Covardia tem limite! Ou: brancos, pretos e policiais usados por pilantras; leia

Orgulhem-se do que são, pretos do Brasil, e mandem os aproveitadores profissionais para o quinto dos infernos, junto com os preconceituosos

Foto: Google Images

Um dos assuntos que mais tenho aversão em comentar é o racismo, que costumeiramente chamo de preconceito, porque racismo, na concepção exata da palavra, não temos no Brasil. E desafio que me provem o contrário.

Sou judeu e me deparo constantemente com frases e julgamentos preconceituosos. Por vezes, antissemitas. Mas minha cultura geral e capacidade cognitiva me impedem de sofrer. Explico: quando um desinformado ou ignorante qualquer tece algum comentário averso aos judeus, simplesmente o ignoro. Não vejo sentido em debater a “lei do sossego” com um cachorro latindo na rua às 4 da manhã, se é que me entendem a comparação.

Além disso, a milenar história judaica, a condição sócio-econômica dos pouco mais de 14 milhões de judeus espalhados pelo mundo e nossas realizações e contribuições à humanidade — tantas e tamanhas —  não permitem me ofender com ataques de cunho antissemitas. É a tal da elevada autoestima. Como ser judeu poderia ser ruim ou pejorativo? Eu, hein.

Igual sorte, infelizmente, não assiste ao grosso da população preta do Brasil. Sim, preta. A cor da pele nunca será negra, pois inexiste essa cor. Além disso, há autores respeitados que ligam a palavra “negra” à expressão “nigger”, abjetamente utilizada nos Estados Unidos, inclusive pelos próprios pretos, para ofenderem uns aos outros. Ah! Também reluto em aceitar o termo racista, pois a ciência já provou e comprovou que só existe uma única raça, a humana. Cor de pele não divide nem segmenta seres humanos. Raça é coisa para equinos, felinos etc…

É inquestionável os déficits educacional e cognitivo da maioria absoluta dos pretos do País. Mas isso não tem nada a ver com a cor, e sim com a desigualdade social, que atinge também os brancos, pardos e mulatos. A escravidão segregou os pretos há cinco séculos. Miseravelmente não fomos capazes de corrigir essa barbárie, nem com a abolição, em 1888. E a herança do Brasil-colônia, no processo de concentração de renda e poder, só aprofundou o abismo.

Desafortunadamente, pela condição que citei acima, os pretos brasileiros não só não conhecem seus grandes representantes, como não reconhecem os grandes feitos e contribuições de seu povo ao Brasil. Aleijadinho, Mestre Valentim, Maria Firmina, Luís Gama, André Rebouças, Machado de Assis, José do Patrocínio, Nilo Peçanha, Pixinguinha, Adhemar Ferreira, Grande Otelo, Pelé, João do Pulo, Muçum, Garrincha, Tim Maia, Milton Gonçalves…

Igualmente não conhecem e reconhecem os feitos de pretos notórios pelo mundo: Nelson Mandela, Martin Luther King, James Brown, Michael Jackson, Jesse Owens, Muhammad Ali, Spike Lee, Ray Charles, Usain Bolt, Michael Jordan, Barack Obama, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin, Florence Griffith-Joyner, Irmãs Williams, Lewis Hamilton…

Caramba! Não haveria metade das maravilhas que conhecemos, na música e no esporte, sem os pretos. E se soubessem disso, jamais se sentiriam inferiores ou discriminados quando um leso qualquer lhes dirigisse palavras ou atitudes preconceituosas. Assim como, se compreendessem que cor de pele não torna ninguém inferior, não se sentiriam ofendidos quando lhes chamassem de crioulo, negão ou algo do tipo. Um sírio, libanês, árabe, enfim, não se ofende quando chamado pejorativamente de turco.

Precisamos educar os pretos nesse sentido. Precisamos que aprendam o valor de seu povo. Precisamos que compreendam que cor de pele significa tanto quanto cor dos olhos, ou ter cabelo ou ser careca, ou ser alto ou baixo, ou, sei lá, o tamanho do bilau! E também nisso os pretos são insuperáveis, hehe. Precisamos que tenham orgulho de ser… pretos! Porque motivos para isso é que não faltam, pô!

