Skip to main content
 -
Pedro Henrique é professor, blogueiro e cruzeirense fanático. Escreve desde 2012 e já teve passagens no Blog Azul Estrelado, Camisa 11, Lance Activo, Guerreiro dos Gramados e Bloguerreiro. Siga @RealPedrin no Twitter e acompanhe diariamente os comentários do blogueiro. Curta a fan page oficial do blog no Facebook: fb.com/blogsomoscruzeiro/

Klauss Câmara fala sobre a base, contratações e “falta de identidade” dos clubes brasileiros

Em bate-papo com torcedores na Toca da Raposa, Klauss Câmara esclareceu diversas dúvidas dos convidados. (Foto: Washington Alves/Cruzeiro)

Responsável pelas contratações das categorias de base da Raposa, Klauss Câmara foi efetivado como diretor de futebol do Cruzeiro em janeiro deste ano. A sua primeira responsabilidade no profissional foi conduzir a transferência de Thiago Neves para o time celeste. Há mais de seis meses no comando da diretoria de futebol do Cruzeiro, Klauss conversou neste sábado com os torcedores por cerca de uma hora e meia sobre a base, sobre o processo de contratação, sobre reforços, sobre a criação de uma equipe sub-23 e uma equipe B e sobre vários outros temas.

Klauss, o Cruzeiro vai contratar algum jogador nos próximos dias?

“Hoje a gente tem as situações sobre dois jogadores, um zagueiro e um lateral, que a gente já está resolvendo os últimos detalhes para poder ver se anunciamos na semana que vem.”

Qual é o principal problema do Brasil em relação ao aproveitamento dos atletas da base?

“Essa troca constante de profissionais, essa falta de identidade é um problema sério no nosso país. O fato de eu poder sair daqui e trabalhar em outro lugar, isso é natural, mas para instituição, sobretudo, isso é prejudicial, porque é importante ter uma identidade. É importante saber que tipo de jogador a gente quer formar, pois a base existe para formar jogadores para o profissional. E a partir do momento em que há muita troca de profissionais – e isso é um problema do Brasil – há um problema de identidade no país.”

E existe diferença entre a base e o profissional?

“A base é um universo totalmente diferente do profissional. O universo da base consiste na formação e o universo do profissional consiste no resultado. Lá na base os resultados são importantes para ajudar a formar o atleta vencedor pelo clube que ele representa. E ele precisa ganhar, ele precisa vencer. Mas, em contrapartida, a meta que nós traçamos inicialmente de termos três atletas atuando no profissional (isso é inicial, isso pode ser aumentado, isso deve ser aumentado) a gente já conseguiu alcançar.”

Como você enxerga a força das categorias de base do Santos?

“Eu trabalhei no Fluminense. E existem dois grandes clubes, o Fluminense e o Santos, que têm um aproveitamento constante e natural dos jogadores da base. Existe um universo no Fluminense que conspira de forma muito favorável para os atletas da base. É aquela coisa dos “meninos de Xerém”. Construíram isso lá. A torcida tem uma aceitação com os meninos que vocês não fazem ideia. O menino pode errar várias vezes em várias situações. A imprensa carioca já criou um estigma pros meninos da base do Fluminense, que não há tanta crítica como nos outros. E aí a diretoria do clube já tem de uma forma natural aquela coisa de “tem que ter menino de Xerém”. E a gente precisa construir isso, porque é até uma necessidade econômica dos clubes do Brasil.”

Ao ser questionado sobre como está o Cruzeiro em relação ao Fluminense no aspecto de transição dos atletas da base, de zero a dez, Klauss Câmara teve firmeza ao dizer que “nesse aspecto eu dou nota 6. O Cruzeiro precisa e tem uma necessidade de evolução. E isso a gente tá construindo aqui dentro.”

O diretor de futebol do Cruzeiro fez questão de salientar a importância do torcedor no processo de transição dos jogadores da base:

“A torcida é determinante, porque o menino em qualquer outro grande centro do mundo ele tem um momento para ele transitar de forma mais segura. Ele tem uma equipe B, ele tem o sub-23, ele tem torneios, ele tem calendário que permite que ele vá vivendo essa questão que é natural do ser humano, do indivíduo. Por quê que a FIFA reconhece, por exemplo, o mecanismo de solidariedade até os 23 anos? Porque ela entende que o indivíduo está em desenvolvimento e alcança a sua maturidade com 23 anos. E como funciona aqui no Brasil com o menino que alcança os 20? Se ele não transitar bem para o profissional e não render e ‘performar’ num nível top, tem que emprestar, tem que negociar, tem que fazer outra coisa, porque não temos tempo. E isso não é para o Cruzeiro. E aí a gente vê o Santos e o Fluminense com essas facilidades porque já criou-se isso. O menino tem que entrar, o menino tem que se sentir seguro, apoiado.”

O Cruzeiro pensa em criar uma equipe sub-23?

