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A dor de cabeça com as operadoras de telefonia

Foto: Divulgação

Minha intenção seria de dar continuidade aos “arranjos” das eleições neste momento inicial, no qual mais bastidores acontecem que ações de campanha. Mas, surpreendentemente, a semana foi morna. Uma ou outra coisinha apenas, sem qualquer relevância aparente, embora os atores acreditem que todo passo deles merece destaque.

Como não teve nada que motivasse prosear sobre o assunto, durante o feriado flagrei e até dei uns pitacos numa conversa sobre operadoras de telefonia. Para quem, quando era criança, via as ligações sendo feitas via telefonista, tanto locais quanto e,  especialmente, interurbanas, o “modus operandi” atual parece ter me transportado a uma viagem do futuro.

Meu jeito de lidar com a realidade é digno de pena, mas ainda assim sei digitar – embora ainda use datilografar -, fazer e receber chamadas e “otras cositas mas”, além de tentar esnobar um espanhol que tampouco conheço. Um verdadeiro portunhol. Aos trancos e barrancos, vou vivendo com isso e convivendo com o mau serviço das operadoras.

Foi essa a resenha durante o feriado. Pessoas diferentes, operadoras diferentes, problemas diferentes, embora todas reclamassem com a mesma veemência da prestação de serviços e, notadamente, de quando necessitam usar o telefone para buscar solução de algum embaraço nos serviços. Foram tantos registros, confesso que em alguns casos contados, sequer entendia do que era reclamado.

Sei que, no meu caso, que aos demais pareceu até irrelevante, por pouco me tira o equilíbrio. Dias antes, havia percebido que pessoa do meu relacionamento tinha o mesmo serviço que utilizo e pagava muito menos que a minha conta e na mesma operadora. A diferença é que eu sou cliente há muito mais tempo. Ora, se sou antigo, julgava ser merecedor das benesses que deram ao novo cliente, no caso esse meu amigo.

Liguei na dita operadora, bem no início do mês, registrando minha insatisfação. Depois de muito blá blá blá, o atendente me convenceu a ficar como era antes, aumentando minha velocidade na internet (nisso levei um bom tempo para entender – 25 para 35 alguma coisa), com o preço caindo 25%. Ainda assim, estou pagando mais que o meu amigo. Mas tudo bem, para evitar o transtorno de mudança, topei o oferecido.

Depois de dias agendaram um técnico para vir à minha casa e mudar o aparelho que me oferece o serviço de internet. Seria entre 8h até 12h, devendo ter gente no local. Deixei de ir trabalhar neste período do dia. Por volta de 11h ligaram para confirmar minha presença no local e próximo ao meio-dia solicitando que esperasse que o funcionário estava chegando.

Até 13h, nada, dai liguei – tendo entre uma e outra ligação – ficado até mais de 14h conversando na operadora. Por fim, disseram que o agendamento estava previsto para ser feito até 18h. Larguei tudo e fui embora. No dia seguinte, percebi que não tinha internet funcionando. Nova série de ligações e duvidas.  Garantiram que o técnico viria a partir de 15h. Tudo bem. Fui pra casa no horário de almoço disposto a esperar o dito cujo.

Pois, ao meio-dia em ponto, chega outro funcionário para instalar o “moldem” (acho que falei certo), pois o serviço tinha sido executado e sem ele não teria a conexão desejada. Ora, peraí! Se fizeram sem que minha presença, qual a razão de eu ter ficado preso esperando o que não veio. Depois chega um sem agendamento e resolve a situação toda, sendo que outro técnico ainda estava programado uma visita.

Entre as, seguramente, 15 ligações efetuadas para a VIVO, ninguém dava conta do histórico das reclamações. Era como se tivesse começando tudo a cada nova chamada. E adicione a isso o fato de a cada nova chamada, o cliente passa por no mínimo quatro setores de atendimento eletrônico, tendo de escolher as opções numeradas, que em alguns momentos são bastante confusos.

Mudar de operadora, sempre é a primeira reação que vem naquele momento. Ocorre que uma alteração dessa ordem é mudar apenas o nome da empresa que será a próxima a te fazer raiva. E muita raiva! Todas, invariavelmente, são horrorosas. Tanto na prestação dos serviços contratados quanto no atendimento em busca de solução. Por fim, pelo que ouvi, tem situações muito mais complexas, sobretudo com relação à cobrança unilateral e envio “incontinenti” do nome para o SPC.

Quando aposentar não quero nada disso. Saudade do orelhão! Achei esse no meio da página lá na Floresta e posei para a foto, claro.

2 thoughts to “A dor de cabeça com as operadoras de telefonia”

  1. Prezado Eduardo, bom dia! Muito pertinente seu artigo!!! Deixei de sofrer ou passar raiva, muita raiva, com estas operadoras quando descobri que posso resolver os problemas relacionados à prestação de serviços (ou a falta deles) de maneira muito mais rápida e eficiente realizando uma “Reclamação” no site da Anatel (https://sistemas.anatel.gov.br/sis/cadastrosimplificado/pages/acesso/login.xhtml?i=0&codSistema=649). Para isto basta apenas que você tenha um número de protocolo da operadora em questão, que aliás se mostram extremamente desrespeitosas com seus clientes ao fazer hora conosco e tentar nos “vencer” pelo cansaço, tática que deve funcionar talvez em 90% dos casos. registrada a queixa as operadoras têm 5 dias úteis para dar uma resposta ao consumidor, sempre utilizo este canal e tenho tido muito sucesso! Inclusive quando o assunto é “cobrança indevida”, as operadoras são obrigadas a ressarcir em dobro o que foi pago. Espero que tenha ajudado! Abraço.

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