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Sabores da vida

Tais Civitarese Quando criança, eu tinha o costume de enganar a minha irmã. Diante de um pacote de balas dado a nós duas, o qual deveríamos dividir irmãmente, eu sempre punha mais pra mim. O argumento é de que eu era a mais velha. Supostamente, deveria ganhar mais. Irmã mente. O curioso é que eu não era egoísta com brinquedos ou bonecas. O negócio eram … Continuar lendo Sabores da vida