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New York Sempre

Caminhada em volta do Rio Hudson - Pixabay - New York Sempre
Caminhada em volta do Rio Hudson – Pixabay – New York Sempre
Sandra Belchiolina
sandra@arteyvida.com.br

Corri para o cinema quando soube que estava em cartaz o filme Um Dia de Chuva em New York”.

As polêmicas do filme deixarei à parte, já faladas na material Politicus Paralisadus. Wood Allen com seus 82 anos, fez um filme que pode não ser inovador, mas traz sua marca.

Fala das relações humanas, de suas questões existenciais, percorrendo com a sua câmera pela cidades.

Passeamos por Barcelona, em Vicky Cristina Barcelona (2008), Meia Noite em Paris (2011), Para Roma Com Amor (2012), Um Dia de Chuva Em Nova York (2018). Os títulos já falam onde Allen colocou seu olhar. 

Sabemos que o cineasta tem contrapartida quando a cidade é “vendida” para o público. E, somos favorecidos como espectadores.

A BIG Apple, é a cidade natal de Wood. O  Brooklyn, já foi contemplado por sua câmara muitas outras vezes.

Outros também utilizaram da ambientação de New York para seus filmes. E, até existem roteiros turísticos para conhecer onde cenas foram rodadas.

Voltando a minha corrida para o cinema. Vivi (vou usar esse termo porque gosto da idéia) em New York por dois meses. Me bateu a maior saudade de New York e corri no meu diário de bordo. E ali estava…

Andar em Manhattan é uma maravilha, ruas planas, que seguem uma sequência lógica: se está na 42 th street, sabe-se que antes é a 41 th e depois 43 th.

Adoro caminhar é na beira do Rio Hudson, ir do bairro de Tribeca, passando pela região do World Trade Center (ainda de pé nessa época),

Depois City Hall, até a histórica Brooklyn Bridge – que é a ponte suspensa mais antiga dos Estados Unidos (concluída em 1883), o que faço nos finais de semana. 

Tem uma fala no filme Um dia de Chuva em New York do jovem Gatsby ironizando o deslocamento das pessoas “interessantes”: antes estavam no Soho, depois Tribeca e agora Brooklyn.

Voltando as caminhada, Word Trade Center era algo monstruoso em seu tamanho e altura. Suas lojas de departamento e seus escritórios. 

Atravessando seu complexo sai à beira do Rio Hudson. A visão da Estátua da Liberdade é gratificante.

Dentro do complexo há um vão gigantesco com suas palmeiras, escadarias. Esse era um dos redutos de fotos para noivos aos sábados.

 Em Roma, eles elegem nos jardins do Coliseu – são muitos casais em seus trajes mais preciosos. 

A beleza do Central Park e suas românticas carruagens carregando turistas na região do hotel The Plaza – símbolo do glamour e retratado no filme “Esqueceram de Mim em New York”.

No novo filme de Wood Allen, o hotel que o casal se hospeda em New York está ao lado. É um reduto de pessoas elegantes e vitrines de bom gosto, bons restaurantes.

No The Metropolitan Museum of Art vivi uma experiência e tanto. O museu expõe sobre a colonização da América, sua independência, estilos de casas, cultura e outras riquezas culturais como a Egípcia.

Em uma das sala onde há uma Pirâmide da cultura, há também uma parede de vidro que integra o Central Park aos egípcios.

Ele branco, branco… foi um ano que nevou muito em New York. Imagem e momento inesquecível devido sua beleza!

Eu, do lado daquela obra prima humana, e, vendo os nova-iorquinhos com suas crianças brincando na neve. Nesta parte do Parque há uma elevação onde os pais empurram seus filhos num tipo de escorregador natural. As crianças e adultos saem num “esqui bunda” –

New York é assim: diversa, múltipla, movimento de tudo – gente, carro, compras, lojas, pessoas em busca de algo; cultural, oportunidades, humanos, liberdade. Maravilhooossssssa! Sim, terra da Liberdade e de muuiiito trabalho!

Do meu diário de bordo: “New York tem cheiro doce. Uma tranqüilidade me invade no meio de tanta gente”.

Novamente, New York está como a encontrei nessas memorias: vestida de Natal e pronta para um ano novinho em folha. 

FELIZ ANO NOVO!

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