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Psicólogo graduado pela Universidade FUMEC, Pós-graduado em Psicologia Médica pelo departamento de Psiquiatria e Neurologia da Faculdade de Medicina da UFMG e Mestre em Educação, Cultura e Sociedade pela UEMG, tendo desenvolvido dissertação na área de Violência Contra a Mulher.

Sinto ciúme da minha sogra e meu noivo me acha uma ingrata. E agora?

 

“Boa tarde, Dr. Douglas Amorim. Eu estou noiva e quando me casar vou morar em cima da casa dos meus sogros. Tenho sofrido muito com um certo “ciúme” que sinto do meu noivo com a mãe dele. Não só acho ela má pessoa, mas a relação dos dois é muito forte e eles têm uma cumplicidade que muitas vezes chega a causar brigas entre a mãe e o pai dele. Sei que, quando meu noivo era criança, seu pai bebia, foi ausente e até agressivo com a família. Isso passou e hoje ele é um homem muito bom, a quem eu admiro e respeito muito. No entanto, esse passado fez a mãe do meu noivo criar com ele uma espécie de simbiose e isso me incomoda. Ela diz que nunca vai interferir na nossa vida mas, já faz isso, pois sempre cobra que eu seja extremamente carinhosa com ele e passa a mão na sua cabeça quando  o critico, mesmo que eu esteja certa. Eles têm uma relação inabalável, são muito parecidos e, se ela sugere algo, ele concorda prontamente. Cheguei a reclamar de algumas coisas nesse comportamento e ele ficou me contando tudo que a mãe já sofreu, inclusive por causa da avó, sogra dela, no caso, e que eu deveria agradecer por ter uma sogra tão boa quanto a que eu tenho. Quando eu e ela discordamos de algo, por exemplo na decoração da nossa futura casa, ele sempre concorda com a mãe mas diz que vai ser como eu quiser, como se a minha ideia fosse ruim mas ele não quisesse me contrariar. Eu me sinto muito mal, às vezes, me pergunto se eu não estou exagerando mesmo, se eu não estou errada… Sinto-me culpada e tenho a impressão que ele já me enxerga como a vilã da história, que não sabe agradecer as coisas que têm. Eu queria não sentir o que eu sinto, mas eu fui ensinada que um casamento seria uma relação de cumplicidade entre o casal. Sinto que ele já tem uma cúmplice, uma melhor amiga e que eu sobro nessa história, assim como o pai dele também sobra. Por tudo isso, me sinto muito sozinha. Minha relação com meus pais não é assim. Sinto que eu reservei pra ele um lugar que em sua vida que já é ocupado por outra pessoa.”

 

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Um abraço do

Douglas Amorim

Psicólogo clínico, pós-graduado em Psicologia Médica, mestre em Educação, Cultura e Sociedade

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