Bonner: o inquisidor Geral da República

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“NENHUM PROCURADOR (da República) FOI CHAMADO NO MEU GOVERNO DE ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA” (Dilma Rousseff)

…MAS NA BANCADA DO JN HAVIA UM INQUISIDOR GERAL DA REPÚBLICA…
Com olhos visivelmente envenenados e ponto no ouvido protuberante (provavelmente exigindo massacre), William Bonner quis, vergonhosamente, se impor como QUARTO PODER frente a Dilma (que é candidata, mas é também a presidente da República). 

Na entrevista com Aécio, coube a Patrícia Poeta introduzir, depois de cinco minutos de entrevista, temas polêmicos, como a corrupção no/do PSDB.

Na entrevista com Dilma, pateticamente enraivecido e violento, Bonner iniciou falando, quase esbravejando, de corrupção no/do PT. E o mais vergonhoso para um jornalista fantoche: em todas as perguntas que fez para Dilma, antes de formular a questão, Bonner já antecipava prováveis respostas, como se fosse um oráculo a obstaculizar qualquer reação da entrevistada. 

Pobre (e ridículo) o jornalista que tem uma enorme boca, um diminuto ouvido e uma pena e/ou microfone que, oportunisticamente, se transforma em arma para levar a “sua verdade a qualquer custo”.. Lembremos de Carlos Lacerda. Conhecemos bem essa história de pseudojornalistas que não honram seu código de ética profissional (a busca incensante pela verdade). Preferem o submundo dos paus mandados, marionetes dos donos das capitanias hereditárias do ar…

Mas, apesar da tentativa (mais uma vez fracassada) de se impor COMO OPINIÃO PÚBLICA, a opinião publicada pela Globo mostra claramente quais são os verdadeiros objetivos dessa empresa (desde o apoio incondicional nos tempos pouco memoráveis da ditadura, passando pela edição do debate Lula x Collor – só para citar dois momentos): servir as elites mais atrasadas e retrógradas, sendo também a guardiã de interesses alienígenas que, desde Cabral, expropriam nosso país.

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