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Jornalista e Sommelier de Cervejas formada pela Doemens Academy de Munique através do Senac SP. Criadora e apresentadora da coluna Pão e Cerveja na Rádio CDL FM. Colunista do jornal Estado de Minas e da Revista PQN Notícias. Sócia-fundadora e professora da Academia Sommelier de Cerveja.

Aquele encantamento gostoso causado pela primeira cerveja

Foi em sala de aula, no último fim de semana, que tive o prazer de ver os olhos de meus alunos brilharem. A disciplina era Estilos de Cerveja e aquela minha última aula para a turma de pós-graduação Tecnologia Cervejeira da Universidade UNI-BH. Experimentávamos rótulos belgas, quando servi uma Kriek Lambic. Coisa inédita até então, para a turma inteira, era a primeira vez que iriam provar o estilo. E foi lindo ver o encantamento provocado pela primeira cerveja!A melhor sensação do mundo foi poder apresentá-la e enxergar neles a surpresa, o contentamento por conhecer algo novo e, principalmente, por comprovar a delícia de uma cerveja ácida, de fermentação selvagem, que até então lhes causava desconfiança.

Tudo isso me fez lembrar do encantamento que senti ao experimentar minha primeira cerveja ” diferente”. Foi em 2007 na primeira reunião da Confraria Feminina da Cerveja ( Confece), antes mesmo que o grupo fosse batizado assim. Cilene Saorin foi quem nos apresentou vários rótulos. Não me lembro de mais nenhum, exceto da francesa Jenlain, destacada por ela para aquele encontro. A sensação de tomar algo inédito, inesperado, delicioso me ganhou pra sempre. E estava selada ali minha trajetória pelo mundo da cerveja. Da mesma forma, me lembro da surpresa boa, da sedução, do encantamento provocado pela Falke Monasterium, especialmente feita em barril, para ser servida on tap em outra reunião da mesma Confece, ainda em 2007. A sensação de estar diante de algo divino me fez sugerir o nome Olimpo ao produtor Marco Falcone, que passou a adotá-lo nas poucas vezes que serviu sua Monasterium on tap. Parafraseando uma frase de anúncio: a primeira cerveja a gente nunca esquece! 

E pensando nisso me vi curiosa em conhecer a história de mais gente em relação à(s) sua(s) primeira(s) cerveja(s). Gostaria de ouvir tais histórias, de recontá-las por aqui, de escrevê-las do meu jeito, vivenciando um pouquinho do encantamento provocado. Afinal, cerveja é história e nós, sommelieres, jornalistas, escritores, palestrantes, somos meros contadores dela.

Então, quer me enviar a sua história cervejeira para vê-la recontada por aqui? Será uma honra poder recontá-las! Basta enviá-la para o email: fabiana.arreguy@gmail.com

 

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