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Ricardo Kertzman nasceu em 1967. Um homem inquieto, irrequieto e inundado de sentimentos.

Armas matam, sim, e pronto. Se bandidos ou mocinhos, é outra história. Fim de papo

Ninguém compra uma arma para “se defender”. Compra para matar o agressor. Vender o contrário é safadeza. E acreditar é burrice

Imagem: Google

Eu escrevo porque quero, porque gosto. Escrever me alivia e me diverte. O blog, que completa três anos em agosto próximo, com bem mais de 4 milhões de leitores únicos, tornou-se mais que um passatempo; tornou-se um hábito.

Expor-me publicamente não é fácil. Exige coragem — e eu tenho de sobra — mas também muita, muita, muita paciência, algo mais raro em mim que político ficha-limpa no PT, hehe. A realidade brasileira expressa-se também nos meus leitores.

Quando alguém defende o larápio e lavador de dinheiro, multi-processado e criminoso serial Lula, me deparo com a realidade. Quando alguém me ofende apenas porque critico Jair Bolsonaro, me deparo com a realidade. E ela é dura.

O Brasil é um país bruto, ignorante e intolerante. É verdade que em alguns poucos bolsões,  ou melhor bolsinhos, civilizados e espalhados pela nação, nos permitem ainda algum tipo de vida minimamente digna e humana.

Gente que defende o armamento e gente que defende o desarmamento,  é gente que ofende  o direito mais primitivo que existe: o da sobrevivência. Armas matam e pronto! Sua abundância ou escassez pouco importam. Simples assim.

Eu sou a favor da posse e do porte de armas desde que muito bem regulamentado pelo Estado. Por quê? Porque levarão embora gente que mata gente. Mas eu não imagino que isso evitará tragédias como a ocorrida em Suzano. Não mesmo.

Tampouco acredito que menos armas resultem em menos mortes. Por quê?  Porque eu vivo em um país em que, todos os anos, 60 mil pessoas são assassinadas. E quem mata é bandido. Que eu saiba, bandido não se importa com leis.

Defender armas é defender mortes de qualquer maneira. Aí entram a má-fé e a ignorância. A primeira por parte dos proselitistas (de um lado e do outro). A segunda por parte do respeitável público. Justamente aquele que mata e morre.

Unidas, a brutalidade, a ignorância e a intolerância citadas acima transformam o Brasil nesta  poça gigante de sangue que me obriga a escrever mais, que me mostra a realidade cada vez mais e que me esgota de uma vez por todas a tal da paciência que eu… já não tenho.

Fechou-se o Círculo!

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47 comentários em “Armas matam, sim, e pronto. Se bandidos ou mocinhos, é outra história. Fim de papo

      1. O PT mata mais que milícia, aliás, o PT é uma milícia organizada criminalmente disfarçado de partido político. E isso não mudou, continua do mesmo jeito, só que agora, com menos dinheiro, pelo menos os petistas pelegos. Só os chefes da quadrilha detém o dinheiro. Até o Pato Donald sabe disso.

        1. Partido politico é uma coisa e MILÍCIA é outra. Em um partido politico tem pessoas honestas e ladroes. Em uma milicia so tem bandido.

      2. Petersss, e sallvam também. Às vezes você só está vivo agora porque um policial matou, ou até morreu, minutos antes de você passar em certa rua, onde tinha um assassino brutal. A polícia está investigando tudo, descobriu ligações de celular do suspeito poucos instantes da execução de dona Marielle. Isso significa que que o processo tem andado. O próprio delegado explicitou isso, e, pelo que eu suponho, você não é nem faxineiro de miliciano. É fácil zombar quando não é o teu na reta. Mal consegue escrever uma frase começando com letra maiúscula, e quer ensinar o padre a rezar  a missa?

        1. A policia é do bem embora existam tambem alguns bandidos dentro igual todos os setores da sociedade. Mas milicia nao, milicia só tem bandido é exclusivo de bandido. Acho que fui mais claro agora

    1. Se você me mostrar onde ficam as munições e os gatilhos em carros, piscinas, facas, janelas e cordas eu concordarei com o sr. . Armas são objetos fabricados com o fim específico de matar, seja para se defender ou qualquer outro motivo. Já carros, foram feitos com o objetivo de facilitar a locomoção. Piscinas com objetivo de recreação. Janelas foram imaginadas para conter intempéries. Cordas, para embalar objetos. Qualquer outro entendimento devem ser observados como mero jogo de palavras. E palavras constroem ou destroem.