Chega de tratar nossos semelhantes como pobrezinhos, como coitadinhos, como uma gente que precisa de cuidados e proteção apenas por serem pretos. Autoestima, catzo! É hora de dar um basta nestes aproveitadores profissionais, principalmente os políticos que vivem da exploração do “racismo”. Do coitadismo. Esses pilantras atiram o orgulho dos pretos no fundo do poço, pois assim mantêm seus “empregos”, regiamente pagos por aqueles que juram defender, mas que apenas tratam de manter na escravidão da baixa autoestima. Convencem todo um povo a acreditar que são discriminados, perseguidos e massacrados pelos brancos opressores. É hora de libertarmos os pretos dos senhores de engenho modernos. Crápulas que insistem em uma narrativa falsa e contraproducente. 

O deputado que rasgou e atirou no chão o cartaz asqueroso que transformava a Polícia em uma quadrilha de genocidas errou — e feio! — na atitude, mas acertou no conceito. Se 70% dos mortos em confrontos com policiais são pretos, não é menor o número de criminosos pretos. Ou seja, policial não mata por causa da cor. Policiais não poupam traficantes brancos e matam os pretos. Aliás, intuo que bem próximo de 70% seja o número de policiais pretos. Cadê o genocídio, então?

De um judeu para os pretos: combatam, sim, com todas as forças, os animais preconceituosos que existem por aí, assim como combatemos os antissemitas ordinários. Mas lembrem-se: assim como nós, judeus, vocês têm muito mais motivos para bater no peito e dizer, com um sorriso imenso —  aliás, não há sorriso mais lindo que o de uma boca bem preta, com aqueles dentões brancos maravilhosos — “meu povo é incrível“. Sim, os pretos são incríveis! Como são os orientais. E os índios. Como são incríveis todos os seres humanos do bem, de boa fé e boa vontade.

Inferiores, meus caros, só a sub-raça que acredita ser superior. Pobres coitados!!

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29 thoughts to “Covardia tem limite! Ou: brancos, pretos e policiais usados por pilantras; leia”

  1. Um eleitor do CHIMPANZE MILICIANO DE EXTREMA DIREITA (POSSIVELMENTE ASSASSINO TAMBEM) nao tem moral pra discutor sobre racismo. Eleitores do CHIMPANZE MILICIANO NAZISTA DE EXTREMA DIREITA deviam se recolher a sua mediocridade e insignificancia,

    1. Se há extremistas aqui, vc e esse tal de Mauro são hours concours (são tão iguais na ignorância e no extremismo que parecem ser a mesma pessoa)
      Seus comentários raivosos, fora de contexto, repetitivos e eivados de um ódio visivelmente fascista expõem cruamente o fanatismo histérico e doentio que os assola.
      Não há neles nenhum argumento minimamente racional, nada de que se possa extrair alguma coisa. Despejando ódio pelas ventas, rótulos escrotos e clichês rasteiros do mundinho esquerdiota para acusar os outros daquilo que vcs mesmos, sem perceber, claramente demonstram ser.
      Se a escassez de neurônios e de cultura em vcs é aguda, pelo menos deveriam tem um pouco de “desconfiômetro” para perceber o papel ridículo que fazem aqui.

  2. Carluxo, o filho do CHIMPANZE MILICIANO DE EXTREMA DIREITA começa a ser investigado no caso do ASASSINATO. So lembrando a pena para corrupcao: 4 a 10 anos e a pena para assassinato: 30 anos!!!! Sabe o que isso significa? LULA LIVRE E CHIMPANZES MILICIANOS PRESOS!!!!! Defendam bastante a familia de CHIMPANZES MILICIANOS DE EXTREMA DIREITA pois o tempo deles esta prestes a acabar. LUGAR DE ASSASSINO MILICIANO EE EXTREMA DIREITA E NA CADEIA.

  3. Quem está nos melhores bairros, nas melhores escolas, em instituições com condições adequadas à promoção de um ser humano de fato, com estruturas de boa ou excelente qualidade educacional, que por sua vez ‘faz vir ao mundo’ a propagada ‘gente de bem’? São brancos e não negros. Quem está nas periferias, em escolas públicas péssimas, nos lugares feios, sujos, propícios ao convite dos traficantes desde cedo? Não brancos.

    Quem está na Savassi, em Lourdes, no São Pedro, nos prediozinhos ao lado da Puc do Coração Eucarísticos não são os negros. Mas quem está na favela ao lado é. Vai lá para ver. Estes negros estão também no Morro do Papagaio, na Pedreira Prado Lopes, na favela do Cafezal, dentre outras milhares espalhadas pelo Brasil. E eu vou lhe dizer: esta vida medieval da favela em pleno 2020 é uma fábrica de bandidagem, de gente que não sabe se comportar, expressar, escrever, discernir, apreciar, votar, e ao fim, viver com qualidade e respeito.

