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Jornalista que cobre o Ecossistema de Inovação Brasileiro. Instagram: @beatrizbevilaqua

5 razões para priorizar a segurança da informação no departamento pessoal

Marcelo Furtado, fundador e CEO da Convenia

O avanço da tecnologia trouxe grandes mudanças para o cenário empresarial, inclusive para o setor de Recursos Humanos. O emprego de mecanismos digitais automatizou diversas operações, melhorando a eficiência operacional e reduzindo os custos corporativos. Contudo, essa transformação digital trouxe consigo um alerta em relação ao manuseio de dados: as informações nunca estiveram tão expostas e vulneráveis como na era virtual.

Para proteger os dados que trafegam pela internet, foi sancionada em agosto de 2018 a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em setembro de 2020. A Lei estabelece diretrizes importantes e obrigatórias para a coleta, processamento e armazenamento de dados pessoais. “Podemos dizer que a LGPD é um divisor de águas na relação entre as empresas e os dados pessoais dos colaboradores e outros profissionais. Após o início da vigência dessa lei, muitas organizações tiveram de remodelar a estrutura interna de dados”, aponta Marcelo Furtado, CEO e cofundador da Convenia, HRTech com soluções voltadas para otimização de tempo e custos de pequenas e médias empresas.

O departamento pessoal de uma empresa, por exemplo, é uma área que coleta e armazena uma infinidade de dados importantes sobre colaboradores, candidatos de processos seletivos e outros profissionais que se relacionam de alguma forma com a instituição. Diante deste cenário, o CEO elenca 5 razões da importância de se adequar às normas estabelecidas pela LGPD e priorizar a segurança da informação no departamento pessoal:

1- Evita o vazamento de dados

O vazamento de dados pessoais sigilosos é um grande perigo para o departamento pessoal. Os profissionais que tiverem suas informações expostas têm o direito de reclamar judicialmente contra a empresa. “Esse tipo de falha passa a impressão de que a organização é descuidada e não inspira confiança. Uma consequência disso é a perda de clientes, talentos profissionais e parceiros de negócio”, comenta Marcelo.

2- Mantém a imagem da organização

Nessa era digital, a imagem da empresa se tornou ainda mais importante. Com todos os canais de comunicação disponíveis na internet, um deslize de uma organização com a segurança de dados é espalhado rapidamente para os “quatro ventos”. “Quanto menor for o valor da marca de um negócio, mais difícil será para atrair aportes financeiros de investidores. Nessa situação, a marca pode não conseguir expandir sua atuação no mercado ou investir em novos produtos ou serviços”, explica o CEO da Convenia.

3- Previne o sequestro de dados

As chamadas gangues cibernéticas atacam muitas vezes por meio de um ransomware (vírus que impede o acesso às informações armazenadas em um dispositivo) ou sequestro de dados. Com a segurança da informação bem estruturada, o DP evita esses prejuízos financeiros. Além disso, não fica nas mãos dessas gangues que podem pegar o dinheiro do resgate e mesmo assim compartilhar as informações roubadas.

4- Combate ameaças internas

Às vezes, o perigo “mora ao lado”. Ou seja, está mais perto do que imaginamos. Infelizmente, pode haver colaboradores internos mal intencionados que modificam, roubam ou deletam informações importantes. Como vimos nos tópicos anteriores, uma boa política de proteção de dados impede que funcionários não autorizados tenham acesso a dados sigilosos.

5- Evita prejuízos


As multas da LGPD já estão em vigor.  Diante de um descumprimento dessa legislação, a empresa pode arcar com altos valores. Essa penalidade abala o orçamento interno e pode retirar do caixa o capital do negócio para novos investimentos.

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