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Repercussões e terceira via

Terça-feira passada, aqui neste despretensioso espaço, mencionei sobre o quanto o tal partido novo é nocivo à gestão do governo mineiro. Não podia imaginar a boa repercussão entre pessoas de grande sensibilidade e notório conhecimento da engenharia política e trâmites das ações de gestão pública.

Como consequência disso, tive uma semana bem agitada com interessantes prosas decorrentes daquelas afirmações, em cafezinhos e almoços com personalidades e atores desse mundo oficial. Unânimes em reconhecer o quanto esse tal partidinho – que reafirmo, é ultrapassado – é prejudicial à imagem do atual governador de Minas Gerais.

Um deles, amigo desde os bancos acadêmicos e que já ocupou importantes e destacados cargos, lamentou e se mostrou um tanto assustado com o risco de os mineiros perderem um bom gestor em função da inabilidade ao seu entorno. Disse mais, se surgir uma terceira via, pode atropelar e se viabilizar em função da radicalização que vem sendo costurada pelos “parceiros” do governador.

Sobre essa radicalização, que não é diferente no plano federal, ele prosseguiu e deixou claro que se surgir um nome que seja “condutor” – tanto federal quanto estadual –, além de se viabilizar como terceira via será muito bem aceito pelos mineiros e brasileiros. “Aglutinar”, defendeu outro amigo comum. Ocorre que vivemos tempos tão sombrios, que os defensores dos dois extremos estimulam seus mitos a seguirem nessa pregação que leva ao ódio.

Foto Reuters / EM

Até disse no post da semana passada que se não surgir nada diferente e ao mesmo tempo interessante, voto – de novo – em Lula e Romeu, uma vez que já o fiz com ambos no passado. Para a Presidência da República, onde insisto na saudade de homens públicos como os mineiros Tancredo e Itamar e ainda Ulisses, Teotônio e outros, precisamos de um estadista que promova a reunificação das relações entre as pessoas, desde familiares quanto de amizade.

Ao Lula, que reitero, é maior que o seu próprio partido – o PT –, devemos uma reparação pelo que um Judiciário promíscuo e tendencioso o condenou e – consequentemente – a nós todos a viver esses momentos tão obscuros. Moro e seus procuradores amestrados – capitaneados pelo Dallagnol –, foram os maestros dessa orquestra. 

Esse reconhecimento público, não é possível com um ogro na pR, como o atual que está no cargo. E tem seguidor dessa anta que acredita ter o cara ingerido chumbo nessa recente hospitalização. Ora, o sujeito que defeca pela boca, acabou sendo afetado por onde a m… deveria sair. E não acredito nessa “internação”, assim como sempre duvidei da facada sem sangue.

Esse sujeitinho, que sempre adoece e posa de vítima quando a corda aperta, não tem condição moral e intelectual para o mais alto cargo da República. É por responsabilidade dele, que pessoas – me incluo nesse rol –, são taxadas de adjetivos que nunca foram e que se afastaram de convívios que eram saudáveis até essa gente sair do armário.

Ficou difícil sim conviver com esse tipo de pessoa. A toda crítica ao asno que defendem, contra atacam com Lula, Dilma, PT, esquerda, Globo (não assisto essa emissora tem 40 anos, muito mais tempo que esses idiotas), comunismo. Se pedir pra discorrerem sobre qualquer um das afirmações não sabem, uma vez que são ventríloquos ambulantes desse tosco na pR.

Enfim, vamos aguardar o que se projeta para o futuro. Conheço muitos que ainda defendem esse personagem investido no cargo de pR, mas prefiro não dar nome aos “bois”. Gente que já foi coxinha e criticava a mortadela, até virar pamonha e agora se transformar em escondidinho. Sinal dos tempos! Um deles me perguntou se virei petista por causa do Lula ou da Dilma, respondi que foi por causa do Bozo e do Moro.

Temos, todos que resistem desde o início a esse capiroto, algo em comum. Podemos conjugar o verbo avisar sem errar. “Eu avisei, tu avisaste, ele avisou; nós avisamos, vós avisastes, eles avisaram”. Ainda e também alertaram sobre isso o vizinho, colega de trabalho, academia, cafezinho, os futebolistas Raí e até o chato do Neto, a Madonna, o DiCaprio, e tanta gente que pensa. Quem acreditou e pariu isso que o embale.

Em tempo: Disse semana passada no mesmo texto mencionado acima algo que se confirmou. O Estado, na gestão atual, anunciou que passará a pagar o salário integralmente e no quinto dia útil numa única parcela já na próxima folha. Creio, como mencionei, que o décimo terceiro será quitado também durante o exercício de 2021.

E, como toda ação política eleitoreira sugere, uma parlamentar – eleita com votos dos educadores – reagiu precipitada e intempestivamente. Pela nota, ao que parece, preferia que – como no governo Pimentel com a omissão dessa então líder sindical – os salários continuassem atrasados e parcelados.

O único entrave dele, Romeu Zema, está na inabilidade dos novilhos precoces ao seu entorno. Com a vestal da moralidade e competência que imaginam ter, desprezam e – pior ainda – atentam com uma ineficaz e idiota blindagem aos parlamentares que querem se aproximar do governo. Inclusive, pela falta de traquejo no ambiente parlamentar, impedindo eventuais e promissoras parcerias para o futuro. Ninfeto é e sempre será um adolescente, na vida pessoal e profissional.

2 thoughts to “Repercussões e terceira via”

  1. Você fala em aglutinar, meu nobre Eduardo. Porém suas próximas palavras demonstram o contrário. Como poderia uma pessoa sábia fazer uma defesa do indefensável Lularápio e dar bordoadas no atual presidente, desferindo ódio e rancor? Necessitamos sim de novos estadistas e construir ações nesse sentido. Mas aí vem você e tece adjetivos ao NOVO como se o conhecesse e o faz de forma tacanha. Desculpe, pensei que a leitura seria de uma política da arte do bem maior, porém não a encontrei em seu texto.

    1. Farei uma saudável reflexão sobre suas observações. O contraditório sempre me fez e faz bem. Sobretudo quando apresentado com leveza como foi o seu caso.
      Quanto ao eventual pR, diria que com exceção dos 15% que o seguem e tem a mesma personalidade dele, os demais brasileiros e o mundo todo tem opinião no mesmo sentido. Já em relação ao partido Novo, afirmo – ou melhor reafirmo – é o estorvo do governador. A boa e transparente gestão de MG, se deve ao governador e sua equipe técnica (que já perdeu grandes parceiros por essa motivação), que é o devaneio juvenil dessa patrulha que defende acões antiquadas e ultrapassadas.
      É como penso e estou aberto ao bom debate. Minas e o Brasil precisam olhar pra frente.
      Ah! Em tempo: critiquei o PT, com a mesma intensidade, parece ter passado despercebido.

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