      1. Eu concordo com o colega acima. As munições são as pessoas. Se voce quiser matar alguem com um carro voce mata. Com uma faca também, uma corda um martelo, só não entendi o lance da piscina…rs, mas entendo que basta alguem disposto a matar que não importa o instrumento que se tenha na mão. Embora concorde que um arma é o meio mais rapido e eficaz de fazer isso, mas quem geralmente tem esse intuito, não compra uma arma em uma loja. E só pra deixar bem claro, não estou fazendo referencia a partido politico, pra mim tanto faz direita, esquerda, centro o K* a quatro. Tudo é uma bosta só.

    2. Cite outra função da arma.
      Carro – locomoção
      Piscina – diversão
      faca – utensílio de cozinha

      Você usa arma pra que? Pra atirar numa manga no pé e ela cair pra você comer? Pra fazer um furo na parede pra colocar um quadro?

    3. Ricardo,

      Leio sempre seus comentários e em grande parte concordo, mas quanto a esse blog me permito discordar.
      Como na escola do Realengo e agora em Suzano as armas eram irregulares como as usadas por assaltantes, sequestradores, traficantes também são irregulares. No Brasil, só o bandido tem direito a portar armas!
      Nós, cidadãos, estamos trancados, com medo e sem podermos defender nossas famílias e patrimônio.
      Esses bandidos nunca conseguiriam a posse de armas. Estamos desarmados e encurralados.

      1. Caro, então você não discordou de nada, pois seu comentário não vai de encontro a absolutamente nada do que penso ou escrevi.

        Releia com atenção!!

        Abrs

  1. Olá Inundado, a ser verdade sua afirmação de que armas matam, os Bolso Nabos corriam risco, pois, no condomínio onde reside o pai do clã foram encontradas muitas, de grosso calibre. Eles nem desconfiavam que ali houvesse aquele arsenal? Tá certo que essa família não foi aquinhoada do benefício da inteligência, mas não haveria um grupo a serviço do Estado que fizesse a varrição? Tadin deles, né mesmo?

    1. Cidrac, acharam armas no condomínio de Bolsonaro. Nisso, você já conspira que ele tenha cumplicidade com o caso Marielle. E com o Lula, cuja  a nota fiscal da reforma do Sítio foi achada na casa dele, e coisas do Tríplex também? Bolsonaro não é dotado de inteligência, você diz; e você não é dotado da capacidade de enxergar o óbvio. Você só sabe usar a inteligência para enaltecer o PT e a hipocrisia para apequenar os opositores.

      1. Olá Migerdan, (isso é nome ou armário para esconder medroso, covarde, envergonhado ou tímido?)
        Apequenar opositores? Impropriedade pela impossibilidade. Como apequenar gente miúda e rasteira como os Bolso Nabos? Eles e um nada pouco diferem, daí conclui-se da situação na qual o eleitorado chegou ao ponto de se colocar gente desse naipe no governo.
        Alguns dizem que Lulinha Paz e Amor roubou milhões. Veja que assertiva vaga, pois, não se mostra a quantia, não indica onde ela esta, não fornece a data dos fatos. Não ha uma foto, não ha uma filmagem, não ha um registro, nadica de nada. Para facilitar a fiscalização ele é um cidadão que não mantém conta no estrangeiro.
        A luz do dia foi encontrada uma grande quantia de dinheiro num apto cuja posse era do Gedel; a luz do dia foi apreendido um helicóptero carregado com meia tonelada de cocaína. O roteiro do avião foi estabelecido. Então ai sim, em ambos os casos existe PROVA robusta, legal e devastadora…
        De 1994 para cá houve: 1 – compra da reeleição de Maria Antonieta Tropical, 2 – Caso Banestado, 3 – caso Sivam, 4 – caso “satiagharra”, 5 – privataria de FHC (“estamos no limite da irresponsabilidade” lembra-se da sujeira dos irmãos Barros que saíram e deixaram a lama?), 6 – Carf. Não houve processo, ninguém foi identificado, menos ainda culpado.
        Então veja a incoerência, se Lulinha roubou milhões, porque o sentenciam por um “tripex” ordinário, cafonérrimo, feio e vulgar, do qual ele nunca foi proprietário nem teve a posse? Se Lulinha roubou milhões porque o processam por um sítio comum, ordinário dos quais ha milhares e milhares pelo país afora? Não haveria nesse caldo todo algo muito fora do referente?
        Quando eu era menino andava como um menino, pensava como um menino e vivia como menino, depois, na idade adulta desisti das coisas de menino. Disse o Apóstolo Paulo.

