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Ricardo Kertzman nasceu em 1967. Um homem inquieto, irrequieto e inundado de sentimentos.

Lá vêm os urubus das tragédias brasileiras

Queiram ou não, gostem ou não os urubus disfarçados de humanistas, bandido bom é bandido morto, sim. Menor ou maior de idade, preto ou branco, pobre ou rico, pouco importam os adjetivos acessórios de um criminoso. Seu lugar sempre será a cadeia, se possível. Não sendo, o cemitério é o local mais adequado. Até porque, convenhamos, o que fariam da vida estes aproveitadores de plantão senão proselitismo sobre cadáveres? Trabalhar de verdade não é forte desta turma.

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