O Bolsolulismo agora é oficial e Sergio Moro é o principal alvo; entenda

Não há inimizade plena na política. Ao contrário. Por lá, sempre vale a máxima: o inimigo do meu inimigo é meu amigo

Fotomontagem: Google Images/Reprodução

Há uma proximidade mais que conhecida (e reconhecida) entre Jair Bolsonaro e Dias Toffoli. Os presidentes dos Poderes Executivo e Judiciário conversam com bastante frequência e contam com auxiliares diretos que são amigos. 

Tal proximidade pareceu ainda mais evidente quando Toffoli, em um destes plantões do judiciário, paralisou todas as investigações em curso, amparadas em dados do COAF, inclusive contra Flávio Bolsonaro.

É sabido que Dias Toffoli foi alçado ao STF, após o fracasso em dois concursos para juiz de primeiro grau, pelas mãos da dupla de condenados, Lula da Silva e José Dirceu, por seu trabalho como advogado do PT e em cargos exercidos na administração federal durante o governo Lula.

Seria de se estranhar, pois, tal proximidade de Jair Bolsonaro justamente com um petista-raiz. Mas Brasília tem dessas coisas. E, atualmente, algo ainda mais forte os aproxima: um tal ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro, desafeto declarado do bolsonarismo e do lulismo.

Ainda é cedo para projetar cenários para 2022, principalmente diante de tantas incertezas por conta da pandemia de coronavírus e seus efeitos sociais e econômicos. Arriscar a dizer como estará o Brasil — e o mundo — daqui dois anos é puro exercício de futurologia.

Contudo, todas as pesquisas apontam Jair Bolsonaro como franco favorito. O presidente bateria todos os possíveis candidatos em um hipotético segundo turno. Porém, dentre estes supostos concorrentes, aquele que mais ameaça sua reeleição é exatamente Sergio Moro.

Toffoli saiu em defesa de uma lei que obrigaria ex-juízes a cumprirem uma espécie de quarentena, de oito anos, antes de poderem se candidatar a cargos eletivos. Se tal lei retroagiria a ponto de atingir, ou não, Sergio Moro, é uma incógnita. Mas é fato que viria a calhar para as pretensões de lulistas e bolsonaristas.

Sempre soubemos que ambos (lulopetismo e bolsonarismo) são dois lados da mesma moeda; que um depende do outro para sobreviver. O que não sabíamos, até então, é que poderiam caminhar lado a lado, num mesmo sentido e com mesmo propósito.

Pois é. Vivendo e prendendo.

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16 thoughts to “O Bolsolulismo agora é oficial e Sergio Moro é o principal alvo; entenda”

  1. Olá Inundado, no voto não era possível retirar Lulinha Paz e Amor. O CAMPEÃO de votos em Pindorama, então, sem nenhum pejo, armou-se a arena com o marreco de Maringá e sua capa. Feito o jogo sujo e posta em marcha o desmonte da Constituição (retirada de direitos, devastação total da Amazônia e Cerrado, entrega do patrimônio – a duras penas construído – liberação de armas e munição, cinismo diuturno etc etc era necessário a busca de dar feição de institucionalidade. É o que vemos agora. Para isso não faltam voluntário, seja na máquina do Estado, seja a plêiade de lacaios servis.

    1. O lulinha paz e amor por propinas era tão “campeão de votos” que o PT teve que retirar o nome e a imagem dele da campanha da múmia comunista do Haddad.
      Percebendo que a derrota era iminente e que a imagem de Lula Propina tirava mais votos do que acrescentava (devido aos altos índices de rejeição ao ladrão), o PT não só tirou a a imagem do corruPTto como substituiu o vermelho pelo verde e amarelo. Como se sabe mesmo assim, não adiantou nada.

  2. E olha que o atual presidente foi eleito falando de combate a corrupção e vejam que seu procurador geral Aras quer acabar com a lava jato e o mais triste que seus seguidores arrumam todo tipo de desculpa esfarrapada para ajudar a justificar , o Brasil só trocou uma quadrilha de ladrões por outra quadrilha de ladrões , antes Sergio Moro era um semi deus agora é um completo demônio.

    1. “Sempre soubemos”??? Kkkkk o cara sempre apoiou e bateu palma pro bolsonaro pra vir agora com essa… nada como um dia após o outro na rua dos hipócritas.

  3. Que tristeza um governo que se elegeu como paladino do combate a corrupção está acabando aos poucos com a lava-jato no exato momento que se alinha com o centrão covil de políticos corruptos mais filhos da puta e nefasto da terra deputados ,governadores e prefeitos que se puderem tomar o prato de merenda da mão da criança e vender o fazem sem a menor culpa…..