“Eu sempre fui defensor, a nível nacional, da criação de uma equipe sub-23, mas que seja algo sólido, que parta da CBF, que as federações apoiem tudo isso e que os clubes entendam, em grande massa, que isso é necessário. Hoje, na visão do Cruzeiro, você ter uma equipe sub-23 que não tem um calendário, aonde você não joga contra equipes de camisa, aonde você não tem uma competição em que a gente promova para os atletas a conclusão desse desenvolvimento da formação, nós não entendemos que seja viável.”

E um Cruzeiro B?

“Se eu fosse o presidente e tivesse a caneta? Até por uma questão estratégica, eu não vou te responder, porque eu tenho sim um modelo que eu vejo como ideal para a gente realmente poder fazer isso, ter a transição para que o atleta conclua a formação e para que ele tenha um desenvolvimento ainda maior e saia dessa equipe e chegue ao profissional do clube com uma capacidade de vestir a camisa e estar num nível de performance muito bom. Mas eu não vou jogar aqui uma estratégia, um plano que a gente tem para o futuro. Eu não vejo hoje o Cruzeiro montar um time B aqui em Minas Gerais para não ter calendário. Não é viável hoje porque nós não teríamos um ano com grandes jogos, grandes estádios, com torcida. Fazer um time sub-23, com comissão técnica e treinando para não competir, isso não é viável.”

Por que o Cruzeiro não dá espaço para os jogadores que foram destaque na Copa São Paulo?

“É intenção nossa poder aproveitar ao máximo os jogadores que são oriundos da base. Para isso a gente precisa construir esse cenário. Hoje a gente vê muitos atletas com potencial lá na base. O Vitinho é um desses jogadores que tem potencial para estar aqui, mas a gente precisa de uma equação e de um momento ideal para pegar esses meninos que estão lá e colocá-los aqui para que eles construam de forma sólida a sua carreira no profissional. Porque se for pra pegar e colocar aqui só para ficar treinando e treinando e treinando e aí tira ele de lá, ele fica sem jogo (que é o principal elemento para o desenvolvimento, para a formação do atleta) e ele só treina. Então a gente precisa encontrar esse meio termo.”

Qual é a participação da análise do desempenho no processo de contratação de jogadores?

“Os números são importantes, mas eles não são determinantes. Os dados, as informações da análise de desempenho precisam ser interpretados. Em qual contexto o cara jogou? De qual torneio ele participou? Contra quem? Onde ele fez mais gols? Ele joga mais em qual característica? Isso vai atender ou não aquilo que esperamos para o Cruzeiro?”

O vídeo da entrevista pode ser acessado aqui. Neste post, tentei resumir o que de mais importante falou o atual diretor de futebol cruzeirense. Para que a leitura fosse facilitada, separei os temas por meio de tópicos. Nem tudo foi transcrito, por isso coloco-me à disposição para responder questões por meio dos comentários.

Pedro Henrique

Olá, o meu nome é Pedro Henrique. No Twitter, sou conhecido como o @RealPedrin. No blog, todos me chamam de PH. Desde 2012, escrevo sobre o Cruzeiro. Já redigi no Blog Azul Estrelado, Camisa 11, Lance Activo, Guerreiro dos Gramados e Bloguerreiro. Não sou daqueles blogueiros que gosta mais de cutucar o rival do que de analisar o próprio time. Minha missão aqui é colocar o meu ponto de vista - dentre tantos milhões de pontos de vista possíveis - e abrir o espaço para o debate, para a troca de ideias. E prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Ei, você curte o blog? Então curte lá a nossa fan page no Facebook: fb.com/blogsomoscruzeiro/. Muito obrigado! Sejam todos bem-vindos!

54 comentários em “Klauss Câmara fala sobre a base, contratações e “falta de identidade” dos clubes brasileiros

  1. Honestamente não vi nada de muito relevante nessa conversa. Presidência muda no fim do ano e vai saber se algum projeto desses vai existir. Sobre paciência com jogador da base é complicado mesmo. Mas é melhor ter um ruim da base que um bonde de salário alto. Ou seja, ter o Elber mesmo sendo fraco é muito melhor que pagar um salário absurdo pra um RMarques ficar aqui jogando pedra. Mas isso é planejamento, algo inexistente quando contratam Fiascos da vida. E acho que tem que parar de fazer muito alarde com jogador da base. Alex subiu com todo mundo elogiando, aí sobe a expectativa e o cara não consegue, já um murilo que subiu na “surdina” consegue responder com mais facilidade.

  2. Não vi nada de excepcional nessa entrevista e martelou na mesma tecla. É válido sim ter essa transição entre a base e o profissional, mas não acho que devamos esperar até os 23 anos para isso. Até os 21 anos você nota se o cara leva jeito ao menos para ser titular em times grandes.

    Concordo com a parte da mentalidade de torcida e isso é muito notório principalmente no Santos onde a torcida compra e tem paciência com a base. Aqui, se o cara não tem nome de craque e ou tem um apelido estranho já é mais do que o suficiente para vemos com olhos ressabiados.

    Acho que novamente faltaram perguntas que a torcida realmente gostaria que fossem feitas.

