Voto em lista fechada: a hora da verdade

Há momentos históricos que nos mostram quem é quem. Estamos em um desses

Iguais, sim. Porém, muito diferentes

Pois é. Mitos são feitos de… mitificações. Uns, reais e valorosos, outros, toscos e falsos como nota de R$ 3. FHC é um mito real e valoroso. Seu legado pode — e deve — ser contestado. Eu mesmo tenho zilhões de objeções a fazer, mas sua contribuição à estabilidade monetária do país é incontestável. Outrossim, mantém-se íntegro e admirado mundo afora.

Lula é o seu oposto! Em tudo, aliás. Da lisura à educação, do simbolismo ao exemplo, sem deixar de passar pelo óbvio: a imagem. Por isso, Lula não é um mito. Lula é fake. Lula é um embuste. Lula é um castelo de areia fina, como aquela usada nos prédios que desabaram no Rio, anos atrás.

A história é quase sempre sábia, assim com o tempo é o senhor da razão. Vez por outra, ela separa os homens dos meninos. Neste caso, os virtuosos dos malfeitores. FHC se pronunciou veementemente contrário ao voto em lista fechada, este verdadeiro escárnio que a banda podre do Congresso, em conluio com parte do Executivo e do Judiciário, quer nos enfiar goela abaixo. E Lula?

FHC também se manifestou várias vezes, igualmente contrário, à continuidade do foro privilegiado, tal como posto. E Lula? FHC apoia a Lava Jato, mesmo agora, quando os caciques do partido são investigados. E Lula?

Gosto de FHC? Bem, digamos que já gostei mais. Seu eterno tino para “mulher de malandro” não me desce. Ele não perde uma só oportunidade de puxar o saco de Lula e Dilma. Não perde uma só oportunidade de defender esta dupla indefensável. E quanto mais apanha da petralhada, mais ele abaixa a cabeça. Aliás, é maravilhoso assistir aos vermelhinhos citarem FHC em prol da defesa de Lula. Essa gente é assim: quando lhes interessa, o inimigo sempre tem credibilidade.

O Congresso, capitaneado por aqueles mais abjetos, em breve nos imporá um verdadeiro atentado à liberdade de escolha; em suma, à Democracia. Será um excelente momento para vermos quem é quem. Espero, contudo, que, ao descobrirmos, igualmente nos lembremos deles na hora do voto. Aliás, deles não, já que não adiantará mais nada. Mas dos partidos, ou melhor, das quadrilhas.

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11 comentários em “Voto em lista fechada: a hora da verdade

  1. Aff, ninguém merece essa imprensa mineira psdebista.
    Que texto ruim, por sinal, carregado de conservadorismo e elitismo, contrapondo dois presidentes, em especial em relação ao grau de escolaridade. Oras, o cargo de presidente pode, e deveria ser ocupar por todos, inclusive aqueles com apenas os cursos primários. Imprensa seletiva, parcial, que vê e escreve só aquilo que lhe convém. Esperar o quê dos eleitores do PSDB?

    1. É o seguinte, petista: não julgue a imprensa mineira por mim, pois não sou jornalista nem trabalho em qualquer veículo de comunicação. Sou um mero blogueiro hospedado pelo Portal UAI; só isso.

      Conservador? Sim, com certeza. E cada vez mais! A cada passo dos ditos progressistas, mais conservador eu me torno. E tô feliz assim, muito feliz.

      Elitista? Sem chance! Tá pra nascer neguinho mais descolado que eu neste quesito. Agora, festejar que um presidente de um país seja um semi-analfabeto ignorante, ah, meu velho, isso jamais. Não por elitismo. Por racionalidade. Ou você operaria seu coração com um torneiro mecânico?

      Por fim, sobre eleitor do PSDB, nem tanto. Voto ou em quem gosto, como Gabriel Azevedo, vereador eleito pelo PHS, ou em qualquer um que esteja disputando contra o PT e suas franjas. Nem que este “qualquer um” seja o Tiririca. Ao menos me fará rir!

      1. Bom dia, Ricardo. Eis dois pontos nos quais concordamos. Não podemos colocar no cargo mais alto do país um semi-analfabeto. E ser conservador nos tempos em que vivemos significa um indício de moralidade, algo que valorizo. Por fim, vivemos em uma democracia. E como dizem alguns conformistas, temos os políticos que merecemos. Não me refiro a mim ou a você, mas àqueles que sempre querem tirar vantagem em tudo.

        Ps.: excedendo o tema do post, os frigoríficos do Paraná acabam de identificar os responsáveis pelas ditas “carnes fracas” e irão demitir cerca de 300 empregados. Na terra da propina, a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco. Lamentável. Me fez lembrar episodio Mariana-Samarco.

      2. Enfim caiu a mascara.
        Por fim seu texto deixa claro quem você é!
        Por vários textos publicados, você mentiu, querendo demonstrar uma FALSA neutralidade politica. Em num discurso de MORALIDADE politica e institucional.
        Mas não há mentira que vire verdade.
        E aqui esta você…
        Uma pessoa vinculada ao passado e defendendo seus pares.
        Existem os PeTralhas e o outro lado….os CANALHAS.
        É bom ler e ver que sua OPINIAO SEM MEDO, não é nada mais que um discurso partidário.
        Por fim..
        Apague seu discurso de moralidade.
        Ninguém pode ter ou ser MORAL…..mentindo.

        1. IÓN IÓN IÓN, URRU RRU RRU, ÓINC ÓINC ÓINC, MÚÚÚÚÚ…

          Acabou de zurrar, ô petralha comedor de alfafa?

          Máscara? Que máscara, ô Mané? Mentira? Só se for a sua existência, ô infeliz. Falsa neutralidade??? KKKKKKKK

          Ou você é um analfabeto funcional ou um burro. Possivelmente os dois, até.

          Eu sempre tive um lado, rapaz: qualquer que seja, desde que contra o PT e seu exército de lambe-sacos. Jamais fui neutro em qualquer coisa. Não me coloque na turma dos isentões.

          Por fim, “uma pessoa vinculada ao passado”… Vá ser estrume assim lá no quinto dos infernos, viu? Qual pessoa não está vinculada ao seu passado, ô zumbi de língua solta? A diferença, meu chapa, é ter um passado limpo, iluminado, do qual possa se orgulhar e contar para os filhos; ao contrário de quem só se envergonha do que fez.

          Será seu caso?

  2. Concordo com o Felipe, matéria ridícula não contribui em nada com a formação de opinião dos poucos politizados.
    Vamos dar a César o que é de César e deixar as preferências partidárias de lado né amigo Psdbista.

    1. Caro petista, acredite: não tenho a menor pretensão nem o mínimo interesse em formar opinião de ninguém. Só escrevo o que quero, como quero e pronto. Tipo alguém que canta sob o chuveiro sem qualquer preocupação, entendeu?

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