Sem favoritismo

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ANDREW YATES/AFP

Quando se ouve falar sobre o Chelsea, imagina-se o poderoso time inglês, cheio de craques, do poderoso milionário russo Roman Abramovich, campeão pela primeira vez da Liga dos Campeões. Mas os Blues não chegaram ao Mundial de Clubes no Japão na sua melhor fase. Ou melhor, a crise insiste em atormentar os torcedores e o técnico Rafa Benitez, que assumiu o cargo depois da demissão de Roberto Di Matteo.

Eliminado precocemente na primeira fase da Liga dos Campões e apenas na terceira posição do Campeonato Inglês, a 10 pontos do Manchester United, o Chelsea perde espaço para o Corinthians, um clube muito mais organizado e em alta. Não será surpresa se o Timão dominar a competição. Mas o primeiro teste, contra o Al-Ahly, do Egito, nas semifinais, é tratado com total cautela. O exemplo do Internacional em 2010 é válido: os gaúchos foram eliminados pelo Mazembe antes mesmo de chegar à decisão. Vergonha total.

O próprio exemplo do time alvinegro na Libertadores de 2010 também é considerado nas preleções do técinco Tite. A equipe foi eliminado na primeira fase da competição pelo desconhecido Tolima.

Mas o Chelsea é bem diferente daquele time que venceu o Bayern de Munique na Liga dos Campeões. Não tem Drogba e John Terry e conta com jovens como Oscar e Hazard como figuras centrais.Aliás, Oscar esteve naquele time do Internacional de 2010 e é o único que disputou a competição internacional. Todo o cuidado será pouco.

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