    Como e como funcionam as peneiras?
    Qual a influência de empresários?
    Quando um jogador chega qual a porcentagem o clube tem no atleta?
    Porque há anos não revelamos um jogador de nível elevado?

    A sensação que se passa é que esses encontros não passam de conversas entre amigos num fim de tarde tomando uma cerveja.

    1. “Como e como funcionam as peneiras?
      Qual a influência de empresários?
      Quando um jogador chega qual a porcentagem o clube tem no atleta?
      Porque há anos não revelamos um jogador de nível elevado?”

      Todas essas perguntas foram respondidas pelo Antonio Assunção, em entrevista que eu fiz aqui no blog. Então sua crítica não tem o menor sentido.

      1. Ok. E para o Klauss, essas perguntas foram feitas? E você quer eu veja uma entrevista de 1h;30min com um diretor de futebol do Cruzeiro. Ler o seu resumo é melhor.

        1. Não foram feitas, porque o Klauss é diretor de futebol. Ele é responsável por outras coisas. Se uma pergunta dessas fosse feita, ele passaria o bastão para o profissional da área. Simples assim. E sim quero que você assista. Qual o problema? Lá tem mais informações que o post resumido.

          1. A primeira do seu título é: “Klauss Câmara fala sobre a base…” Seu resumo foi pautado na base e entendo que ele naquele momento, tinha autonomia para isso. Depois eu vejo a entrevista

  3. É muito bom e talvez seja muito tarde, para o que o Cruzeiro almeja, contratar um lateral direito e um zagueiro a essas alturas do campeonato. Voltando, pelo menos, o Manoel que não é lá essas coisas mas é experiente, um novo zagueiro para fazer dupla com ele (sem o Léo) seria ótimo…

  4. Absurdo =é gastar os tubos com as categorias de base e não ver resultados. O América tem um trabalho muito bom com custo modesto, muito inferior ao CEC. Se não estamos conseguindo revelar jogadores algo está bem errado. Que se descubra então o que é e se corrija.

      1. Não tenho muita certeza, mas acho que esse Alex e Raniel foram comprados e já jogavam no profissional de outros clubes. “Revelar” assim é bom, mas não encaixa muito nesse contexto.

  5. Enfim…O velho problema da falta de projetos,objetivos definidos,gestão qualificada,recursos
    extraídos do próprio espetáculo,etc..etc,na estrutura do futebol brasileiro,bem como “tudo” no Brasil…Bons profissionais sabem onde estão os problemas…Mas,existe uma tendência em todos os níveis no Brasil de “pensar pequeno”…Entrevista muito boa…

  6. PH. por favor ve se me responde. o clube prega que ta sem dinheiro, ai voce ja tem no elenco varios atacantes, ai o clube vai la e traz, o RAFA MARQUES. que tem um salario enorme ,se nao trossece ele o clube economizaria cerca de 4milhoes sera que eles não pensam nisso não? e ai o manoel ja esta voltando pra que outro zagueiro.O Rafael Sobs não esta jogando nada e e titularisimo do time e não vejo ninguem criticar ele contra o Galo, Palmeiras,Atletico do Parana ,Flamengo,fora outros.

    1. Rafael veio na negociação com o Mayke. Acho que o Cruzeiro não queria simplesmente emprestar o Mayke sem receber nada em troca. Sobre a necessidade de um zagueiro, eu entendo que precisamos sim. Léo não é confiável, Murilo está em processo de transição, Kunty está com problemas, Dedé não se sabe e Manoel é o único que passa confiança. Sobre o Sobis, ele tem sido muito criticado sim, inclusive aqui no blog.

  7. Eu ia comentar exatamente sobre o Alex da base como o amigo disse anteriormente. O jogador é meia de criação/atacante e quando tem oportunidade ( já teve oportunidades sim
    na minha opinião ) fica simplesmente voltando a bola para trás. Ele não tenta um drible, não tenta partir em progressão em direção ao gol nenhuma vez. O jogador é jovem, mas tem que ter consciência da sua posição. Qual futuro ele imagina ter como meia se ficar voltando a bola para trás em toda jogada? A base deve servir para o jogador ter personalidade e saber sua função tática no campo e alguns jogadores da base do Cruzeiro não tem essa condição. Claro que existem exceções como Murilo e Nonoca mas ainda é pouco. Torcida tem paciência com quem mostra algum futebol, se não mostrar nada, realmente fica difícil.

  8. cruzeiro precisa de um presidente urgente, ai sim qualquer plano sairá do papel. com este senhor que se diz presidente, com certeza não vamos a lugar algum. Quanto a base é fundamental.

  9. O mais importante (não sei se tem na entrevista completa) ele não falou, a busca do Cruzeiro em uma identidade tática e característica entre os atletas da base e profissional. Explico: passou da hora do Clube identificar em sua história seu modelo de jogo e implantá-lo em TODAS as suas categorias. Diagnosticar o tipo de volante que deseja ter, o estilo dos laterais, zagueiros, meias e atacantes. Colocar um esquema tático “universal” em que o garoto saiba o que fazer desde a base até o profissional. Naturalmente, categorias muito baixas deixar com que eles joguem sem obrigações, principalmente táticas para desenvolverem a parte técnica, mas que a partir de determinada faixa iniciem esse processo. Uma espécie de Escola de Formação “do” e “para” o Cruzeiro!!!!! E adequar a isso à característica dos treinadores que se encaixam no perfil. Isso até eliminaria bizarrices no profissional como Joel Santana, Celso Roth, Mano Menezes e etc…Seria utopia demais????

    abraços!!!!