    A maioria de quem está na cadeia é negra e não branca. A maioria de quem está na favela é negra, e não branca. No colégio onde estudei nos anos 80 haviam listas com ‘piadas de preto’: quem fazia essas listas? Não eram os negros. Quem recebe os menores salários? Os negros. Quem ouviu semana num jogo do seu time ‘olha a sua cor!’ , foi um negro e não um branco. Quem não foi aceita para ser cuidadora de idosos (apesar de qualificada) por ser ‘negra ou gorda’, não foi uma branca. Os jornais noticiaram semana passada.

    Mas quem legisla? Os brancos. Quem contrata e quem demite? Os brancos. Quem diz ‘olha a sua cor’ querendo diminuir e dizer: coloque-se no seu lugar? Os brancos. Quem fazia a lista com as piadas de preto que todos riam na escola? Os brancos. Meu primo nos anos 90 no bairro São Pedro tinha um colega apelidado pelo grupo de Chita – óbvio único negro ali, que ria ao ser chamado de Chita para ser aceito no grupo. Eu me lembro muito bem que eu era adolescente e não me esqueço da sua cara embaraçada ao ser chamado de … Chita. Quem o apelidou de Chita? Os brancos. Quem recebeu a piada?… Mas isso não é nada … é mimimi, ‘tenham orgulho da sua cor negros’ você diz …

    Blogueiro, o buraco é muito mais embaixo.

    Quem aqui neste texto diminui (de maneira subliminar e nem acredito que de forma intencional) o apartheid velado que vive-se no Brasil? Um branco. Quem não está na pele de um negro e não sabe o que é DE FATO ser negro, ser limitado, diminuído e colocado de lado por causa da sua cor? Um branco.

    Então, a coisa vai muito além do ‘eu acho’ … Novamente: o buraco é muito mais embaixo.

    1. Bem, como você mesmo disse, encerrando, “eu acho”. Esse é um blog de opinião: a minha! O que “eu acho” não é necessariamente uma lei ou uma verdade inquestionável. Sugiro que tome essas palavras para si, e as use para o seu próprio comentário: você acha!!

  4. É isto aí. Falou e disse
    Esqueceu da voz. A maior de todas que saiu de Minas para encantar o mundo.
    Milton Nascimento é preto com muito orgulho.
    E nós orgulhamos dele.

  5. A rigor, sim, não temos racismo aqui no Brasil e em nenhum lugar do mundo, já que pertencemos a uma unica raça, que é a humana. Mas o que importa no nosso dia a dia é o popular e como nos acostumamos. O conceito equivocado de racismo já está enraizado, em nossa cultura, assim como outras centenas de palavras e ninguém tira mais isto. O brasileiro é avesso as origens, a história e o valor das coisas. Também isto é de nossa cultura, infelizmente. O quadro exposto realmente agride o bom senso, a inteligencia, é uma provocação ideológica e uma apologia de ódio contra os policiais e de forma geral contra as pessoas de pele branca. Alí é uma casa do povo mas não é “casa de mãe Juana”. Tem que ter ordem e respeito democrático. Quem deve se manifestar alí são os representantes eleitos, que democraticamente terão, em plenário, réplicas, tréplicas e etc. Não vou nem entrar no mérito da realidade que a maioria dos que morrem em ações policiais são pretos (ou negros) e suas razões. São razões que os próprios esquerdofrênicos sabem, mas fingem não saber para imporem uma de suas bandeiras de guerra, comum a eles. Para sobreviver, parece que esta “raça” vermelha precisa defender burramente e cegamente bandeiras “pétreas”. É uma coisa que beira a loucura coletiva, impressionante. O deputado quebrando o quadro também não foi civilizado, mas chamou a atenção do Brasil para um dos absurdos deste discurso maldoso, enganador, mentiroso e perigoso de que existe um processo de genocídio contra os negros. A Câmara deve ou deveria ter um regimento que proibisse estas manifestações ideológicas dentro de suas instalações fisicas. Como exigir respeito de quem foi atacado?

  6. Oi cada vez mais REAÇA, BOÇAl, CANALHA, mentalmente INDIGENTE, ISENTO DE VERDADE e TOLESTE DE ESTERCO.

    Então pelo menos 70% dos criminosos são pretos?

    E a polícia nem a estrutura de poder não é racista?

    Interessante…..

