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Jornalista que cobre o mundo do empreendedorismo & startups. Apaixonada por tecnologia!

Quantum pretende levar educação brasileira ao próximo nível

Wellington Machado_Fundador e CEO da Quantum

Com a pandemia do novo coronavírus, muitas discussões envolvem o sistema de educação e as diretrizes de seu futuro. A partir disso, cada vez mais os pais e as escolas têm procurado ensinar habilidades extras aos alunos, mas ao mesmo tempo relacionadas às grades de ciência, matemática e tecnologia.

Nesse sentido, nascem iniciativas como a Quantum, startup que educa crianças e jovens para o futuro por meio de uma metodologia única, que engloba empreendedorismo, tecnologia e outras habilidades do século 21. A edtech, focada em soluções educacionais, oferece um sistema de ensino que inclui software e hardware. As trilhas desenvolvidas pelos professores são voltadas para novas tecnologias, como Programação em Blocos e Atividades Maker e Pensamento Computacional.

Para desenvolver e aprimorar conceitos STEAM (ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática), a escola oferece uma solução que une pedagogia com atividades práticas. Além disso, a educação do futuro, para a Quantum, é aquela na qual crianças e jovens se divertem enquanto aprendem, ao mesmo tempo que desenvolvem inteligência emocional e se preparam para as profissões do futuro.

Segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial, 65% das profissões do futuro ainda não existem, sendo assim o profissional do futuro precisará de muito mais do um treinamento para realizar atividades repetitivas. “É necessário que as escolas preparem os seus estudantes para a construção de pensamentos criativos e inovadores”, comenta Wellington Machado, fundador e CEO da Quantum.

Dessa forma, gamificação, sala invertida, PBL (Aprendizagem baseada em Problemas), storytelling e design thinking são algumas das metodologias utilizadas pela startup para que os alunos coloquem as mãos na massa em aprendizados como tecnologia, robótica, cultura maker, programação, eletrônica e empreendedorismo.

“Para educação brasileira avançar para o próximo nível, é necessário quebrar o conceito de que os alunos devem estar sentados uns atrás dos outros absorvendo conteúdo para aprender. A pandemia já nos provou que não é bem assim e para que haja aprendizagem, utilizamos métodos inovadores que solucionam problemas e desenvolvem as ideias e as habilidades dos pequenos”, explica Machado.

As crianças e jovens têm acesso à informação e à tecnologia de formas diferentes que os adultos possuem. Os pequenos de hoje lidam com um cenário no qual as mudanças e as habilidades de resiliência e adaptação são muito mais rápidas e necessárias.

Para isso, a Quantum oferece a eles cursos sobre robótica maker, intensivo de programação, carreiras digitais, drone, Robótica, desenvolvimento de games e empreendedorismo. Os cursos, após a pandemia, misturam sistema online e presencial com o intuito de possibilitar aos pais e filhos que optem pela forma mais confortável e conveniente de acordo com as necessidades de cada família.

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