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Psicólogo graduado pela Universidade FUMEC, Pós-graduado em Psicologia Médica pelo departamento de Psiquiatria e Neurologia da Faculdade de Medicina da UFMG e Mestre em Educação, Cultura e Sociedade pela UEMG, tendo desenvolvido dissertação na área de Violência Contra a Mulher.

Sinto-me presa ao meu marido e não tenho como me sustentar

”Boa tarde, Doutor! Tenho 42 anos, sou pessimamente casada com um homem que chora dizendo que me ama, mas não me respeita e tem várias mulheres no contato telefônico. Tenho 4 filhos, eles têm 23, 21, 18 e 11 anos: duas meninas e dois meninos. O terceiro foi assassinado há quase dois anos e, com isso, comecei a questionar minha existência. Sei que a minha vida só irá mudar se eu tomar uma atitude, mas infelizmente não consigo. Há cinco anos,  descobri uma traição do meu marido. O choque foi tão grande que decidi perdoá-lo, só que isso não parou por aí, pois nunca mais consegui acreditar nele. Já peguei algumas conversas dele com outras mulheres no telefone e, mesmo o colocando na parede, ele não assume. Diz que e só amizade, que gosta de ajudar as pessoas. Sabe, Doutor, às vezes acho que estou doida, que vejo desconfiança em tudo e isso acaba me deixando frustrada. Tenho gratidão por ele, pois ele assumiu a mim e a minha filha mais velha, quando ela tinha 2 meses de vida e eu 18 anos. Ele é dez anos mais velho que eu, e acho que é isso que me deixa aprisionada a ele. Fato é que, sem ele, eu não conseguirei me sustentar. Quando precisar de um socorro, não terei a quem pedir ajuda. Sei que essa decisão tem que ser somente minha, mas me sinto numa prisão sem saída! Fui criada e educada ouvindo que uma mulher sem marido é uma qualquer, não presta, e que mulher tem que fazer de tudo pela família. Hoje, estou totalmente arrasada, acabada e sem perspectiva de vida. Não tenho coragem de tirar minha vida, mas também não vejo um futuro melhor pra mim. Tenho feito terapia por conta da trágica morte do meu filho, mas parece que cada vez mais minha prisão se agiganta sobre mim. Obrigada e fique com Deus.”

 

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Um abraço do

Douglas Amorim

Psicólogo clínico, pós-graduado em Psicologia Médica, mestre em Educação, Cultura e Sociedade

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