Armas de fogo: o grande vetor das mortes, no Brasil e no mundo

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Um novo massacre nos Estados Unidos: 71 pessoas alvejadas num cinema e 12 mortos. Na imprensa fala-se sobre tudo, menos sobre armas. E por que crimes como este são tão frequentes nos EUA e raros no resto do mundo? Pela quantidade de armas disponíveis nas mãos dos cidadãos norte-americanos – que podem comprar uma arma de fogo com grande facilidade. Não se trata, portanto, de pintar o quadro como se o atirador fosse um louco. Trata-se de um homem armado – que, inclusive, pode até ser louco, mas que provavelmente não cometeria uma carnificina se não estive armado.
Como sabemos, o principal vetor das mortes em todo o mundo (e especialmente no Brasil) não é a droga; é a arma de fogo. Por isso, essa semana várias agências do sistema ONU pediram aos chefes de todas as nações do mundo que criem e fortaleçam mecanismos de controle da venda de armas, como informa a notícia abaixo, a Agência ONU/Brasil:
“Dez agências das Nações Unidas e seus parceiros pediram na sexta-feira (13) aos Estados-Membros que coloquem as preocupações humanitárias na linha de frente das discussões que pretendem alcançar um amplo e robusto acordo nas questões de comércio de armas, durante a Conferência da ONU sobre o Tratado de Comércio de Armas, que está se realizando em Nova York desde 2 de julho.

A diminuição da quantidade de armas disponíveis acarretaria a redução dos assassinatos, de ferimentos e sequestros de civis, da insegurança e do deslocamento, entre outros problemas de violação dos direito humanitário internacional.” 

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