      2. E ainda deturpa a verdade. As armas não foram encontradas no condomínio onde o Bolsonaro tem casa. O endereço é outro e ele sabe disso, mas por conveniência deturpa os fatos. Onde falta o direito abundam os argumentos.

      3. Migerdan, permita-me discorrer sobre o que impede um Cidrac de ver o mundo sob uma ótica racional.
        No mundo maniqueístico do idólatra, do fanático crente de seitas, só existem os puros e os impuros, os santos e os demônios, os hereges e os fieis. Nesse mundo binário, reduzido a A e B, tudo o que está em A representa o bem, e tudo que não está em A representa o mal. Quem está contra A está a favor do mal. Nesse mundo binário-medieval, todas doenças, todos os desastres, todo mal é culpa do outro: do Diabo e de seus seguidores.
        Acredito que uma das razões do atraso cultural, político e social dos povos latinos decorre muito dessa herança cultural-religiosa que transmite para o mundo da política a visão mítico-religiosa. O messianismo, a crença na vinda de um santo salvador, o culto à personalidade, no povo de Deus etc são características presentes em nosso mundo politico. Aqui a ideologia política é a religião, o partido é a igreja, o politico é o padre, e o presidente é o que vem para nos salvar.
        A par disso, a visão de mundo metafísico-religiosa do marxismo vem encontrar aqui um caldo de cultura ideal para sua proliferação, ao suprir o vácuo deixado pela religião judaico-cristã no mundo acadêmico latino. Não é por acaso que a visão de mundo messiânico-escatológica do marxismo, em acelerada decadência no mundo desenvolvido, ainda respira por aparelhos nos cantos mais atrasados do Planeta. É o “ópio dos intelectuais” (dogmatizados, eu diria), como bem disse Raymond Aron.
        Não só o reles militante, o crente da igreja petista tem o seu messias salvador, o “Lulinha-paz e-amor”, o “imbatível”, como filósofa do botequim lulo-petista-marxista assume a sua idolatria religiosa, ao dizer candidamente que “quando Lula fala, o mundo se ilumina”.

        1. Sobre Marilena Chaui, a filósofa do botequim lulo-petista-marxista, faltou acrescentar
          os motivos que a levam a nutrir o seu declarado ódio à classe média: na religião marxista, os deuses da história reservaram ao proletariado, à “classe eleita”, o “reino dos ceús” no “juízo final” da escatologia comunista. A classe média é, nesse sentido, um estorvo que se interpõe no meio do bem e do mal, e que não deveria existir nesse mundinho que deveria se resumir maniqueísticamente à A versus B, ao bem versus o mal, ao proletariado versus capitalista.
          É por isso que o militante/crente de seita política difere radicalmente daquele que vê a política em termos racionais, em bases assentadas em princípios racionais e universais– e não em dogmas e ídolos. Para os primeiros, os seus ídolos/dogmas, representam o Bem. Para os segundos, o Bem e o Mal não estão necessariamente um em A e o outro em B, podem estar tanto em em A, como em B ou no alfabeto todo.
          Enfim, é tudo uma questão de se ver o mundo ou pela ótica da razão, pelos fatos, ou pela visão mítico-religiosa. Uma não pode se misturar com a outra.

  2. Ricardo,seu blog é especial pelas próprias razões que você citou,parabéns.Eu não entendo nada de politica,não quero entender,não tenho partido e penso que jamais vou ter.E no entanto não abro mão de clicar no OPINIÂO SEM MEDO.