  4. leio este jornal todos os dias , mas hoje vocês me surpreenderam conseguiram fazer uma matéria sensacionalista a qual uni dois inimigos , para poder ser palanque de um juiz que preocupou mais com sua biografia do que sua pátria,e não se engane pra mim os 3 são a mesma coisa , mas um jornal serio não tentaria induzir as pessoas desta forma.

  5. OLHA PRA MIM JÁ NÃO EXISTE ASSUNTO DE JORNAL OU NA INTERNET QUE FALA COISAS VERDADEIRAS, A MÍDIA FAZ QUALQUER NOTICIA FALSA PARECER VERDADEIRA, E COM ISSO VAO3 MANIPULANDO AS PESSOAS, EU AGORA SÓ ACREDITO SE VÊ A PESSOA FALAR NA MINHA FRENTE, NOTÍCIAS PRINCIPALMENTE SOBRE POLITICOS, OQUE AS PESSOAS ESCREVEM NÃO ACREDITO E NEM PERCO TEMPO LENDO

    1. Como dizem por aí, papel aceita tudo, e a imprensa tem uma vantagem: O consagrado sigilo da fonte. Com isso fica fácil inventarem o que quiserem e, em caso de fakenews, não são culpados, pois a culpa é da fonte, a qual não precisam revelar. Portanto, no Brasil é assim: Se querem propagar uma inverdade, ainda que caluniando ou difamando alguém, se aliem à alguém da imprensa e divulgue o que quiser. Teremos então o “falando sem medo”.

  6. Baby, Baby, Baby,
    Depois da campanhas fracassadas para Aecim e Meireles, apoiou BolsoNero e agora já está querendo lançar a candidatura do Marreco de Curitiba !!! Depois vem com aqueles artigos ridículos dizendo que não fez campanha pra ninguém.
    Aliás, que tal um artigo sobre o honestíssimo José Serra ?? Tinha um bobão que ficava aqui no seu blog pedindo Serra para Ministro da Saúde de BolsoNero !!! KKKK . Sumiu né ??

  7. Os amigos do amigo viraram o judiciário de cabeça para baixo.
    Se o ladrão é chefe do quadrilhão ganha estágio carcerário, o covardão do STF (como afirmou o carniça) garante direito a recurso até para o Papa, a ONU e Tribunal Internacional e prisão só após condenação em última instância do Tribunal do Crime, ou seja, nunca!
    Agora, se o ladrão não é petista (Moro, Serra, Bolsonaro, etc) nem membro do quadrilhão, petrolão e mensalão, vale até pré-condenação de “ouvi dizer” em qualquer “Estância” de Atibaia.

  8. Depois dos parasitas de cofres públicos terem que engolir a seco o sucesso do auxílio emergencial de R$ 600 reais por mês dado a mais de 1/4 da população, que evitou a pandemia de fome e anarquia e suas consequências imprevisíveis na sociedade civil para eles retomarem o poder, a guerra contra a parente da “cloroquina” de Oxford já começou.
    Nesse jogo sujo, teve até a Juana, uma jornalista argentina de meia tigela que vive aqui e apoiadora dos kirchners, bolivarianos, ditadores e comunistas, dizendo que o auxílio emergencial faz parte da ideia de controlar a sociedade civil pelo governo Bolsonaro.
    Aliás, os oposicionistas do governo e sua mídia aliada, ambos em avançado estado de decomposição foram surpreendidos com o genocídio que provocaram ao anteciparem a pandemia com o carnaval e de lá para cá, fazem de tudo para tirar o deles da reta.
    Agora eles tentam desviar a atenção, questionando o “escandaloso” preço das vacinas que chega com alto índice de aprovação mundial, praticamente em “primeira mão” ao Brasil, ao preço de R$ 18,00 cada uma. Com isso comprovam mais uma vez o seu pouco caso com a saúde e com a vida.
    Fazendo as contas do custo da vacina:
    R$ 1,8 bi dividido por 100 milhões compradas é igual a R$ 18,00 por cada vacina, ou melhor, por cada vida.
    Para eles, recomendo que tomem a chinesa, pois os paulistas conhecem bem a má qualidade dos produtos vindos do pais onde nasceu o coronavírus e saberão rejeitar mais essa porcaria.
    E para piorar, os chineses não tem nenhuma tradição e confiabilidade em fabricar remédios e sim doenças, como mostra a história.

  9. Ao escolher a China para ocupar e roubar nossas tecnologias desenvolvidas no Instituto Butantã ao longo de sua história, o Doria , literalmente, abaixou as calças e virou de costas para os paulistas.

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