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Advogado, Mestre e Doutorando em Direito. Foi Superintendente de Gestão e Estratégia, Negócios Internacionais e de Futebol Profissional do Cruzeiro Esporte Clube. Realizou cursos de Gestão Desportiva pela Escola do Real Madrid (Espanha), pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pela Universidade do Futebol. Hoje, coordena o Curso de Gestão e Negócios no Esporte da Universidade FUMEC.

O avanço do Youtube

No ano passado, Atlético Paranaense e Coritiba recusaram proposta das emissoras locais e anunciaram que transmitiriam os dois jogos da final do campeonato paranaense pelo Youtube. A decisão, claro, incomodou muita gente, gerando disputas jurídicas e problemas junto à federação local. Mas mesmo assim foi transmitido e os torcedores puderam ver os jogos onde estivessem, por celulares, smarTVs e computadores.

Agora, quem aposta no Youtube de forma mais explícita é o novo time da Major League Soccer: o Los Angeles FC. Estampado em sua camisa oficial, o canal de vídeos é o patrocinador master – o acordo gira na casa dos US$ 18 milhões de dólares – e fará com o clube norte-americano vários testes para aumentar sua participação na transmissão de jogos.

Assim como no Atletiba, o Los Angeles mostra que há um caminho em progresso e que isso pode ser rentável para os clubes. Segundo o contrato, se o jogo do time californiano não passar de forma espontânea na rede aberta, apenas os assinantes da YoutubeTV poderão ver o jogo do seu time, o que pode elevar muito o número de clientes do serviço.

Ainda não temos o YoutubeTV aqui, mas nos Estados Unidos esse serviço custa cerca de R$ 110 por mês e disponibiliza conteúdo feito por diversos canais tradicionais, sendo vários deles esportivos.

Com o sucesso do Netflix diante do público jovem, que dispensa cada vez menos atenção para a TV em favor de smartphones e tablets, a proposta de oferecer os jogos pelo Youtube parece ser uma estratégia muito positiva tanto como nova forma de faturamento como para se aproximar do torcedor, principalmente o das novas gerações.

Um comentário em “O avanço do Youtube

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