{"id":10850,"date":"2021-12-27T14:00:38","date_gmt":"2021-12-27T17:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/?p=10850"},"modified":"2021-12-27T09:52:44","modified_gmt":"2021-12-27T12:52:44","slug":"sunset","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/2021\/12\/27\/sunset\/","title":{"rendered":"Sunset"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-10851 aligncenter\" src=\"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-content\/uploads\/sites\/115\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-27-at-09.18.40-300x169.jpeg\" alt=\"\" width=\"667\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-content\/uploads\/sites\/115\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-27-at-09.18.40-300x169.jpeg 300w, https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-content\/uploads\/sites\/115\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-27-at-09.18.40-1024x575.jpeg 1024w, https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-content\/uploads\/sites\/115\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-27-at-09.18.40.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 667px) 100vw, 667px\" \/><\/p>\n<h5><a href=\"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/tag\/leandro-quaresma\/\">Le\u0101nder Quadragesimae<\/a><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esse \u00e9 o primeiro texto que escrevo em um estado de completo conforto e alegria. N\u00e3o sei se esse texto tem um motivo, n\u00e3o sei se \u00e9 uma despedida de 2021 \u2013 como os diversos reels que invadiram nossa timeline (sem line), essa semana \u2013 mas quis escrever assim, experimentar o novo. Vict\u00f3ria, querida, obrigado por me instigar a ir al\u00e9m do que eu costumo caminhar por aqui. S\u00e3o 1:30 da manh\u00e3 e apesar de ser particularmente noturno, a vontade deste texto est\u00e1 em mim h\u00e1 alguns dias, h\u00e1 algumas manh\u00e3s.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">N\u00e3o entendia de onde alguns autores tiraram tanta inspira\u00e7\u00e3o para escrever, de onde tantas hist\u00f3rias, poemas e m\u00fasicas sa\u00edram; todavia, sinto que entendo agora, acontece. Mais cedo, assistindo Fant\u00e1stico, vi Maria Beth\u00e2nia dizer que prefere os dias, que odeia o p\u00f4r do sol (como a pr\u00f3pria m\u00e3e odiava) e ao mesmo tempo o programa mostrava que Caetano Veloso (seu irm\u00e3o) prefere as noites. Apesar de n\u00e3o entender completamente como os fusos e luzes influenciam nossa capacidade de compreens\u00e3o e a\u00e7\u00e3o, sei que esse texto \u00e9 filho de uma tarde de domingo bem dormida, e por consequ\u00eancia, uma madrugada de segunda-feira mal dormida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Das coisas que eu pude sobre(viver) esse ano, voc\u00eas, miranteiros, foram uma das mais gratas surpresas. Isso porque nunca escrevi para ningu\u00e9m se n\u00e3o minha pr\u00f3pria mente confusa e abafada. Saber que em algum grau, em alguns textos eu consigo tocar em algu\u00e9m, me gera uma certa convic\u00e7\u00e3o que: das lutas que escolho lutar, desenvolver minha capacidade de comunica\u00e7\u00e3o <\/span><b>aqui<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 uma batalha que nunca perco. N\u00e3o perco, porque aqui at\u00e9 o completo corriqueiro tem espa\u00e7o para se transformar em algo. N\u00e3o perco porque n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para competir nem comigo mesmo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Partindo disto, preciso dedicar esse par\u00e1grafo em especial para Vict\u00f3ria Farias. Essa seria uma t\u00edpica frase que como \u201cn\u00e3o sei por onde come\u00e7ar\u201d, mas eu sei. H\u00e1 tantas op\u00e7\u00f5es para come\u00e7ar a falar de Vict\u00f3ria que n\u00e3o me restam d\u00favidas, se n\u00e3o pelo fato da sua paix\u00e3o exc\u00eantrica por James Blunt. Ou, pelo menos, por me mandar uma m\u00fasica dele, absolutamente do nada, durante o dia. Comecei a me expor aqui porque algu\u00e9m viu meu potencial, me respeitou e n\u00e3o deixou um dia sequer de me motivar a continuar escrevendo! Mesmo que fosse sobre obviedades, mesmo que fosse sobre o nada. Al\u00e9m de ser uma escritora fenomenal, ela exerce in\u00fameros pap\u00e9is incr\u00edveis como o de ser