    Me parece que sua argumentação não é contra o genocídio de quem quer que seja. Muito menos de pretos, pois que são a parte mais frágil e oprimida da população (talvez o Capitão Nascimento não tenha lhe ensinado, mas o Brasil é um país ainda escravocrata. Estude!!!!).

    Estas estupidezes adicionais dita pelo cada vez cada vez mais REAÇA, BOÇAl, CANALHA, mentalmente INDIGENTE, ISENTO DE VERDADE e TOLESTE DE ESTERCO revelam que ele acha normal o extermínio…. Na verdade, desejável….

    Por isso, talvez, não escreva sobre milicianos e Marielle, muito menos sobre o Queiróz…

    Fala de pobres por diversionismo, como bom pilantra para escamotear quem de fato é….

    Mais esta imbecilidade dita por este infeliz, talvez revele a concordância com o representante do MBL ter chamado a cozinheira de criola e chutá-la, pela sua ótica, por que os pretos também gostam de futebol. E O torcedor pedir para o segurança ver a “sua” cor, talvez não tenha nada demais.

    Pois as estatísticas que ele utiliza para dizer que mais de 70% dos criminosos são pretos, também devem mostrar que mais de 70% cozinheiras são crioulas e mais de 70% dos seguranças são negros.

    Mas tenho que concordar numa coisa. Há sempre pilantras e oportunistas usando informações para fazer cortina de fumaça para esconder coisas realmente relevantes que se entendidas bem, podem mudar opiniões e versões.

    Exatamente o que cada vez mais REAÇA, BOÇAl, CANALHA, mentalmente INDIGENTE, ISENTO DE VERDADE e TOLESTE DE ESTERCO faz neste espaço do jornaleco Estado de MInas. Pois basta procurar no canalha a canalhice que ele enxerga nos outros.

    Há alguns dias, foi feito um post usado exatamente com esta finalidade. foi usado o ocorrido há 81 anos, mostrado como “a barbárie”.

    O que esta barbárie nos ensinou?

    O Nazismo está ai. O Neonazismo e neofascismo também….

    E muitos pilantras usam do vitimismo para se colocarem como exemplo inconteste de que as barbaridades que defendem são frutos da reflexão da experiência que acreditam lhe pertencem por herança.

    Nada mais falso e oportunista. Pode pertencer a alguns mais não a todos…

    Se pertencesse a todos, não veríamos pilantras apoiando movimentos de extrema direita que foram os responsáveis pela dizimação de milhares de vítimas inocentes.

    Não veríamos pilantras usando seus antepassados para obter vantagens escusas e garantir a impunidade.

    Não veríamos pilantras usando escudos do vitimismo para escamotear as atrocidades que comentem e apoiam não apenas na Palestina como também em outras partes do mundo, como no Brasil.

    Mas falar do que os judeus fazem na Palestina deve ser antissemitismo.
    Afinal, “In Fux we trust”.

    1. Não tenho procuração para defender o blogueiro, mas só do fato dele ter a prerrogativa de não publicar comentários agressivos a ele, além de insanos como este e publicar, mostra o espirito democrático que existe nele e que somente quem é de centro ou de direita (menos a radical) tem. A insanidade é tão grande que não mereceu nem resposta. É a mesma coisa que brigar com bebum.

  7. Ja passamos da hora de ter simplesmente consciencia:
    Sem cor, sem credo, sem nacionalidade ou naturalidade, sem posicao social ou politica e, principalmente, sem MANIPULACAO!
    Lembrem-se de quem comecou essa conversa de nos e “eles”.
    Dividir para conquistar (ne? nine bandido!).
    A mesma pessoa que disse que a prisao em segunda instancia interessa as elites. A mesma elite, e so ela, que tem dinheiro e/ou influencia para arrastar decisoes judiciais ate o fim da vida (ne? para voce tambem, Maluf!).

  8. Mais um ótimo Post.
    Pois não se pode combater preconceitos com clichês. Ou seja, ideias pré-concebidas e sem amparo nos fatos e na ciência não derrotam outras ideias pré-concebidas e sem amparo nos fatos e na ciência.
    A mesma grosseira ilação que se faz em relação à cor da pele, se faz ao se classificar como homofobia e feminicídio todos os assassinatos de, respectivamente, homossexuais e mulheres .
    Decididamente, não é com imbecilidades dogmático-ideológicas, sofismas, simplismo e clichês que vamos derrotar a estupidez dos preconceitos, do racismo, da homofobia, do machismo etc

  9. Complementando meu comentário: tampouco a atitude estúpida do deputado irá ajudar a combater a estupidez dos sofismas e preconceitos e clichês do cartaz.