  3. Vale a pena reler:

    Desde bebês, as crianças e os adolescentes aprendem e imitam os exemplos dos adultos, na família, escola, nas pichações, nas roubalheiras da política, como o mau exemplo dado pelo assalto populista contra as bolsas escola dadas às crianças, que virou bolsa família em troca de votos dos adultos porque ela não vota e assim, favorecer os quadrilheiros.

    Indiretamente, também sofrem com o abandono para dar lugar à concorrência desleal e predatória da putaria social evolutiva generalizada que ocorre nos botecos, baladas, palanques, protestos ostensivos como os dos peitos caídos e novelas e afeta gravemente as economias das profissionais do sexo,

    A lei penal banalizada, direito humano para ato desumano, sociedade exploradora da ignorância intelectual, impunidade como norma, valorização da esperteza, justiça de meia tigela, infância terceirizada e desprotegida, direitos isentos de obrigações, exploração econômica e fiscalização tributária corrupta, achacadora e punitiva para trabalhadores honestos, “clube de governantes unidos e disfarçados de patriotas focados apenas em garantir o aumento contínuo de seus privilégios de causar inveja a sheiks, marajás e realezas (aí entra bolsa correio em plena era da internet, combustível mensal para ir até a cidade marciana de São Judas da Bota extraviada, auxílio paletó, conta corrente em paraísos fiscais alimentadas por cuecas, malas recheadas e roses noronhas e por aí vai.

    Isso confirma a previsão de uns tempos atrás: os otimistas já acreditam que na sociedade está tudo virando uma merda, enquanto os pessimistas acham que não vai sobrar merda para todo mundo. É assim, a vida…

  4. JÁ PAROU PARA PENSAR NISSO?
    O tal do Guilherme, verme que liderou a chacina e foi quem entrou armado e atirou nas 8 vítimas, tinha só 17 anos.
    Isto quer dizer que, se não tivesse se matado ou sido morto pela polícia, o desgraçado assassino não iria para a cadeia, pois tinha “apenas” 17 aninhos.

      1. O que tem o c(*) a ver com a calça?
        Por esse “raciossímio” poderia se dizer que se um cidadão honesto apoiou o Lula Propina, isso faria do comandante da maior roubalheira de dinheiro público do mundo um cara honesto???

  5. Pararará pará, pararará pará, Pararapapapáááááá.
    Aqui escreve o seu Reporter Esso, a testemunha ocular da história da Lava Jato em edição extraordinária!!!
    O STF através do seu glorioso Partido da Toga, acaba de conceder pelo “emocionante” e costumeiro placar de 6×5, um INDULTO PREVENTIVO para a bandidagem investigada pela Lava Jato, criando a figura da “roubalheira só para fins eleitorais”, concluindo que depois das eleições, os vencedores e perdedores voltam a se tornar honestos e de reputação ilibadas.

  6. Pois é Ricardo… simplificação bem medíocre do tema. Diria até lamentável.

    As armas tem poder de dissuasão e são – pasme você – elementos de paz.

    Já escutou dizer da tal guerra fria?… da Paz erigida sob o medo do que uma resposta armada pode gerar?… Tenho convicta certeza que sim… mas vc mesmo com origem Israelense (que é cercado de países inimigos e mantém sua relativa paz através de um excelente e muito bem armado corpo defensivo – IDF – o que incluí obrigatoriamente, armas de destruição em massa e a promessa de seu uso caso necessário seja), prefere simplificar o tema tão batido.

    As bombas atómicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki mataram juntas cerca de 275.000 pessoas (excluíndo as baixas causadas pelos efeitos secundários) e mesmo diante desse número assustador de mortes em apenas dois dias (06 e 09 de Agosto de 1945), os episódios dramáticos serviram para gerar a capitulação das Forças Armadas Japonesas com o decreto de derrota proclamado pelo Imperador Hirohito. Sem isso… a guerra seria prolongada, obrigado uma invasão aliada ao solo japonês, o crescimento dos bombardeiros estratégicos em centro populosos, o que por consequência ampliaria absurdamente o número de mortos a níveis muito superiores.

    Enfim, voltando a nossa realidade, lembro bem que desde a implementação do Estatuto do Desarmamento (o que entra aqui em sua declaração “Eu sou a favor da posse e do porte de armas desde que muito bem regulamentado pelo Estado”), o Brasil tem observado sim o crescimento exponencial dos homicídios no Brasil.

