Jair Bolsonaro toma posse. Que não repita seus dois últimos antecessores

Que Jair Messias Bolsonaro lembre-se, todos os dias, durante os próximos quatro anos, destes dois “primeiros de Janeiro” que citei acima. Que lembre-se de Lula e Dilma. Que lembre-se, tintim por tintim, de tudo o que essa dupla maldita produziu. Que lembre-se do destino de ambos: um na cadeia, outra a caminho. Mas que lembre-se, sobretudo, do povo brasileiro. E que apiede-se dele. Que tenha compaixão por quem não suporta e nem merece mais sofrer. E que seja um excelente, quiçá o melhor presidente que este país já teve.

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Encerro com um recado aos mineiros: Lula já está preso! Dilma Rousseff, não. Se eleger-se senadora conseguirá o sonhado “foro privilegiado”. Cairá no colo dos ministros Lewandowski, Tofolli e Gilmar Mendes. Caso contrário, seguirá para o implacável martelo de Sérgio Moro. Cabe a nós votarmos nos dois candidatos que estão próximos, Dinis Pinheiro e Rodrigo Pacheco.

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