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Sou Cruzeirense por amor, palestrino por herança! Falar do Cruzeiro é falar sobre a minha vida, em outras palavras eu não conseguiria definir com precisão a honra e o orgulho que é fazer parte dessa nação incontável de loucos que, cantando, expressam seu amor ao maior time das Minas Gerais!

Manobol e seus riscos!

Foto: Gustavo Rabelo

Há algum tempo eu tenho me preocupado demais com o estilo de jogo do nosso CRUZEIRO, modorrento, preguiçoso, sonolento… E eu ainda daria um milhão de adjetivos negativos.

Muitos chamam esse estilo de jogo seguro, aquele que pensa em se defender primeiro pra depois atacar, e na boa? Estou cansado disso, farto de ver o meu CRUZEIRO tomando pressão dentro de casa, nem de longe isso condiz com a nossa história, e olha que já vi elencos limitadíssimos se agigantarem apenas porque os jogadores entendiam o peso dessa camisa sagrada!

Mudança de postura? Não teremos, vamos entender que com o Mano será sempre assim, e para aqueles que dizem: “Nossa mas ele deu duas copas do Brasil, e já salvou a gente duas vezes do rebaixamento, ai se ganhar você vem e comemora!” – Sim e vou comemorar muito sempre que vencer, mas também vou xingar demais quando perder, ou isso me torna menos CRUZEIRENSE que alguém? Aos que pensam assim eu vou dar uma refrescada na memória destes:

CARÍSSIMOS, AMAMOS O MANTO SAGRADO E O CRUZEIRO, E É POR AMOR QUE CRITICAMOS TANTO QUANDO VEM UMA DERROTA COMO ESSA DE ONTEM!

Somos o gigante de Minas exatamente por cobrarmos demais e pressionarmos demais, apoiamos sim, cobrar e exigir resultados e futebol a altura do nosso manto, também é apoio e amor! Entendido?

Como é que falaram uma vez?

“O medo de perder tira a vontade de vencer…”

ME AJUDA AI NÉ MANO!