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Sou Cruzeirense por amor, palestrino por herança! Falar do Cruzeiro é falar sobre a minha vida, em outras palavras eu não conseguiria definir com precisão a honra e o orgulho que é fazer parte dessa nação incontável de loucos que, cantando, expressam seu amor ao maior time das Minas Gerais!

Não ganha nada, time de sofredôôôr

Caros amigos domingo é dia de sofrimento alvinegro,  dia de choro e ranger de dentes, de semana seguinte reclamando de arbitragem, que foram roubados, ou que o jogo foi vendido, comprado… Ou qualquer coisa do gênero!

Percebam amigos que todas as vezes na história em que o Cruzeiro fez o atleticano chorar, havia uma desculpinha esfarrapada, quando ganham é o 6a1ão da ma55a, mas quando perdem, é uma babação de argumentos, choradeira de quem está acostumado a perder!

Isso acontece pelo tanto que o Cruzeiro incomoda os sofredores do culto alvi negro, cegos por uma paixão que os levam para um mundo alternativo aonde o que eles pensam é realidade!

Nesse mundo o time deles é maior que o Cruzeiro, nesse universo paralelo alternativo ser torcedor deste mesmo time é orgulho, coisa de paixão!

Conhecem aquela história que a grama do vizinho é sempre mais verde? Pois é, o olhar atleticano é cheio de inveja e mágoas quando vê e compara a história do time deles com a do maior de Minas, e aí a paixão, o amor, o discurso cai por terra! Um exemplo claro dessa mágoa que eles levam dentro deles é a forma como debatem futebol, em um certo momento, títulos não irão valer nada, a história será distorcida, e o que vale é encerrar o debate com as nomenclaturas xulas, que o vovô ensinou na época que os netinhos e até os filhos (cansados de sofrer) viram o Cruzeiro bater o Santos de Pele e depois conquistar a América diante do maior River Plate de todos os tempos, e estes mesmos filhos e netos queriam torcer para o Cruzeiro, e os patriarcas da família, meio que numa linha severa de criação, não admitiam! Nesses dias a taça libertadores da América era RAIZ e ser campeão não era o suficiente, tinha que dar espetáculo, e o Cruzeiro foi apelidado de academia, pelo seu estilo de jogo, que sempre encantou o mundo! A invenção de apelidos era a forma de evitar que perdem-se seguidores, familiares enganados, que ao despertar entendiam qual era o maior, o melhor! É bem verdade que estes do outro lado que vieram naquela época não eram fiéis por amor, e sim por uma determinação familiar na sua grande maioria! Hoje em dia vemos que foi por respeito aos pais que aqueles que cansaram de sofrer já não debatiam tanto e deixaram a falácia “da torcida mais fanática” ficar com o lado de lá, entretanto, os filhos que seguiram o Cruzeiro verdadeiramente por amor, já estão fazendo essa mentira sucumbir!

Mas enfim não derrame lágrimas antecipadas amigo sofredor atleticano, não precisa ter medo antes da hora! Vá para a TOCA 3, com alegria, afinal, você verá o Cruzeiro jogar, verá a nação azul cantar, e isso sim é motivo de festa em Minas Gerais!

O GRANDE CAMPEÃO

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