simplesmente Vict\u00f3ria, minha amiga. Quero sublinhar que te amo, te admiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Meu outro agradecimento vai para Diego Lima, meu namorado. Eu poderia descrever aqui o quanto te admiro e te amo, mas isso n\u00f3s deixaremos para uma carta aberta. Aqui, quero salientar sua import\u00e2ncia em evidenciar e apreciar TUDO que eu fa\u00e7o (at\u00e9 meu misto quente). Sei que \u00e0s vezes n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil lidar com algu\u00e9m que de perto n\u00e3o diz muito, mas que no dia seguinte diz tudo por um texto, em um blog. Todavia, voc\u00ea n\u00e3o falhou um minuto sequer em mostrar que das formas mais loucas, impulsivas, pensadas, corridas, demoradas, eu fiz um bom trabalho (mesmo que naquele momento ele parecesse xoxo, capengo, manco, an\u00eamico, fr\u00e1gil e inconsistente). Obrigado por sempre me apoiar, te amo, te admiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Por \u00faltimo, n\u00e3o posso deixar de colocar minha eterna gratid\u00e3o a Carolina Lins, uma amiga de longa data. Carolina, a menina que n\u00e3o s\u00f3 roubava livros como tamb\u00e9m os comprava (e depois dava um jeito de enfiar tudo na minha mochila para que eu os lesse tamb\u00e9m). Carol foi a respons\u00e1vel por me mostrar o poder da literatura. Se consegui desenvolver minha escrita de alguma forma, foi porque essa menina ao longo dos nossos quase 11 anos de amizade, com muito carinho, esteve do meu lado me ensinando que ler n\u00e3o era dif\u00edcil. Me ensinou que leitura boa n\u00e3o era s\u00f3 Jos\u00e9 de Alencar, que ler te salva de monstros inimagin\u00e1veis e te permite ser muito, muito mais. Obrigado, minha cara amiga, eu te amo e te admiro.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Assim como o come\u00e7o deste texto, o fim vai deixar a sensa\u00e7\u00e3o de que nenhuma das ideias foi amarrada. O \u00faltimo texto de 2021 n\u00e3o serve a nada a n\u00e3o ser ele mesmo. E que em 2022 estejamos aqui, novamente, mostrando que os espa\u00e7os existem para serem ocupados, e \u00e0s vezes por n\u00f3s! Finalizo esse texto pela manh\u00e3, Beth\u00e2nia que me desculpe, mas as madrugadas ocupam um lugar especial no meu cora\u00e7\u00e3o. Com o peito cheio de amor e alegria, me despe\u00e7o. Vejo voc\u00eas em breve!<\/span><\/p>\n<h5><strong>*<\/strong><\/h5>\n<h5><strong>Curta:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Blog-Mirante-104019264595503\/?ref=page_internal\">Facebook<\/a>\u00a0\/\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/blogmirante\/\">Instagram<\/a><\/strong><\/h5>\n<div class=\"ssba-classic-2 ssba ssbp-wrap left ssbp--theme-1\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Le\u0101nder Quadragesimae Esse \u00e9 o primeiro texto que escrevo em um estado de completo conforto e alegria. N\u00e3o sei se esse texto tem um motivo, n\u00e3o sei se \u00e9 uma despedida de 2021 \u2013 como os diversos reels que invadiram nossa timeline (sem line), essa semana \u2013 mas quis escrever assim, experimentar o novo. Vict\u00f3ria, querida, obrigado por me instigar a ir al\u00e9m do que &hellip; <a href=\"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/2021\/12\/27\/sunset\/\" class=\"more-link\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">Sunset<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":46,"featured_media":10851,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[1015],"tags":[1362],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-content\/uploads\/sites\/115\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-27-at-09.18.40.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/s9R868-sunset","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10850"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/users\/46"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10850"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10850\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10851"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10850"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10850"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.uai.com.br\/mirante\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10850"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}