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Jornalista que cobre o Ecossistema de Inovação Brasileiro. Instagram: @beatrizbevilaqua

Como empresas de porte enterprises ganham impulso com implementação de metodologias ágeis

Rafael Bortolini, Head de Produtos da Zeev

Em 2001, foi publicado o “Manifesto for Agile Software Development”, documento assinado por 17 profissionais da tecnologia com o objetivo de levar um novo olhar para a agilidade na realização de projetos de software. O documento auxiliou na disseminação do termo Agile e marcou o início da aplicação de métodos leves de desenvolvimento de software, que eliminavam etapas existentes. Esta filosofia incentiva a inspeção e adaptação frequentes, o que promove a auto-organização, a comunicação constante, o foco no cliente, o maior trabalho em equipe e, por fim, a entrega de valor.

Ainda na esfera de agilizar a criação de software nas empresas, chega a tecnologia low-code, que consiste em utilizar poucos códigos para a construção de um produto digital como aplicativo ou plataforma. Emancipando gestores por todo o mundo, o low-code elimina a necessidade de conhecimento técnico em programação. Por isso, estas ferramentas e métodos ágeis poderiam caminhar juntos rumo à inovação e aos novos desafios, já que a plataforma impulsiona a agilidade no mundo corporativo, principalmente em enterprises, empresas que lidam com altos faturamentos.

Com mais de 500 projetos para marcas de porte enterprise, a Zeev, empresa referência no desenvolvimento e fornecimento de low-code para todo o país e também América Latina e Caribe, tem auxiliado instituições de diversas áreas e equipes de alta performance a decolarem com a criação de aplicativos empresariais criados com tecnologia low-code, o que torna até 10x mais rápida a criação do software.

Para Rafael Bortolini, Head de Produtos da Zeev, assim como os métodos ágeis preconizam, o low-code oferece aplicações robustas, com ferramentas e procedimentos para testes com segurança e agilidade para enxugar etapas e automatizar processos. “Grandes empresas precisam de soluções fáceis e que se adequem às suas necessidades. São locais com uma grande quantidade de funcionários, departamentos e fluxos diários de processos. O low-code vem para que, em uma alta velocidade, profissionais consigam montar soluções digitais que possam automatizar esses fluxos, economizando assim tempo e recursos”, explica ele.

No contexto global, a magnitude do low-code já é sentida. Segundo pesquisa da consultoria Gartner, 41% de profissionais fora de TI já personalizam ou constroem

soluções de forma independente, trazendo muito mais autonomia, gestão estratégica e desafogando o setor de TI que podem focar em demandas mais complexas.

“Em resumo, o que trazemos com a Zeev hoje é justamente o poder de qualquer pessoa criar um sistema que padronize e facilite seus processos, ou seja, empoderamos as áreas das grandes empresas para que elas sigam crescendo. E, se nossos clientes crescem, nós crescemos junto com eles”, finaliza Bortolini. 

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