  10. Olá Inundado, o notável e citado Spike Lee anda a cobrar a solução do assassinato da Vereadora Marielle. A família de políticos milicianos resistem, mas o Estado tem de dar a resposta e solução legal para o caso.

  11. TIC TAC CARLUXO!!! TIC TAC TIC TAC TIC TAC FAMILIA DE CHIMPANZES MILICIANOS DE EXTREMA DIREITA NO BICO DO URUBU JUNTO COM SEUS ELEITORES QUADRUPEDES TIC TAC TIC TAC TIC TAC

  12. Racismo no Brasil?
    Um caldeirão de raças, de ideias, frases e imagens.
    O p/t dividiu a sociedade, para ter apoio com a oclocracia/propinacracia, gerou o vitimismo.

    O povo sabe agora como foi iludido.

  13. Ricardo, lendo seu texto, lembrei-me de meu falecido pai, que veio para BH, no fim dos anos cinquenta, com esposa e filhos, eu nasci aqui. não teve como dizem hoje em dia oportunidades de estudar, mas veio com a cara e coragem trabalhar na construção civil.Começou como pedreiro, como o salário não sustentaria a família, logo tornou-se pedreiro, e por foi até se tornar mestre de obras, cargo no qual sempre foi respeitado por seus superiores, que na maioria eram brancos.Meu pai era preto. Não quis morar em favela, com o tempo adquiriu um lote e construiu nossa casa, com alguma ajuda das empresas que trabalhava, no tocante a restos de materiais de construção. Hoje quando vejo todo este vitimismo que criaram, penso que os pretos deste país, são apenas massa de manobra nas mãos de políticos brancos e pretos que não tem nenhum escrúpulo.

  14. Ótimo comentário. Deveriam fazer uma estatística de quantos policiais negros foram responsáveis pela morte de bandidos negros. Isso aí é tentativa da esquerda de ter preto de estimação, pobre de estimação, etc.. só querem bagunçar. Ladrão nao tem cor! Assim como não tem ideologia política.
    A esquerda rouba assim como a direita. A diferença foi que a esquerda exagerou, além de sempre dizer a todos que era diferente.
    abs Chimp-Lover!

  15. Ricardo, artigo excelente com abordagem realista e estímulo a todos que sofrem com preconceitos.
    Coincidência, vi ontem uma antiga foto no restaurante de uma escola americana mostrando uma menina totalmente indefesa sendo obrigada a sentar-se de costas para os demais alunos.
    Não acredito que isso fosse de aceitação geral, nem de cultura da ostentação na época. Isso foi um lixo podre e concentrado de seres humanos, de cor branca.
    Fui vizinho do grande Ademar Ferreira da Silva e próximo do Serginho Chulapa e do João Roberto Basílio, um colega de infância autor o gol de 1977. Assistia todos ensaios da bateria do Peruche e do Morro da Casa Verde e ria muito de ser preconceitualmente chamado por eles de barriga de massa de pão. Minha família era uma das 150 que buscava senha para buscar presente de natal numa casa simples de uma família de negros, que nunca se preocuparam em divulgar nomes nem usar mídia pela ação solidária. Minha gratidão eterna a eles. abrs.

  16. Não concordo e condeno a injúria racial, principalmente no caso dos negros que carrega toda uma história de dor e humilhação. Mais do que injúria, é uma covardia, mesmo que numa briga ou disputa alguém lança mão desta “arma”. poderosa que é peso da história. Mas, por outro lado, o que observo em muitos “defensores” dos negros são outros tipos de sentimentos, o ego, hipocrisia e o racismo disfarçado. Parece que estes defensores brancos se sentem como uma aura de superioridade ou divina. Os negros não precisam serem tratados como coitadinhos ou seres incapazes de se defenderem. Eles não precisam de cotas ou dia especial no calendário. Acho ridículo quando vejo estes programas de TV que tratam sobre racismo, os branquinhos e branquinhos olhando para os negros convidados, como se fossem os coitadinhos e inferiores e eles, os brancos, senhores da razão que somente eles “conseguem” enxergar o que os outros brancos não conseguem sentindo-se novamente superiores por isto. Querem é ficar bem na foto. Na frente das cameras parecem deuses do olimpo, mas por de trás das cameras a realidade é um pouco diferente.

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