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Temporada difícil de convivência

Foto: Divulgação | HuffPost Brasil

Fui criado e, ainda, entendendo que temos eleições para votar e escolher aquele (s) que a maioria elege – de acordo com seus planos de governo – o melhor para os seus anseios. Nesta condição, ainda com vinte e poucos anos, tive a grande honra (seguramente a condição que mais orgulho carrego na vida) de ter sido vereador na minha Araxá.

Exerci apenas um mandato lá na minha terrinha e depois me arrisquei em disputar o mesmo cargo em Belo Horizonte, porém sem o mesmo sucesso nas urnas. Ainda assim, permaneci  algum tempo militando em partido político na minha cidade, até que num determinado momento percebi que não valia à pena.

A conspiração ronda muito próxima e decepções com determinadas pessoas, decretaram o meu afastamento. Diga-se, foi a minha sorte, pois passei a dedicar à minha vida pessoal e profissional, enquanto alguns algozes permanecem até hoje rodeando poder. Sou realizado na minha vida profissional, e aqueles poucos que se sentiam incomodados com a minha presença, permanecessem gigolando quem está no governo. Até traindo suas próprias raízes.

Minha vida profissional, no caso como jornalista, me oportunizou passar por redações de grandes jornais de Belo Horizonte, curta passagem por rádio e TV, até me firmar na função de assessoria. Assim estou tem quase 25 anos de minha vida profissional, o que não me impede de ter minhas opiniões e convicções, dividindo o meu pensar com poucas pessoas.

Disse outro dia aqui mesmo, que em seis votos no primeiro turno, votei em cinco partidos diferentes, ainda assim tem alguns idiotas que – especialmente nas redes sociais – insistem em querer me rotular disso ou daquilo. Reafirmo, não tenho qualquer vínculo partidário, facção política ou ideológica, tampouco organização de qualquer ordem. Mas, ainda assim, engraçadinhos tentam me desafiar.

Foto: Internet

Recentemente, também neste espaço, comentei que entre algumas postagens agressivas, havia selecionado um para uma avaliação num escritório de direito cibernético. Foi o suficiente para uma verdadeira limpeza no meu face book de muitos outros que sequer foram objeto dessa intenção. Rio, como essas pesdoas agridem e depois tiram a cara. Todos, evidentemente, printados antes da fuga. O único, que um mínimo de desconforto causava, também optou por se recolher.

A questão é muito simples, o anonimato e – no caso – muitos que se escondem atrás de pseudônimos ou fakes, são valentes e desafiam aos que tem rosto, nome e coragem de expor suas opiniões. Faço outro blog, aqui mesmo no UAI, no caso sobre o Galo. Alguns, ainda que poucos, se ocultam com perfis falsos para expor sua covarde valentia.

Para fechar, caríssimas e caros de boa índole e que sabem respeitar as diferenças de qualquer natureza, não me inibo de uma boa prosa sobre eventuais divergências de pensamento. Até gosto e aprendo muito, desde que de maneira respeitosa.

Por fim, só a titulo de esclarecimento (até acho que certa vez comentei sobre isso aqui) minha vasta e indisfarçável barba nada tem a ver com questões filosóficas ou ideológicas.  Aos que ainda não sabem, cultivo por razões de ordem pessoal, entre elas – seguramente a mais motivadora – visitar anualmente entre 15 a 20 creches comunitárias no mês de dezembro trajando a roupa de Papai Noel. Só quem vive essa experiência sabe o quanto é gratificante participar dessa fantasia para mais de mil crianças, anualmente, sendo todas elas de comunidades carentes.

Vida que segue! Torcendo pelo sucesso dos eleitos, até daqueles que não tiveram o meu voto. Afinal, depende de suas ações o nosso bem estar e futuro.

 

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