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Psicólogo graduado pela Universidade FUMEC, Pós-graduado em Psicologia Médica pelo departamento de Psiquiatria e Neurologia da Faculdade de Medicina da UFMG e Mestre em Educação, Cultura e Sociedade pela UEMG, tendo desenvolvido dissertação na área de Violência Contra a Mulher.

Minha filha roubou minha casa e minha empresa. Penso em me matar

”Olá, tudo bem? Sou formada em Direito desde 2009 e exerci a profissão até 2013, quando vieram as frustrações e decepções com clientes e o nosso sistema judicial. Então, acabei tomando raiva do trabalho e abandonei a profissão. Fiquei deprimida por todo esse tempo (de 2013 até 2018), procurando algo para fazer que me desse alegria. Este ano, encontrei o que procurava (um trabalho que me desse satisfação). Investi o último dinheiro que eu tinha guardado e montei uma empresa. Estava trabalhando muito, mas estava satisfeita e feliz. Mas cometi um grande erro. Coloquei a empresa no nome da minha única filha, porque estou com o nome sujo. Ela e o marido, que moravam comigo na sede da empresa, começaram a agir como donos do negócio. Acabaram roubando a empresa e me colocaram pra fora do meu próprio negócio, que era também o local onde eu morava. Agora estou sem dinheiro, sem perspectiva e muito, muito triste e decepcionada. Ando pensando em suicídio. Me dê uma palavra de conforto, por favor.”

 

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Um abraço do

Douglas Amorim

Psicólogo clínico, pós-graduado em Psicologia Médica, mestre em Educação, Cultura e Sociedade

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7 comentários em “Minha filha roubou minha casa e minha empresa. Penso em me matar

  1. Aprendemos com nossos próprios erros e com os dos outros. A vida nãp perdoa, erros são cobrados mais cedo ou mais tarde. Quando se seguem de outros erros, então, nem se fala, as consequencias são muito graves. Neste caso, eles são claros e cumulativos. Primeiro, deixar o nome ficar sujo, algo impensável. Não tem, não gaste. Em seguida, abrir uma empresa em nome de outra pessoa, algo ilegal. Depois confiar, não na filha, que deve estar sendo manipulada pelo marido, mas no marido. Deu no que deu. Emprestar cartão de crédito, avalisar empréstimos, emprestar dinheiro, são atitudes auto-destruidoras. Agora é aprender com o que aconteceu, levantar a caneça e recomeçar tudo de novo.

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