    1. Pois é. Foi o problema que ele destacou. Não tem que partir do Klauss, mas do Cruzeiro. A gestão vai mudar de novo daqui a uns meses. Será que vão pensar nessas coisas? Será que vão mudar o que está sendo feito agora?

  10. Concordo que a torcida do Cruzeiro dificulta nesse processo, pois muitas vezes (quase sempre) não tem paciência se o jogador demora pra “engrenar”. Mas tem também o problema dos treinadores que já chegam ao clube indicando várias jogadores pra serem contratados. Nem se dão ao trabalho de olhar o que tem na base. E outra questão também é ficar tratando jogadores de futebol como se fossem de vidro. Pelo amor de Deus, se um cara de 22 anos não puder se cobrado, ganhando dinheiro como eles ganham, vivendo pra isso, tá de brincadeira né??? Um soldado de 19 anos com a arma na cintura tendo que decidir se atira e vai pra cadeia ou não atira e morre, isso é normal. Agora um sujeito com 22 anos nas costas precisando de tempo pra ficar tranquilo. Difícil viu…

  11. PH você foi correto no relato, mas o Klaus NÃO! Saiu pela tangente em quase tudo que lhe foi perguntado, foi reticente no que concordo, pois está em final de mandato!
    O que revelou sobre a BASE não esclareceu nada! Simplesmente fez apologia do seu trabalho lá. E isto é pouco. Saber o que Flu faz, muito menos!
    Nada disse sobre o elenco atual e quanto a situação do Ábila, parece que nem foi foi instado a falar sobre isto!
    Entrevistas assim, Caro PH, nada de novo acrescentam. Só sorvem para lhe desgastar, pois a turma aqui vai achar que você, por ser o Blogueiro, tem super poderes para colher confissões e esclarecimentos dessa diretoriazinha covarde, omissa e danosa aos legítimos interesses do Cruzeiro. E, o Klaus, como componente dessa trupe não podia mesmo marcar gol contra.
    Valeu contudo seu esforço e dedicação para nos revelar o que mais queríamos saber: o clube está quebrado mesmo? Por que o Mano não dá espaço a outros jogadores da base, como o Vitinho e outros? Por que Rick Sena foi emprestado para Portugal sem jogar uma só vez no titular? A diretoria alguma vez questionou o Mano pela perseguição ao Ábila? O Messidoro vem emprestado? Qual o percentual que o Cruzeiro terá ainda no passe do Ábila, já que o Boca quitando apenas a parcela não paga NÃO PODERÁ JAMAIS ficar com todos os 50% comprados pelo Cruzeiro! Sassá e Rafael Marques podem jogar pelo Cruzeiro na Copa Brasil? Não foi temeridade liberar o Ábila agora?
    Ainda bem que outubro se avizinha para sabermos se teremos uma força nova, de gente que pensa e age, para gerir nosso destruído Cruzeiro Esporte Clube que tão mal administrado poderá ser vencido, contrariando assim o poema de nosso hino.

  12. Pedro, pelo resumo que li da entrevista do Klauss, tenho que discordar de uma coisa. Ele fala que no Fluminense e no Santos os torcedores apoiam os jogadores que sobem da base. Aqui no Cruzeiro, vejo os torcedores ansiosos para ver os destaques da base jogar, mas eles não tem oportunidade, quem não apoia é o treinador. Um exemplo é o zagueiro Murilo. A torcida não aguentava mais o Caicedo, como não aguenta o Léo. O Murilo foi estrear na fogueira contra o Bahia. Agora pode colocar outro zagueiro da base fazendo dupla com o Murilo, no lugar do Léo, que ele terá apoio. Um outro exemplo é a lateral direita. Será que precisava trazer esse ex-Beatle lá do Rio Grande do Sul mesmo, sem antes testar os laterais da base? E uma última coisa, por que não usam o fraquíssimo Campeonato Mineiro para colocar os garotos da base pra jogar. Abraço

    1. Ótimo comentário Reinaldo, vem falando isso direto, se tivesse colocado alguns garotos no rural, de repente não tinha precisado contratar alguns bondes como, Lennon, Fabrício, Bryan, R. Marques, Ezequiel, Rafinha, e também não estaria aguentando esse horroroso desse Léo. Como que um treinador deixa um garoto como Vitinho sem ao menos treinar com os profissionais, o Andrey mandaram pra J. de Fora, e agora um time do Japão esta querendo leva-lo, o contrato esta vencendo no final do mês, vai acabar indo de graça. Cade o Dudu, um meia muito bom, já sumiram com ele, pra mim nessa entrevista não disse nada.

