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Jornalista que cobre o Ecossistema de Inovação Brasileiro. Instagram: @beatrizbevilaqua

Startup Mineira espera receber cerca de 3 mil estudantes em 2021

Se de um lado há milhões de pessoas desempregadas, do outro sobram vagas no setor de tecnologia. Para atender às demandas desse segmento, os empreendedores Matheus Goyas, João Daniel Duarte, Rafael Torres, Marcos Moura e Claudio Lensing criaram a Trybe, em 2019, uma escola focada na formação de profissionais de desenvolvimento web, uma das profissões mais disputadas do mercado. A edtech espera fechar o ano com 700 estudantes e receber mais de mais 3 mil pessoas até o final de 2021.

Com um currículo formatado com contribuições de profissionais de mais de 40 empresas do ecossistema de tecnologia, a escola tem como princípio o ensino de qualidade focado em empregabilidade. Desta forma, os estudantes da Trybe encontram uma metodologia proprietária focada no que as corporações esperam desses profissionais de programação, ensinando as habilidades necessárias para a efetivação no mercado de trabalho.

Em um ano de vida, a Trybe já levantou mais de US$ 15,7 milhões de investimento com nomes como, José Galló, ex-CEO da Renner, e fundos como Canary, E.Bricks, Atlântico, Global Founders Capital, Joá Investimentos, dentre outros. Parte desse valor foi direcionado para a aquisição da Codenation, startup que trabalhava com aceleração de carreiras por meio de programas de capacitação e conexão com grandes empresas.

edtech já tinha um programa de recrutamento, o “Hiring Partner Program”, em parceria com mais de 30 empresas, entre elas: Localiza, Loft, Tembici e Ambev. E, com a compra da Codenation, que traz em seu portfólio cerca de 100 companhias, reforça sua expertise em aceleração de carreira e seus esforços de empregabilidade para estudantes, amarrando assim todo o ecossistema de qualificação e contratação.

“Para a  Trybe, empregar seus estudantes é indispensável, por isso, focamos na qualidade da formação. Nosso objetivo é uma formação completa e aprofundada, que abrange desde habilidades técnicas necessárias para o desenvolvimento de um software até habilidades comportamentais, essenciais e extremamente demandadas pelo mercado”, afirma Matheus Goyas, CEO e  Fundador da Trybe.

O acesso ao ensino também é um dos maiores diferenciais da edtech. Ainda que com desconto considerável para as pessoas que pagam à vista, o modelo de maior adesão é o de “sucesso compartilhado”, onde é possível começar a pagar o curso apenas após estar trabalhando. Cerca de 85% dos estudantes optam por esse modelo, reforçando a importância de facilitar o ingresso ao ensino como fator determinante para a formação de profissionais. “A Trybe só ganha quando estudantes têm sucesso profissional. Isso nos obriga a oferecer as melhores práticas de ensino e investir cada vez mais na qualidade da formação das nossas turmas. Afinal, se as pessoas que estudam na Trybe não forem boas profissionais, elas não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, destaca o empreendedor.

O número de pessoas interessadas em se formar na escola cresce a cada dia. No último processo seletivo, para formar a sétima turma, a Trybe teve cerca de 7 mil inscrições e aprovou apenas 160, uma taxa de, aproximadamente, 2% de aprovação – ingresso similar  ao de processos seletivos de universidades públicas e instituições estrangeiras renomadas. Isso se dá por ser um processo seletivo rigoroso que busca encontrar pessoas altamente esforçadas, capazes de aprender e decididas sobre a carreira em programação.

Aliado a dedicação e comprometimento com os estudos, o curso oferece um ensino robusto, que conta com carga horária de cerca de 1.500 horas, inclui aulas online e ao vivo, projetos práticos individuais e em grupo, monitoria técnica com especialistas, conversas sobre carreira, contato com empresas e o desenvolvimento de soft skills.

Atualmente, a escola oferece uma modalidade sem hub, sendo esta 100% on-line, bem como mantém presença nas cidades de Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Itajubá (MG) e Florianópolis (SC).

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