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Jornalista que cobre o Ecossistema de Inovação Brasileiro. Instagram: @beatrizbevilaqua

Healthtech mineira faz a ponte entre pacientes e profissionais de saúde

Eduardo Mendlovitz , Jefferson Santos e Marcelo Veronezi, fundadores da iubem.

Conectar pacientes aos serviços médicos, se tornando uma ponte que promove facilidade e agilidade para o agendamento de consultas de diversas especialidades é o que o iubem, aplicativo de saúde recém-lançado, promove aos usuários e aos profissionais de saúde.

Em menos de um mês de operação, o app registrou o número de 500 usuários cadastrados em sua base e cerca de 1000 especialistas de diversas áreas da saúde, como cardiologistas, ginecologistas, dermatologistas, fisioterapeutas, nutricionistas, entre outros.

Segundo Eduardo Mendlovitz, diretor e co-fundador da startup, a estimativa é que o número chegue a 3 mil pacientes e 5 mil médicos e profissionais de saúde.

“Sem nenhum tipo de divulgação, já alcançamos um número expressivo. Atendemos uma demanda de serviços na saúde que é composta por uma parcela da população, cerca de 70%, que não tem plano de saúde, mas aceitam e podem pagar um valor justo para se consultar com um especialista”, explica o executivo.

Além disso, Mendlovitz ressalta que o aplicativo atende uma demanda de jovens médicos, que ainda não possuem uma carteira ativa de pacientes, mas que também não vêem vantagem em depender apenas do repasse de planos de saúde.

Presente nas quatro capitais do sudeste e em Goiânia, no centro oeste, a health tech também pretende expandir pelo Brasil, fazendo uma parceria com rede de hospitais pelo Nordeste no próximo semestre, além de iniciar uma internacionalização, chegando a países como Chile e Peru.

Disponível para iOS e Android, o serviço se vale de um algoritmo semelhante aos dos aplicativos de transporte urbano. O usuário seleciona a especialidade médica por smartphone, detalhando preferências de data, localização, horário e valor de consulta. Ao finalizar a consulta, é repassado o valor de 15% ao iubem e o usuário não paga nada por esse serviço.

Segundo  Lincoln Lopes Ferreira, médico e coordenador do Conselho Técnico do iubem, as health techs,  surgem para suprir uma nova demanda, de profissionais que optam pela tecnologia para se tornarem conhecidos e montarem suas próprias carteiras de pacientes.

“Além de democratizar o serviço de saúde e o acesso à população que não tem plano de saúde, ou não encontram especialidades no tempo em que necessitam, proporcionam uma liberdade potencial a esses novos profissionais, diferente da realidade de há 40 anos atrás podemos expandir os negócios e dar visibilidade por meio da tecnologia”, finaliza.

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