  13. Pela estrutura montada, pela toca I e por tudo que o clube oferece aos atletas da base, a coisa deveria funcionar melhor. É verdade que de uns tempos pra cá alguns jogadores tiveram um certo destaque, alguns até alcançaram a titularidade, casos de Maik, Alisson e Elber, mas na minha opinião é muito pouco pelo tanto que o clube investe. Acho que precisa-se fazer um estudo mais aprofundado sobre o custo benefício dessas categorias de base. O clube gasta milhões anualmente e quando algum atleta chega a se destacar às vezes não tem muitas chances no time profissional, a torcida às vezes não tem paciência com o mesmo, o clube empresta pra adquirir experiência e na maioria das vezes o menino desaparece e consequentemente nada de retorno. Outra coisa que eu particularmente não concordo: essa de emprestar jogador da base pra que o mesmo ganhe experiência é balela; o cara quando é bom sai dos juniors e come a bola no profissional. Temos muitos exemplos no futebol brasileiro. A questão é que hoje em dia se faz atletas, fortes, altos e quase nenhuma habilidade; o contrário de outros tempos, décadas de 60/70, quando tínhamos olheiros espalhados por todo o interior e de lá muitas vezes traziam meninos franzinos mas bons de bola, davam a estes um tratamento adequado, uma formação legal e o resto todo mundo já sabe, o menino assim que subia pro profissional ia pra campo e matava a pau. Infelizmente não se vê mais essas coisas nos dias atuais. Lamentável…

  14. Dei aula na escola dentro da Toca da Raposa. Murilo e Nonoca foram meus alunos, assim como Bruno Vianna, Lucas França e Lucão. Além deles Cesinha, Vitinho e Brasão que estão se destacando na base. Percebi duas situações que da arquibancada não temos a menor noção:
    1) esmagadora maioria vem de famílias sem qualquer estrutura dos rincões do país, não têm acesso à educação (lhes ensinava operações básicas da matemática e ainda sim eles tinham muitas dificuldades, além do desestímulo), alimentação e saúdes precárias, além da vulnerabilidade social;
    2) as famílias passam a depositar no sucesso no futebol toda a esperança de reverter esse quadro. Com tudo isso na cabeça deles o foco passa a ser a fama que o futebol traz, as portas que o dinheiro abre. Uma geração totalmente diferente da minha (estou com 41 anos) que só queria ser jogador pelo prazer de jogar futebol. Aliado a tudo isso ainda tem a mídia com o endeusamento Neymar, CR 7 e Messi, que os ilude como num conto de fadas. Então, se faz necessário sim, que o jogador tenha tempo de amadurecimento, rodagem de jogo. E aí, concordo que o calendário de jogos e competições para o sub 23 seria um diferencial. Diminuiria a margem de erro. Por exemplo, acho que, além do Murilo, Fabrício Bruno e Bruno Vianna são muito mais jogadores que Caicedo. Porém, os dois últimos entraram numa fogueira que foi a bagunça de time do ano passado (Ainda sim não foram bisonhos como o equatoriano) e foram queimados por imprensa e torcida.

  15. – O Cruzeiro tá precisando de uma “chacoalhada” no seu comando diretivo. E urgente!!! É sabido e digo insistentemente por aqui que não temos presidente. As comparações são inevitáveis…olha o fundo do poço que saiu o nosso rival local, o caminho que estão seguindo e o caminho que nosso Cruzeiro trilha. O Cruzeiro parou no tempo gente!!! É essa a verdade! Enquanto um vislumbra a construção de estádio próprio(não me interessa de que forma) o nosso Cruzeiro pelo que sabemos cresce mensalmente uma dívida com a gestora do Mineirão. É triste falarmos isso, mas, hoje não temos dirigentes dos quais sentimos orgulho. Na época do Perrela, ele trazia um jogador e se esse não mostrasse resultado…logo logo ele dava um jeito de “passar pra frente” o dito cujo. Hoje, temos um elenco super inchado, com jogadores medíocres com altos salários atrapalhando o surgimento de jovens da base. Nosso comando é triste, pífio e amador. Estou ansioso por um presidente jovem, empreendedor, com sangue nos olhos pra botar o Cruzeiro novamente na vanguarda. Velho Gagá….seu tempo está acabando!!!!

  16. Tem que ter paciência com a base sim! A torcida tem entender e apoiar. A base é um investimento do clube, se começarmos a cobrar em demasia lógico que os Garotos não irão suportar a pressão. Quero ver um Cruzeiro com todos da base e Nós dando uma grande força, pois quem vem de baixo tem AMOR a camisa, respeita o Clube que o projetou e cria empatia com sua torcida. Vamos aprender a dar o tempo necessário para os Atletas que sobem….

