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Gustavo Fonseca é Cofundador do Doutor Multas. Criado há 9 anos com o objetivo de ajudar os motoristas, já evitou que + de 5.200 clientes perdessem a CNH com consultoria administrativa personalizada. É dedicado a disseminar conteúdo relevante para conscientizar as pessoas sobre as Leis de Trânsito.

Cidadania no trânsito: pequenas atitudes que promovem grandes resultados

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O trânsito brasileiro vem se tornando cada vez mais caótico. Quanto maior a cidade, mais difícil fica estar na via e compartilhá-la com as outras pessoas. O que parece não estar sendo considerado é que, para uma boa convivência no trânsito, é necessária a mudança de atitudes de boa parte dos condutores do país, visto que cada um é agente formador das vias públicas.

Para isso, existe a cidadania. Isso significa que melhorias no trânsito dependem de atitudes que respeitem os direitos dos outros e cumpram nossos deveres individuais. É preciso considerar que ser cidadão consiste em desfrutar de direitos e desempenhar deveres. Neste artigo, veremos alguns pontos da relação entre cidadania e trânsito, com a intenção de demonstrar que a mudança é simples e depende, apenas, de cada cidadão.

 

Atitudes prejudiciais ao trânsito

Uma má atitude no trânsito contribui para tensões desnecessárias

Existe uma série de atitudes prejudiciais ao trânsito do país. Todos os dias, é possível presenciar condutores, pedestres e ciclistas cometendo erros que podem colocar em risco sua vida e das demais pessoas. Esses atos representam um enorme desrespeito não só às normas de trânsito, mas também às normas de conduta como cidadãos.

Toda vez que uma pessoa deixa de cumprir uma regra, está deixando de cumprir seu papel como cidadão. Com as leis de trânsito não é diferente. O CTB (Código de Trânsito Brasileiro), por exemplo, determina várias regras, com a intenção de garantir maior segurança e organização ao trânsito, lugar compartilhado por todos. Por isso, descumpri-las significa desrespeitar os outros e a si mesmo.

Com frequência, recebemos notícias sobre acidentes e grandes tragédias envolvendo o trânsito do país. Atitudes imprudentes colocam em risco a segurança de todos, desde pedestres, até os condutores dos veículos de maior porte. Não se pode deixar de considerar que, quanto menos espaço a pessoa ocupa na via, mais vulnerável ela está.

No Brasil, o índice de acidentes aumenta constantemente. Com isso, o número de mortes ou de pessoas que sobrevivem com sequelas tende a crescer com a mesma frequência. Um estudo realizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) colocou o Brasil em 5º lugar dentre os países com maiores índices de mortes no trânsito.

O mesmo estudo mostrou que, de modo geral, o trânsito é o 9º maior responsável pelas mortes no planeta. Além disso, a pesquisa da OMS demonstrou que, em média, 50 milhões de pessoas, ao sobreviverem a um acidente, apresentam sequelas. Um dado chocante desse estudo indica a faixa etária mais atingida por acidentes envolvendo veículos. Segundo as informações divulgadas, jovens entre 20 e 24 anos são os que mais se envolvem nesse tipo de incidente.

Diante dos fatos, é comum perguntarmos qual o motivo para tantos eventos desagradáveis em um espaço comum e inevitável a todos. A resposta vem ao encontro do tema deste artigo. Acidentes acontecem, em sua maioria, devido a atitudes individualistas e que fogem dos princípios da cidadania.

Além disso, muitas pessoas circulam pelas ruas sem pôr atenção ao que acontece ao redor, desrespeitam o espaço do outro, cometem grosserias, desobedecem às regras de trânsito, não promovendo, assim, a paz. Atos aparentemente pequenos, como não planejar-se para circular com o veículo, e atitudes mais graves, como dirigir alcoolizado, contribuem para a convivência cada vez mais difícil e insegura no trânsito.

 

Condutas positivas no trânsito

Agir com cortesia é uma atitude acertada

Algumas atitudes são indispensáveis para a promoção da paz e da segurança nas vias. Isso é trabalhado ainda quando o cidadão encontra-se em processo de habilitação. Os cursos ofertados pelos CFCs (Centros de Formação de Condutores) abordam a temática da cidadania desde o curso teórico. Porém, essa questão não deve ficar apenas no âmbito da autoescola.

Todos os dias, ao sair às ruas, de carro, de bicicleta ou a pé, é importante esforçar-se para não desrespeitar as demais pessoas. Atitudes grosseiras tendem a gerar reações grosseiras dos demais e isso pode ocasionar uma briga de trânsito. Além disso, é preciso praticar empatia, ou seja, colocar-se no lugar do outro, evitando cometer atos prejudiciais que, certamente, não gostaríamos que ocorresse conosco.

É necessário considerar que um veículo mal utilizado pode transformar-se em uma arma perigosa contra a vida de todos. Por isso, é importante zelar pela segurança de todas as pessoas. Bons cidadãos preocupam-se em manter, não apenas a sua segurança e integridade, mas também a de todos os demais cidadãos.

Desse modo,  paciência, respeito, gentileza, solidariedade e, principalmente, responsabilidade são atitudes indispensáveis para que tenhamos um trânsito menos complicado e que ofereça menos riscos. A cidadania consiste em cada atitude tomada. Dessa forma, bons cidadãos certificam-se de exercê-la constantemente.

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