    Se armas simplesmente matam, todos que as portam são – por sua lógica direta – assassinos, e – ainda simplificando face a sua colocação – a regulação da lei pública é imposta sempre por agentes assassinos do estado.

    Escrevemos o que queremos… e também usamos o mesmo critério para seleção de nossas leituras. Li seu texto e vi o assassinato de conceitos ampla e historicamente constatados.

    Tenho armas… e pasme… elas ainda não mataram ninguém. Nem eu.

    1. Simplificar? O que está escrito é justamente o contrário de simplicidade e necessita extrema amplitude para compreensão.

      Cada parágrafo praticamente desconstrói um outro se o leitor for, aí, sim, simplista.

      Acho que você precisa reler o texto e talvez pedir ajuda aos universitários, pois não entendeu bulhufas, ou o entendeu pela sua ótica, não pela do autor

      Ah! Se armas não matam, para o que servem? Enfeite?

      1. É claro que qualquer arma, foi projetada e construída como instrumento de morte, isto é inegável, por outro lado esta morte só é efetivada por um ser humano que a porta, o matador é quem puxa o gatilho, o que pode gerar vários tipos de opiniões e justificativas. Resumindo, armas não matam, quem mata é o usuário delas, podendo ser uma faca, uma chave de fendas, uma pedra, um pedaço de pau ou mesmo as mãos ou pés desnudos.
        Por outro lado parece difícil se entender que a humanidade só existe porque em algum momento da história, o ser humano aprendeu a usar instrumentos letais como defesa, e depois como forma de ataque para obter cada vez mais. Como um ser fraco e impotente frente à grande variedade de predadores poderia sobreviver e florescer? Se defendendo destes predadores e matando para isto, não dá para negar.
        A conclusão é que sempre existirão controvérsias sobre a posse e utilização das armas, e a não necessidade delas só se justificaria numa humanidade absurdamente mais evoluída do que a nossa. Não vejo isto como uma possibilidade real, nem em milênios. Penso que a humanidade se extinguira muito antes de atingirmos este ponto.
        Como não viverei tanto, gostaria de ter o direito de possuir uma arma, mesmo que o objetivo seja matar um bandido. Fácil, pois não considero estes trastes pessoas, portanto seria fácil eliminar sem nenhuma dor na consciência. Lembro ainda, que bandidos não comprarão uma arma na loja, nem farão cursos e testes psicológicos para tê-las.
        Eu queria que não fosse necessário ter uma, mas infelizmente entendo ser esta uma necessidade premente, dentro da atual conjuntura.

        1. Boa!!! Eis aí a essência do que escrevi.

          Armas foram feitas para matar — e matam! Ter uma arma para se defender é melhor que não ter, mas em ambas os casos (tendo ou não) as mortes não serão evitadas, como tentam vender os dois lados (armamentistas e desarmamentistas) da questão.

          Parabéns, Alex!!

      2. Olá Ricardo, resolvi seguir seu conselho, pelo menos em parte…
        Resolvi não pedir ajuda aos Universitários, porque graças ao Marxismo Cultural Gramsciano ao qual nossos jovens acadêmicos tem sido massivamente bombardeados, era bem provável que a turba da resistência bateria em mim e em você. Não deseje isso pra ninguém, pode soar ofensivo (apesar de sabermos que foi uma traquinagem intencional sua, certo?)
        Não consegui escutar o texto também, porque não achei a mídia adequada para fazê-lo… ok, a picardia aqui é minha à cerca de seu pequeno erro de ortografia, que aliás todos nós cometemos sem dar muita bola… mas sobre “minha óptica”, falo mais abaixo.
        Mas… agora sim, seguindo seu conselho válido, reli o texto, para mais uma vez concluir que trata-se de uma superficialidade simplória acachapante. O texto é raso mesmo. “Lápis riscam, sim, e pronto. Se escrevem besteiras ou best sellers, é outra história. Fim de papo”… Sua simplificação de uma obviedade mecânica foi mediocre, e ainda serve muito bem de subsídio a corrente e midiática onda desarmamentista.
        Mais controle estatal… armas sob duras leis… hum hum… tem funcionado muito bem até então.
        Você não precisa gostar de armas… não sei se o caso – apesar de parecer que sim – uma vez que concorda com posse e porte mesmo que sob rígido controle – o que na nossa realidade é praticamente o Desarmamento Civil.
        Por último, sobre óptica… paradigma se preferir… costumamos ver tudo por nossos prismas particulares… ou melhor quase tudo. Seu texto deixa claro sua óptica, que transpareceu neutra, bem em cima do muro em relação ao caso das armas… com um título tendencioso e com leves pitadas amargas de desarmamento.
        Ofereci em contrapartida minha óptica com fatos que adicionariam substância… e você me mandou “pra galera”.
        Roger That Sir… On Move!

