O Rio pode ser o estopim do Brasil

Rio de Janeiro — Capital e Estado — pagarão caro pelo anos de conluio com o lulopetismo. E sua população merece

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Olhai por nós!

Se os cariocas e fluminenses imaginam que a crise é grave, preparem-se, pois é muito pior do que parece. E não se resumirá aos cofres, não. Haverá confusão brava em todas as áreas, não poupando sequer a paz pública.

Os governos locais — Estadual e Municipal — foram dos mais irresponsáveis da história brasileira. Inebriados com o poder, adquirido da forma mais rasteira, durante o período mais imoral da política nacional, esta gente locupletou-se pessoal e partidariamente, tornando um grupo político uma espécie de Comando Vermelho legal. Ora sugavam dos empresários espúrios e amigos da corte; ora parasitavam os cofres federais, já que alinhados de primeira ordem dos ocupantes do Planalto.

O PMDB carioca e o lulopetismo formaram uma das mais danosas parcerias políticas já vista no país. Juntos mantiveram-se imbatíveis eleitoralmente, e roubaram e arrasaram o município, o estado e a nação, como vemos hoje em dia. Cabral, Pezão, Paes, Lula e Dilma; Eike, Esteves, Petrobras, Eletrobras; Jogos Pan-americanos, Olimpíada, Copa do Mundo. O Rio de Janeiro foi palco de uma das engrenagens mais sujas da máquina corrupta e avassaladora criada pela corja lulista. Os maiores rombos orçamentários, os maiores escândalos de corrupção e os maiores endividamentos públicos concentram-se lá. Em paralelo, os maiores bolsões de pobreza e violência urbana também.

A saúde pública em colapso; a segurança em vias de; o funcionalismo em pé-de-guerra; a classe política inteira escondida da Lava Jato; os mega grupos empresariais e financeiros idem. Some-se a costumeira desordem social e pronto! A bomba está prestes a explodir. E explodirá rápida e ruidosa. O caos se instalará pra valer. Greves pipocarão por todos os cantos. O cotidiano de quem ainda estuda e trabalha se tornará um verdadeiro inferno. E me desculpem a sinceridade, mas… Bem-feito! Não foi pouco o apoio que o petismo e o pmdebismo receberam da população. Ao contrário. O povo fluminense tornou-se ainda mais soberbo nos últimos anos, repetindo os discursos e os deboches que seus governantes proferiam publicamente.

O Rio terá de se ver com seu próprio destino. Espero que Brasília não embarque irresponsavelmente numa missão de socorro. Até porque, não é só por lá que a encrenca está brava, não. Ocorre que a convulsão que veremos no Rio tenderá a se repetir em outras cidades, principalmente em SP, onde o PT, como o eterno urubu que sempre foi, aguarda somente um pouco de carniça para atiçar o bando sedento por sangue. As esquerdas, apeadas nas urnas, encontrarão palco para os embustes de sempre. Demonizarão a política e os políticos, colocando-se como os salvadores da pátria. Justo eles, os próprios, que produziram toda esta lambança.

Quem me conhece sabe o tanto que gosto do Rio. Os amigos queridos, que tenho por lá, sabem o tanto que torço para que tudo fique bem. Digo sempre, que o meu sonho de consumo é me aposentar e ter dinheiro para morar no Leblon, de frente para o mar. Por isso desejo o melhor para a cidade e para os cariocas; mas não posso deixar de querer vê-los resolver a encrenca que criaram para si mesmos. Como diz o ditado: Quem pariu Mateus que o embale!

Ou no jargão popular: Ema, ema, ema… Cada um com seu problema.

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