  17. E lá vem o Digão, cheio de paixão!!

    http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2017/07/18/noticia_cruzeiro,415983/digao-consegue-liberacao-e-chega-ao-brasil-para-acertar-com-o-cruzeiro.shtml

    “Genivaldo Santos esteve na Sede Administrativa e no camarote do clube no Mineirão, onde assistiu Cruzeiro 1 x 1 Flamengo, no domingo. O agente foi responsável por trazer à Toca II jogadores como Caíque Valdivia (Criciúma), Luiz Fernando, Rafael Silva (Guarani), Douglas Grolli (Chapecoense) e Ezequiel. Recentemente, ele tentou emplacar o lateral-esquerdo Marlon, do Criciúma, mas o negócio não avançou”.

    http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/colunistas/jogo-rapido/2017/07/18/jogo-rapido,415889/jogo-rapido.shtml
    Importantíssimas contratações os jogadores do amigo ilustre do Gilvan.

  18. Ábila indo embora, receberemos em troca o Messi Pomodoro e o Boca ainda vai ao México e busca o Edwin Cardona.
    Clubes brasileiros perdendo sempre nas contratações estratégicas para os quebrados clubes argentinos.

  19. O diretor tocou num ponto importante: não, necessariamente com jogador da base, mas em todo o profissional, ocorre uma movimentação constante de jogadores. Falta planejamento, pois o clube contrata jovens jogadores com potenciais como Gabriel Xavier, Joel, Fabricio Bruno, e de repente são emprestados. Que falta de coerência. Desperdiça-se a oportunidade de aperfeiçoar estes jovens na equipe principal. Em contra partida, contrata-se jogadores rodados, mas com potenciais muito mais reduzidos. Como vamos entender isso?

  20. PC,
    Não gostei da matéria, para min, não trouxe nenhuma informação importante sobre o “maior de Minas”, esperava muito mais do que somente o que o nosso diretor politicamente pensa e, não pode executar, e o que ele acha que é a salvação da base vai para o gerundio, e ele nem diz o que e’. Na direção do Cruzeiro, e nela incluo todos os departamentos (médico, futebo, financeiro, marketing, etc) as coisas são tão confidenciais que nem eles mesmos tem conhecimento.
    Nesta entrevista a única informação realmente útil foi quanto ao zagueiro e lateral que estão para contratar. Se o zagueiro realmente for o Digão, acho um grande erro, pois temos jogadores melhor que ele emprestados a outros time (Grolli e Fabrício Bruno na Chape são exemplos). No caso do lateral, ou jogador para qualquer posição, espero que a diretoria contrate sempre um profissional de alto nível, se não for possível utilize algum jogador emprestado ou da base, chega de inflar a folha de pagamento com mais jogadores meia-boca.
    Contratar jogadores meia-boca como andaram contratando nos ultimos 2,5 anos, acaba com o patrimônio do clube, chega!!
    #foramano
    #picaamulagilvan

  21. Esse nosso Diretor de futebol, P.H., é inteligente, porém acho o mesmo muito imaturo para ser diretor de um clube gigante como é a Raposa. Deu pra perceber que ele deveria continuar na base, e não ser diretor do Profissional, demonstrou pensar pequeno. E essa contratação de Digão, e perder o Ábila, e ficar sem atacante pra sequencia da Copa Brasil, mostra a grande inexperiência do mesmo, desse jeito ele vai perder feio para o Matos. Abraços.

  22. Quando o jogador da base é craque ele já entra com 17, 18 anos e arrebenta. Esses que ficam com 20, 21 anos e o técnico esperando a melhor hora…geralmente são jogadores medianos. Basta ver a história de craques do cruzeiro: tostão e ronaldo com 16, 17 anos já arrebentaram. Eram meninos e nem ficaram pensando se eram novos, se iam se queimar, etc. PRECISAMOS MELHORAR A BASE. CRUZEIRO É GRANDE!!!!

  23. O companheiro de blog Reinaldo, entre outros, fêz comentário interesante, com relação ao aproveitamento da garotada. Sempre cobrei da diretoria e comissão técnica uma política de oportunidades para o amadurecimento dos garotos em fase de transição para o profisional. Todos sabemos que isto depende muito de como trabalha o treinador. Tem uns que só gostam de trabalhar com medalhões “os medrosos” e temos exemplos muito bem perto de nós mesmos. Outros mais ousados, experiêntes e que passaram por esta fase de transição, quase sempre com sucesso. Estes sim respeitam mais a garotada e sabem insentivalos nos momentos de transição. Dando moral e oportunidades em jogos nas fases de laboratórios para pegarem canjas……..Isto é para poucos…Abraços Azuis

  24. Jogadores como Murilo, Nonoca, Rafael, Raniel, LS16, entre outros, só entraram no time porque os ditos medalhões se contundiram em jogos se sem nenhuma importãncia, durante fases do Mineiro e Copa d Brasil contra equipetipo: Muricis e Gabirobas da vida, jogos estes em que a garotada da base deveriam ter oportunidades para se aperfeisoarem. Fiseram o contrario e hoje temos um DM bem movimentado e a garotada entrando na fogueira e a Comissão Técnica mesmo acendeu…….Êtas Oreias.

    1. Verdade!
      lembrando que Marcelo Oliveira só deu sequência a LS16 em 2013 devido a más atuações de Leandro Guerreiro e a uma lesão de Souza!

