas relações, quais são as atividades que te dão prazer (caminhar, conversar, tricotar, ler, tomar banho, jogar, ficar um pouco sozinho(a), são infinitas as opções) e pode utilizar a criatividade para eleger alguma que faça sentido pra você com o seu gosto, seu tempo disponível, com a sua realidade de vida etc. E muito importante também, é buscar ajuda profissional quando perceber que não tem conseguido lidar sozinho(a).

O segundo passo é se comprometer em garantir que essas atividades aconteçam regularmente, e isso vai implicar que você tenha que dizer não e abrir mão de algo em algum momento, e que ao invés de aguardar uma inspiração/ânimo para iniciar uma

Nathássia Almeida, sou Psicóloga clínica e analista do comportamento

Leia também : https://blogs.uai.com.br/projetometamorfose/importancia-saude-mental/

Izabela Cardoso

Sou Izabela Cardoso Praça, tenho 25 anos, cristã, jornalista, produtora de conteúdo e blogueira. Amo ajudar e inspirar pessoas com a minha história, onde busco superar a depressão e a ansiedade.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *