Kalil e Sette Câmara podem ter feito, no Galo, as más práticas vistas no Cruzeiro

A cada enxadada, uma minhoca: à medida em que se aproximam as eleições no Galo, administrações Kalil e Sette Câmara são postas sob suspeita

Acabou o amor! (Foto: Superesportes)

Um novo capítulo na atual guerra política do Atlético foi revelado nesta terça-feira (29) pelo site Globo Esporte, em excelente matéria de Rodrigo Capelo, jornalista especializado em negócios esportivos, muito conhecido e respeitado em todo o Brasil. É bom ficarmos de olho no desenrolar dos fatos. Rodrigo não costuma escrever bobagens.

Capelo destaca o conflito entre a atual diretoria do Galo e o ex-diretor financeiro do Clube, Carlos Fabel. Documentos mostrariam que Fabel, nomeado por Alexandre Kalil, atual prefeito de Belo Horizonte, supostamente concedeu a si próprio, por intermédio de três de suas empresas, pagamentos muito superiores aos contratados.

De acordo com a reportagem, o executivo recebia vencimentos da ordem de 140 mil reais ao mês. Isso durante oito anos seguidos. E segundo pesquisa de mercado, realizada pela própria CBF (Confederação Brasileira de Futebol), a remuneração para a mesma função, em grandes clubes brasileiros, é de cerca de 70 mil reais. A metade!

Após receber mais que o dobro da média nacional, Carlos deixou o Galo e irá trabalhar justamente na campanha de Alexandre Kalil, que concorre à reeleição em BH. Se o Atlético estiver correto, Fabel levou 10 milhões de reais a mais que o combinado em contrato. Para as intrigas políticas, tal relação poderá ser um prato cheio.

Recentemente, outros dois nomes ligados a Kalil deixaram o clube: o filho Felipe, médico, e o sobrinho Luis Otávio, preparador físico. Ambos, supostamente, também recebiam salários acima do mercado. Já o atual presidente do alvinegro é acusado, por seus desafetos, de ter favorecido o escritório de advocacia de um amigo. Coisa de uns 2 milhões de reais.

Todo esse tiroteio traz grande temor aos atleticanos. Afinal, má gestão e desvios causaram a derrocada do rival celeste, que segue ladeira abaixo, rumo à série C do campeonato brasileiro. Se as acusações, de lado a lado, estiverem corretas, Kalil e Sette Câmara podem ter repetido, no Galo, as más práticas dos dirigentes do rival Cruzeiro.

O time lidera o campeonato brasileiro, mas em jogo, a cadeira presidencial do Clube. Seria muito oportuno que as correntes políticas opostas, ambas envolvidas em graves acusações mútuas, se afastassem do pleito futuro e abrissem caminho à uma candidatura alternativa. Um nome forte, de consenso e insuspeito, apoiado pelos maiores patrocinadores.

Leia mais artigos meus em: IstoÉEstado de Minas e Facebook

**Atenção: Este texto não reflete a opinião do Portal UAI, e é de responsabilidade exclusiva do autor**

5 thoughts to “Kalil e Sette Câmara podem ter feito, no Galo, as más práticas vistas no Cruzeiro”

  1. Olá Inundado, más práticas? Não é outra coisa que fazem as diretorias dos times país afora. Arrogância, extra campo definindo campeonatos, preconceitos e predominância do eixo; os exemplos se multiplicam. Vide a baixaria da saída de Arrascaeta – um mísero exemplo no campo das sordidezas. Eu gosto de futebol, porém, no geral, os diretores gostam de outras coisas. Dinheiro, prestígio, exercício do poder. Agora mesmo estamos assistindo a “construção” do estádio do GALO, o Lindão. Pra quê isso senão para atender aos interesses escusos logo acima mencionados? A cidade é bem servida de dois estádios, dá e sobra para o que se propõe, mas querem edificar; meter cimento etc, mesmo que para isso o GALO perca seu histórico patrimônio, como efetivamente vai perdendo. Hoje uma cláusula do contrato tal, amanhã mais duas cláusulas do contrato tal, tudo diabolicamente costurado. Fiquem assistindo e logo, logo as dívidas, já astronômicas, crescerão geometricamente. Como eu gostaria de estar equivoca, temo que não esteja.

  2. Podem ter feito? Ou você tem como provar o que escreveu, ou você é mais um “jornalista” que não verifica as informações e está com um microfone aberto na mão! Porque, por enquanto, é um diretor financeiro que resolveu fazer um esquema para se dar bem com o dinheiro do Galo (na empresa em que trabalho, uns 5 anos atrás, a Polícia Civil levou um dos diretores presos exatamente por estar envolvidos em rolos (e não é um clube de futebol). Prove ai meu irmão, não confie nas informações do Rodrigo do GE, que escreve em nome da Globo, e a Globo está querendo prejudicar o Galo, não pelo Galo em si, mas para chegar ao Menin por causa do estrago que a CNN Brasil vem fazendo com a GloboNews, traz documentos como os que foram mostrados no Fantástico no caso do Cruzeiro, ai eu fico do seu lado… caso contrário, acho que não deveria ter escrito isso.

  3. Baby, Baby, Baby,

    Que tal um artigo sobre as Rachadinhas da familícia Bolsonaro ?? Aguardamos sua investigação e posição sobre a famílicia que você ajudou a colocar no poder.

    Saudações.

  4. Você é jornalista ou fofoqueiro, vc ta pegando carona numa matéria do Rodrigo campelo e escrevendo como verdade absoluta, escreva em cima de provas , procure a verdade e não fica jogando mentiras no ar para ver se ganha alguma audiência, mais este é o Nível dos jornalistas de hoje , péssimos, mentiroso e fazedores de mentiras .

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.