  25. TUDO ISSO QUE VEM OCORRENDO NO CRUZEIRO TEM UM NOME: FALTA DE PLANEJAMENTO . O TIME COMEÇA A IR MAL NOS CAMPEONATOS E AI A DIRETORIA SAI FEITO UMA PL (PORRA LOCA) CONTRATANDO TUDO QUE É OFERECIDO E APARECE , E NESSAS HORAS OS JOGADORES DA BASE NÃO SERVEM E NEM PODEM ENTRAR NESSAS FOGUEIRAS , FALTA CONHECIMENTO DE FUTEBOL PARA MONTAR UMA EQUIPE MINIMAMENTE COMPETITIVA E AI SIM COLOCAR OS JOGADORES DA BASE AOS POUCOS . O TORCEDOR TAMBÉM TEM ALGUMA RESPONSABILIDADE POIS O ALLANO ESTAVA ARREBENTANDO NA BASE E QUANDO SUBIU PARA O PROFISSIONAL NÃO DERAM TEMPO NENHUM PARA O MOLEQUE E FALTAVAM ATIRAR NO RAPAZ QUANDO ENTRAVA EM CAMPO , E AI NEM O PELÉ DA CONTA . ESPERO QUE A NOVA DIRETORIA TENHA ISSO QUE EU E MUITOS OUTROS SABEM QUE FALTA AO CRUZEIRO : ” PLANEJAMENTO “QUANTO AOS SANTOS E FLUMINENSE O QUE MAIS ACELERA AS CATEGORIAS DE BASE É A FALTA DE DINHEIRO ONDE OS TREINADORES SÃO OBRIGADOS A LANÇAR MÃO DAS CATEGORIAS DE BASE , TODO MUNDO SABE A HISTÓRIA DO DIEGO E DO ROBINHO LANÇADOS PELO LEÃO PORQUE O TIME NÃO TINHA DINHEIRO E NEM CRÉDITO PARA CONTRATAR NINGUÉM , DEU CERTO MAIS MUITAS VEZES TAMBÉM NÃO SÃO PLANEJADOS .

  26. Abila artilheiro semjogar indo embora, ficando um Sassá instável e apenas promessa, Rafael Marques que não é da posição. Estão focando na questão de se livrar da dívida mas fizeram outras. A pena a saída do Ábila. Vários aqui sempre o criticaram, mas basta Sassá não fazer gols para pedirem ele de volta. Ê torcida…. Quanto aos jovens da base, Cruzeiro é muito cheio de dedos para lançar e depois acaba emprestando. Tá q por pra jogar e bancar. Todos os listados pelo PH são reservas exceto o Lucas Silva q foi bem e vendido.

  27. Acho que houve uma incoerência ou eu não estou conseguindo captar bem:

    “A base é um universo totalmente diferente do profissional. O universo da base consiste na formação e o universo do profissional consiste no resultado. Lá na base os resultados são importantes para ajudar a formar o atleta vencedor pelo clube que ele representa. E ele precisa ganhar, ele precisa vencer”.

    Se o universo da base consiste na FORMAÇÃO e o universo do profissional consiste no RESULTADO, fico com um pé atrás com a declaração de que “lá na base os resultados são importantes para ajudar a formar o atleta vencedor”.

    Quantas Copas São Paulo o Fluminense e o Santos ganharam?

    O grande campeão da Copinha é o Corinthians e ele não tem essa tradição de formar jogadores da base.

    O Klauss vai me desculpar, mas o foco da base deveria ser a formação do atleta, ensinar o cara a chutar bem com os dois pés, a passar, a cabecear, a se posicionar, a marcar, a recompor, a se cuidar fora das 4 linhas, a ter sentimento de equipe e não individual, a saber integrar um elenco e por aí vai. Também tem que dar educação para esse cara, suprir o berço que provavelmente faltou na casa dele. Tem que formar um bom homem e um bom atleta.

    Os títulos na base jamais deveriam ser o OBJETIVO, mas apenas uma eventual CONSEQUÊNCIA de um bom trabalho de formação. Se vierem, bem. Se não vierem, o atleta vai estar consciente de que virão no profissional porque lá é que importa e lá ele vai ter o que os outros que só almejaram títulos na base não tiveram: uma boa base que fará toda a diferença.

    O jogador da base tem que ser formado sabendo que o objetivo dele é ganhar título no profissional e se o título não vier na base não significa que não está sendo formado um atleta vencedor.

    Se eu entendi bem, esse cara está totalmente equivocado nesse aspecto fundamental de base x títulos.

    Não falo isso da minha cabeça. Fiz parte da base de uma geração vencedora no futebol de salão, embora eu tenha parado no juvenil. Quem me ensinou isso foi um excepcional técnico, não é invenção minha.

  28. Só completando, eu lembro que nos treinos o tal treinador sempre dizia para os jogadores, inclusive para o “beque”, mais ou menos isso:

    Se você sentir firmeza, vai pra cima. Você sabe driblar, criar, então não pode ficar preso pelo medo de perder a bola, tomarmos o gol e o nosso time perder.

    Perder ou ganhar é o resultado natural da sua decisão e você tem que aprender a conviver com isso.