  7. Foi uma promessa do “mito”, quem votou sabia e vai contribuir para diminuir a população do país e ajudar na previdência.

  8. Nova Zelândia, país incorrupto que parece um paraíso neste mundo, policiais desarmados que combatem criminalidade com flores, teve hoje 49 mortos em massacre.
    Suzano, município de país campeão mundial de corrupção, falta controle de acesso e policiamento em escola teve 7 mortes em massacre.
    É assim… a vida…

  9. Não meu amigo, as armas não matam, as armas te protegem! as pessoas sim, elas matam! sugiro ver o direito de propriedade privada.

  10. Não são as armas que matam. São os homens que as empunham. Os mesmos que ao roubarem bilhões do cofres públicos, matam em hospitais sem condições básicas. Matam pela ignorância criada pela educação de péssima qualidade. Matam pela segurança pífia que não recebe investimentos. Mata em acidentes nas estradas pela falta de infra estrutura adequada. São os homens que matam.

  11. Brasil, país sem educação e parece frase feita mas é a realidade. Lendo os comentários você consegue justificar o nosso problema como nação Ricardo. Nenhum governo que promove a guerra entre o seu povo será bem sucedido e não sou nem de esquerda ou direita “Aí vou ser rotulado de anarquista??”. Acredito que a união faz a força certo? onde está o nosso patriotismo? deveriamos importar mais com o bem estar do próximo e não tentar impor nossos pensamentos ou ideologias que achamos corretos, pois nenhum lado está 100% correto. Ricardo você realmente tem muita paciência, pois o debate a conversa que um dia tivemos como povo , desapareceu por completo e deu lugar para a total falta de educação. Para debater qualquer assunto temos que ter primeiro respeito ao próximo pessoal!!!! Como vamos ter armas se não conseguimos nem respeitar uns aos outros.

  12. Vcs vão assistir um aumento brutal dessas ações de matanças no Brasil! Quiseram facilitar o acesso às armas?! Votaram no cara?! Agora estarmos vivos será cada vez mais uma simples questão de sorte!

  13. Sempre existirão pessoas lá fora malucas dispostas a matar, com ou sem armas de fogo, em janauba o maluco usou gasolina e incinerou as crianças.

    Armas podem matar ou salvar vidas, nos eua , na cidade de Parkland , apos os alunos fazerem um protesto contra armas, um maluco entrou na escola disposto a ter o seu lugar na historia, matou 2 pessoas, so nao matou mais porque aluguem de bem armado revidou.

    Hoje existem dois lados, aquele que acredita que o cidadão não pode ter armas, acham burramente que o estado deve ser um Deus onipresente em todos os lugares e que o cidadão deve morrer como uma ovelha na mão dos malucos, de outro existe aqueles que querem ter o direito a se defender desses malucos. Cabe a voce escolher o seu lado.

  14. Só quem já deparou com um marginal, menor de idade, com mais de um metro e oitenta de altura, dentro de casa, em uma madrugada, como eu deparei, sabe a importância de uma arma.
    De arma em punho, enquadrei esse marginal, que portava uma faca da minha própria casa.
    Ao ver a arma apontada para si, obedeceu a todas as minhas ordens, como deitar-se no chão e aguardar que minhas filhas ligassem para a policia, que veio imediatamente e cumpriu seu trabalho. Não atirei nele, não o matei, não fiz uma mãe chorar, como dizem os jornalistas de esquerda.
    Mas, morreria friamente nas mãos desse marginal, se meu poder de defesa fosse menor que o poder de ataque dele.

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