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Gustavo Fonseca é Cofundador do Doutor Multas. Criado há 9 anos com o objetivo de ajudar os motoristas, já evitou que + de 5.200 clientes perdessem a CNH com consultoria administrativa personalizada. É dedicado a disseminar conteúdo relevante para conscientizar as pessoas sobre as Leis de Trânsito.

Fobia no trânsito

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 Um dos grandes problemas que afeta muitos motoristas e que, infelizmente, não recebe a atenção adequada, é a fobia no trânsito. Essa é uma condição que pode complicar muito a vida de quem dirige.

Saber como lidar com essa situação pode ser complicado. Há muita falta de informação e parece que não há ninguém a quem recorrer. Para ajudar você a compreender melhor como a fobia pode afetar sua vida no trânsito e quais as melhores formas de lidar com ela, trouxemos algumas informações.

Descubra como lidar com sua fobia, proteja todos aqueles que participam do trânsito e descubra como fazer seu caminho mais tranquilo.

Entenda o que significa amaxofobia e como ela afeta os motoristas

 Muitos motoristas acabam tendo pânico ou se sentem mal quando sabem que terão de dirigir. Alguns chegam ao ponto de não conseguir lidar com o estresse do volante e deixam completamente de pegar seu carro. Esse medo pode ser uma fobia conhecida como amaxofobia.

Como qualquer doença psíquica, a amaxofobia pode ter sintomas físicos. Ao planejar sair com o carro, o condutor pode dormir mal, sentir tremedeira, ter transpiração excessiva e taquicardia. A Associação Brasileira de Medicina de Trânsito (Abramet) estima que cerca de dois milhões de brasileiros não dirigem por medo ou sofrem de amaxofobia.

Essa fobia pode estar relacionada a diversos fatores e ter diversas causas, como a pressão social do companheiro ou de familiares, ter sofrido um acidente traumático, a acomodação e até mesmo a falta de paciência do instrutor, que acaba não passando confiança.

Exame psicológico é parte fundamental do processo para obter a CNH

 Receber a Carteira Nacional de Habilitação é um processo sério, que também exige aptidão psicológica para a aprovação. O teste psicológico está previsto na Resolução Nº 425/2012 do Conselho Nacional de Trânsito e no Artigo 147 do Código de Trânsito Brasileiro.

De acordo com o artigo 6º da Resolução 425, na avaliação psicológica serão utilizados as seguintes técnicas e instrumentos:

 

I – entrevistas diretas e individuais;

II – testes psicológicos, que deverão estar de acordo com resoluções vigentes do Conselho Federal de Psicologia – CFP;

III – dinâmicas de grupo;

IV – escuta e intervenções verbais.

 

A resolução ainda prevê que “Para realização da avaliação psicológica, o psicólogo responsável deverá se reportar às Resoluções do Conselho Federal de Psicologia que instituem normas e procedimentos no contexto do Trânsito e afins. ” O portador de deficiência deve saber que tem direito a tratamento diferenciado na hora do teste psicológico, segundo o artigo 7º desta resolução.

De acordo com o artigo 148 do Código de Trânsito Brasileiro, os exames de habilitação, exceto os de direção veicular, poderão ser aplicados por entidades públicas ou privadas credenciadas pelo órgão executivo de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, de acordo com as normas estabelecidas pelo CONTRAN.

É importante o motorista saber que, de acordo com o artigo 147 do Código de Trânsito Brasileiro, o exame de aptidão física e mental serão preliminares e renováveis a cada cinco anos ou a cada três anos para condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade, no local de residência ou domicílio do examinado.

Lembre-se de que você pode requerer caso não tenha sido considerado apto no exame.  De acordo com Art. 11 da Resolução 425/2012, “Independente do resultado do exame de aptidão física e mental e da avaliação psicológica, o candidato poderá requerer, no prazo de trinta dias, contados do seu conhecimento, a instauração de Junta Médica e/ou Psicológica ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal”.

 

Conhecer táticas para lidar com sua fobia pode ajudá-lo a ser um motorista mais seguro

A fobia no trânsito pode atrapalhar muito a sua vida. Se o caso for grave, o mais indicado é procurar um tratamento psicológico. No entanto, existem técnicas e dicas que você pode utilizar para driblar esse problema.

Um dos primeiros passos para superar a fobia de dirigir é tentar descobrir o motivo dos seus medos. Depois disso, é importante que você esteja rodeado de pessoas que o apoiem. Nas primeiras vezes, não dê carona para quem você sabe que pode contribuir com a sua insegurança.

Não desista. Cometer erros é comum, por isso, não se desespere. Vá em frente mesmo assim. Não dê ouvidos aos seus pensamentos sabotadores. Não pense nos empecilhos que você vê à frente, mas na alegria e na independência que terá ao dirigir.

Tenha segurança na sua autoescola! Se acreditar que ela não é a melhor para você, procure a que fará com que você se sinta bem dirigindo.

Caso você já tenha sua habilitação, mas tenha medo de dirigir, pegue seu carro aos poucos. Treine. Dê pequenas voltas. Vá se familiarizando com o veículo. Isso pode ajudá-lo a ficar mais confiante.  Aumente gradativamente a dificuldade e o percurso.

Ter fobia é difícil. É complicado não poder dirigir. Procure ajuda e transforme esse medo em realização. Dirigir é um direito seu! Para saber mais sobre seus direitos, consulte o site do Doutor Multas https://doutormultas.com.br/.

Para maiores informações, entre em contato pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou pelo telefone 0800 6021 543.

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