    Somente tentando, errando e acertando, você vai adquirir a confiança necessária para driblar na hora certa e a sabedoria de que precisa para não driblar quando não for a hora certa.

    O único jeito de saber qual é a hora certa de driblar ou passar a bola: tentando.

    E a hora de fazer isso é aqui na base, pois lá no profissional uma decisão errada pode ser um título perdido e a sua carreira acaba.

    Nós queremos esse título e se você perder a bola nós vamos dar o caneco para o adversário, mas se você não perder a bola o caneco vem pra gente.

    Como esse técnico tinha sido um excepcional jogador, às vezes interrompia o treino e mostrava para o jogador onde ele tinha errado.

    Quem se ferrava quando a bola era perdida era eu, que era goleiro e no futebol de salão o goleiro não podia sair da área. Ainda assim, eu via a enorme importância dessa filosofia já na base porque os caras eram bons e tinham todo o seu potencial aproveitado, eram apenas lapidados e orientados, tornando-se assim jogadores cada vez mais seguros na medida em que subiam de divisão.

  29. O planejamento correto na minha modéstia opinião, seria o Maior de Minas apostar suas fichas em um excelente goleiro, um excelente zagueiro, dois meios de campo igual a Lucas Romero e um excelente armador e um excelente atacante de velocidade.
    O problema do Maior de Minas é que temos:
    • Um goleiro que toma muito gol e está a muito tempo no Maior de minas;
    • O único zagueiro atual de qualidade, o Dedé vive machucado;
    • A insistência com Henrique no meio, que é fraquíssimo, mais muito fraco mesmo;
    • O bom nove de qualidade não existe no Maior de Minas.
    Então com as dificuldades que os clubes encontram na atualidade, teria que apostar em um goleiro excelente semelhante o Dida ou Gomes e dois meios excelente a nível de seleção igual ao Douglas, Ademir ou igual ao Maldonado , desta forma poderia aproveitar mais as categorias de base.

    1. Bom comentário!!!
      Mas me atrevo a algumas análises consttrutivas
      1 – acho que temos um grande goleiro sim – Rafael foi muito bem nas categorias de base (campeão da Copa SP, brasileiro sub-20, vice mundial com a seleção – pegou 2 penaltys na final) em todas as vezes que jogou no profissional sempre segurou a peteca, o problema é que existe uma “idolatria” absurda por um goleiro nível (PC Borges, André, Bosco);
      2 – Lucas Romero é um baita jogador, mas no meio campo ele quebra a marcação (as vezes sai pro combate e erra o bote, qdo o correto era só cercar, tipo o Guinazu qdo chegou no Inter e foi o Abel quem falou isso), faz muitas faltas, na lateral direita hoje ele já esta na seleção da Bola de Prata que é pra mim a premiação mais isenta do Brasileirão, apesar disso sempre achei que nossa dupla de volantes deveria ser Lucas Romero e Lucas Silva;
      3 – o bom 9 com qualidade eu acho que pode ser Sassá, acompanhei jogos dele no Nautico e Botafogo e vi muita qualidade, mas é preciso trabalhar a cabeça do cidadão, pq isso ele não tem;
      4- Douglas, Ademir, Maldonado, Fabinho, Ricardinho grandes volantes de nossa história, vi todos jogar!mas sinceramente vi muito mais qualidade técnica em Lucas Silva nos anos de 2013/14 é lógico não tinha o poder de marcação dos acima citados, até pq se tivesse teria se firmado no Real Madrid, mas nenhum grande da Europa veio buscar os mencionados, exceto Douglas que jogou no Sporting_Portugal;
      5 – qto ao Dedé, eu já não conto mais com ele, tomara que eu erre!os 2 grandes zagueiros que vi com nossa camisa tiveram suas passagens prejudicadas por lesões (Dedé e Adilson Batista);
      Saudações Estreladas

  30. Importante comentário do André Luís. A situação do futebol do Cruzeiro e nacional é reflexo da situação econômica,financeira e moral do Brasil.O futebol melhorará só com as mudanças de rumo do país.

  31. “Meninos de Xerém” isso é mística, tipo o que nossa imprensa local faz com o rival; “o time da massa”
    e se precisamos da imprensa local pra criar a mística “Meninos da Toquinha” estamos fudid… pq a imprensa local odeia o Cruzeiro!

  32. A verdade nua e crua é uma só!
    Os empresários dominam o futebol, dsd as categorias de base até os profissionais!
    E nas categorias de base isso é mais latente, pq os clubes precisam dos empresários pra sustentar seus garotos!
    Podem olhar, hoje nas categorias de base do Cruzeiro a grande maioria dos garotos são da Bahia/restante do Nordeste e de MG (o que é normal);
    Garotos vindos da BA/restante do Nordeste???o grande empresário Genivaldo Santos (que trabalha no Nordeste) grande amigo do Gilvan, olha as amebas que trouxe pro Cruzeiro: Caique Valdívia, Luiz Fernando, Rafael Silva, Douglas Grolli e Ezequiel!ele deve ter um monte de perna de pau lá na Toquinha também!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *