Skip to main content
 -
Eduardo de Ávila
Defender, comentar e resenhar sobre a paixão do Atleticano é o desafio proposto. Seria difícil explicar, fosse outro o time de coração do blogueiro. Falar sobre o Clube Atlético Mineiro, sua saga e conquistas, torna-se leve e divertido para quem acompanha o Galo tem mais de meio século. Quem viveu e não se entregou diante de raros momentos de entressafra, tem razões de sobra para comentar sobre a rica e invejável história de mais de cem anos, com o mesmo nome e as mesmas cores. Afinal, Belo Horizonte é Galo! Minas Gerais é Galo! O Brasil, as três Américas e o mundo também se rendem ao Galo.

Tá na hora da virada em 2022

A sequência da Libertadores, com as partidas de ontem, mostrou que times com melhor elenco que seus adversários entram em campo para encaminhar a classificação logo na primeira partida. E essa a grande queixa do Atleticano com o time em jogos que demonstram apatia e abalam a confiança do Torcedor. Não só esse empate tanto reclamado com o Emelec pela Libertadores, mas em algumas partidas dessa mesma competição e do Brasileiro e até da Copa do Brasil.

Vejamos. Empates com América e Del Valle, derrota para o Tolima – em Belo Horizonte – no torneio continental. Agora essa partida reclamada, quando tivemos tudo para selar a classificação, encolhemos e cedemos o empate. Na Copa do Brasil, apesar das duas vitórias sobre o Brasiliense, foram jogos amargos para o Torcedor do Galo. Com o Flamengo, pela partida de ida, quando parecia que faríamos o terceiro – 3 a 0 – tomamos foi um gol que deixou o placar em dois a um aqui em Belo Horizonte.

E no Brasileiro. Arranca bem com duas vitórias sobre Inter e Paranaense, depois começa a capitular. Empate em casa com Coritiba, fora com o Goiás, derrota como mandante para América, novo empate com Bragantino na casa do adversário. Em seis jogos, 18 pontos, apenas nove conquistados (50%). Daí vitórias sobre Atlético GO e Avaí, ambas no Mineirão, e um vigoroso e vistoso empate com o Palmeiras – ainda que muito desfalcado – na casa dos porcos.

Quando tudo parecia que ia deslanchar, aquela humilhante e inexplicável derrota, no Maracanã, para o Fluminense. Como consequência disso, parece que em ritmo de ressaca, empates com o Santos (BH) e Ceará (fora). Daí vem o Flamengo e o time reage novamente. O jogo seguinte, com o Fortaleza, foi um verdadeiro teste para cardíacos. São 24 pontos, em 42 possíveis, com aproveitamento de 57%. Bem abaixo do líder com 69% e até mesmo o nosso do ano passado quando o Galo se sagou campeão.

O dia de ontem, uma quarta-feira com ares de cinzas na Massa, foi duro de tolerar. É a mais pura realidade. Sou otimista, sempre fui e continuarei sendo até os últimos dias da minha existência. Mas tentar explicar o apagão da terça e outros que estão na relação acima, passou a ser tarefa complicada ao mais apaixonado e confiante Atleticano. Time abre o placar, como com o Emelec e Coritiba ou sai perdendo e não tem força de reação, abaixa a auto estima de quem sempre se notabilizou com o grito de “eu acredito”. A confiança fica abalada.

Dito isso, cá do meu cantinho de casa, onde diariamente tomo assento para propor essa resenha diária, proponho – desta vez não só aos Torcedores, mas também aos dirigentes, comissão técnica e jogadores – uma reação já à partir do próximo sábado. Vencer o Juventude e continuar pontuando no Brasileiro – com futebol que convença ao exigente Atleticano – irá assegurar a presença de milhares de pessoas nas cadeiras frente ao Emelec. Com a Massa lotando o Mineirão e repetindo boa apresentação, confio na reação em avançar nas três competições.

Os profissionais do Galo, todos, precisam mostrar comprometimento e vontade de vencer. Assim, como ano passado que passamos várias rodadas só vencendo, vamos reconquistar a confiança e poder sonhar com os títulos neste 2022. Reclamamos, claro e com razão, desses apagões em determinadas partidas. Condição que jamais, em tempo algum, combina com a história contada e cantada pelo Atleticano de raça, garra e amor às cores preta e branca.

Quando a sinergia arquibancada e gramado entram na mesma rota, como ocorreu ano passado, nada consegue segurar o nosso Galo, Forte e Vingador! Ano passado, todos os clubes da série A, exceto Chapecoense que empatamos duas vezes e foi rebaixada, sentiu o gosto amargo de ser atropelado pelo Galo. Vencemos, pelo menos uma vez cada adversário, fazendo três, quatro ou seis pontos em confronto direto. É esse o Galo que a Torcida quer e espera dos comandados por El Turco. Depende de nós!

Em tempo: quanto aos profissionais, Allan e Nathan – criticados pelo blogüeiro ontem – Hulk e outros mencionados em comentários, opto pelo reconhecimento a eles pelas conquistas recentes. Já para o futuro próximo, minha confiança com as contratações do Jermerson, Pavón, Alan Kardec e Pedrinho. Atleticano profissão esperança.

*fotos: Pedro Souza/Atlético

47 thoughts to “Tá na hora da virada em 2022”

  1. Prezado Jorge 19. O Flamengo 2019, tinha em seu meio campo um jogador que se chama Gerson. Ele era o cara que fazia a diferença ali na meiuca. O Galo em 2021 tinha o Zaracho, que na minha opinião era o diferencial.

    1. Sem dúvida! Dois jogadores que são diferenciais em qualquer time! Mas que no jogo coletivo não dariam conta de resolver sozinhos se os times estiverem desorganizados. Creio que mais do que jogadores, o que está em falta hoje no Galo é organização tática, com cada um sabendo exatamente o que fazer, aliada a concentração, foco e competitividade. Quando o time está desorganizado, os jogadores correm errado e se desgastam mais. A tendência é encostar o corpo. Para mim, falta treinador para orientar e cobrar os jogadores a desempenharem suas funções corretamente e com a intensidade que a competição exige. Um treinador ‘amigo’ dos jogadores não irá cobrar como se deve. Um treinador que não vibra à beira do campo, não vai passar essa energia para o time. Infelizmente é a nossa situação atual, na minha opinião.

  2. SEGUNDO O SUPERESPORTES A DIRETORIA DO GALO , COLOCOU O CLUBE À VENDA.
    A PRINCÍPIO SOU CONTRA TRANSFORMAR CLUBES EM SAF . O CRUZEIRO E O BOTAFOGO POR EXEMPLO FORAM VENDIDOS A PREÇO DE BANANA.
    OUTRO DETALHE , EMPRESÁRIO GOSTA DE LUCROS , E QUANTO MAIORES MELHOR , COMO COMPATIBILIZAR GRANDES LUCROS COM ELENCOS CAROS E VENCEDORES???
    ESSA CONTA NÃO FECHA…
    ACHO QUE ESTÃO BOTANDO O CARRO NA FRENTE DOS BOIS.
    NA MINHA OPINIÃO É NECESSÁRIO AGUARDAR MOVIMENTOS NESSE SENTIDO DE CLUBES COMO PALMEIRAS , FLAMENGO , SÃO PAULO , GRÊMIO , CORINTHIANS , PARA VER COMO FICA.
    ACHO QUE NÃO É UM BOM MOMENTO E TODO CUIDADO É POUCO , PARA QUE ESSA VENDA NÃO SE TRANSFORME EM UM DESASTRE PARA O CLUBE ATLÉTICO MINEIRO E SEUS MAIS DE 10 MILHÕES DE TORCEDORES.

    1. Paulo Roberto, concordo com você. Não se ouve falar em flamídia ou palmeiras querendo virar SAF. Na verdade, apenas times que já estavam insolventes é que buscaram essa tábua de salvação. Poderia até ser a situação do Galo atualmente, mas não foi o que os 4 R’s vinham falando antes, que as finanças do clube estariam saneadas em poucos anos.
      Não sou contra mudanças por si só. Talvez o futuro demonstre que o caminho é esse mesmo e não há como escapar. Ou melhor, é muito vantajoso aderir. Mas isso é para o futuro. Se não há essa necessidade agora, para quê entrar na mesma canoa que atualmente só tem os desesperados? Será que os 4 R’s estão desistindo do Galo e querendo receber o deles o quanto antes? Muito triste tudo isso.

  3. Olá amigos da bola!

    JORGE19, disse tudo em seus dois textos!

    É isso!….

    FORA TURCO!…..

  4. Hoje exalta-se linha baixa e linha alta, saída de bola “qualificada” , sem chutôes , e tratam disso como a novidade das novidades , um NOVO OLHAR do futebol .

    Eu acho tudo isso uma piada !

    Sugiro os jogos da Seleção ’70 , no México .
    Foram seis partidas , e tiros de meta, se bem contados , foram no máximo uns cinco , em todo o torneio .

    Toda saída de bola era feita ou com Carlos Alberto , ou com Gerson , de preferência .
    Só no toque de bola , no chão , pra frente , sempre .

    O Félix mal defendia um chute já colocava com as mãos fazendo o jogo seguir .
    Nenhum “chutão” , a não ser os lançamentos ( passes milimétricos ) do Gerson que encontravam Jairzinho ou Pelé .

    Marcação ?
    Vejam lá Tostão e Pelé acompanhando os adversários até mesmo na entrada de nossa área .

    Em seguida , procurem pelos jogos do time do Rinus Michels em 74 .

    Por esses exemplos é que eu digo : tudo hoje em dia que se ouve por aí é apenas e tão somente uma necessidade de se criar um NOVO CONCEITO ( que não passa do que sempre existiu ) para chamar de seu, como adoram esses histéricos comentaristas esportivos .

    Segue o jogo.

    1. Caro Barata!
      Perfeito os comentários. No futebol atual nada se cria, tudo se cópia mudando-se apenas as denominações. Na copa de 1958, Nilton Santos, lateral esquerdo da seleção fez o segundo gol do Brasil sobre a Áustria, juntando-se ao atacante Mazola. Hoje denomina esse defensor como ala. É pracaba!

    2. Barata, de fato, não há nada de novo sob o sol. Tudo o que se apresenta hoje como novidade, na verdade é apenas um retorno ao que já havia antes.

      Talvez antes fosse mais intuitivo e artístico e não precisasse de tantas explicações. Hoje, aqueles que resolveram ganhar dinheiro com o futebol (que afinal virou ‘business’, ‘money’) trataram de sistematizar (e tornar mais mecânico) o que já existia antes e trouxeram uma terminologia que talvez facilite o entendimento de forma mais didática. Ou não!

      O famoso ‘último terço’ ou a ‘marcação alta’ não deixam de ser terminologias que falam por si sós, embora soem estranhas para quem deu os primeiros chutes numa bola quando um time de futebol também era conhecido como ‘escrete’ ou ‘esquadrão’, que o campo de futebol era tratado como ‘cancha’ ou ‘relvado’, que havia beques e não zagueiros, que o centroavante era o antigo ponta de lança, que o escanteio era corner e o impedimento tinha o elegante nome de offside, mas o torcedor mesmo, que hoje vai de cadeira numerada, se dividia entre arquibaldos e geraldinos.

      Eu também sou desse tempo. Mas não me preocupo muito com essas mudanças. Cada tempo, suas leis. As novas gerações querem reescrever a história como se elas tivessem inventado o esporte. Deixa elas acreditando nisso, hehehe. É que daqui a cinquenta anos, outra geração vai dizer para elas que ‘hoje em dia’ as coisas são diferentes. E assim o mundo gira e as coisas mudam. Só na aparência. Porque na essência continuam as mesmas de sempre. Um abraço.

  5. Com esse futebol nada confiável que o nosso CAM apresenta, o torcedor Atleticano precisa se preparar para as decisões que estão chegando… terço nas mãos, reza e haja coração!!!

    Se os jogadores compraram a idéia de salvar o fraco treinador que estava por um fio, então que sigam com esse pensamento e vençam os jogos pelo Brasileirão e passem o nosso GALO de fases na Libertas e Copa do Brasil!!!

    OBS.: 2021 que foi maravilhoso com as conquistas, já é passado na cabeça da maioria dos torcedores, portanto, queremos mais em 2022!!!

  6. (continuando) E se falamos de treinador estrangeiro, Jorge Jesus, e o impacto que teve sua passagem pelo futebol semi-profissional do Brasil, vamos falar agora sobre os treinadores brasileiros. Renato Gaúcho cantado em verso e prosa como um ‘grande treinador’ por ‘comentaristas’ de futebol brasileiro é aquele que disse que não precisava fazer curso de treinador porque não tinha mais nada a aprender. Isso explica muito o nível dos treinadores brasileiros.

    Ele é o mesmo que uma vez disse que quando se ganha a Libertadores (na época que terminava no meio do ano) podia ‘brincar’ o campeonato brasileiro enquanto esperava a decisão do mundial, pois a meta já estaria cumprida. Esse mesmo e tantos outros treinadores brasileiros são adeptos de jogar com time reserva para ‘poupar jogadores’. Para todos eles e para muitos torcedores ‘não dá para ganhar tudo num mesmo ano’ e ‘é natural uma queda depois de ganhar tudo’.

    Esse pensamento pequeno, acomodado, não competitivo é que tem feito o futebol brasileiro minguar perante o mundo. Se alguém se lembra, em 2013 o Galo com um time excelente, ganhou a Libertadores, mas vacilou na Copa do Brasil e ainda entregou de bandeja o campeonato brasileiro para o ex-rival, pois não teve o menor empenho em ser competitivo naquele campeonato. Tudo para esperar o mundial de clubes. Depois, não conseguiu segurar o ritmo do Raja no mundial, principalmente porque estava sem ritmo competitivo há muito tempo.

    Engraçado que para o Abel do Palmeiras (um treinador comum, retranqueiro, mas ainda assim, muito acima dos nossos treinadores semi-profissionais) ter ganhado a Libertadores não foi impedimento para ser bi-campeão no ano seguinte. Nem para ser o principal favorito ao tri-campeonato esse ano. E nem para ser líder do campeonato brasileiro. Parece que as regras incutidas nos semi-profissionais brasileiros e em alguns torcedores conformados, não vale para o Palmeiras e nem para o seu treinador. Isso faz toda a diferença.

    Eu não queria o Cuca no ano passado pelo seu histórico de ‘Cucabol’ e pelo seu histórico de se conformar com uma conquista apenas. Confesso que ele me surpreendeu, pois não demorou muito para abandonar o ‘Cucabol’ ao ver que tinha uma herança de um time jogando de forma adequada, precisando apenas ajustes na defesa. E também de impor um ritmo forte (que naquela ocasião os jogadores já estavam acostumados), sem ficar poupando e sem se acomodar em uma única competição. O Cuca é uma cara bom, pois tem humildade e facilidade de aprendizado. Além disso, o contexto também ajudou, pois, clube, jogadores, dirigentes e elenco precisavam provar o seu valor.

    Agora, depois de 2021, parece que tudo voltou ao normal da mediocridade aceita por tantos. “Não dá para ganhar todos os anos”, afirma o chapa-branca, passador de pano. É verdade, mas daria ao menos para competir todos os anos para valer? Como tem feito o Palmeiras, por exemplo? “O time perdeu jogadores importantes”, ataca novamente o passador de pano. Mas não estamos falando de elenco (que ainda é muito bom e muito superior à maioria dos adversários), mas sim de intensidade, concentração, competitividade, organização. Temos um time frouxo em campo, porque temos um treinador frouxo na beirada do campo. Simples assim. E passar pano para a situação não vai fazer ela melhorar. Enquanto os jogadores resolverem sozinhos, enquanto decidirem ‘criar vergonha na cara’ por conta própria, já que nada é cobrado, a gente vai prosseguindo. Até a hora que a competência e a organização cobrarem seu preço. Aí o chapa-branca irá dizer que o ‘corneta’ quer ganhar todo ano e isso é impossível.

    Impossível é discutir com chapa-branca, passador de pano!

    1. Com pequenas ressalvas, concordo com muito do que escreveu! Aliás, esse discurso “que não dá pra ganhar todos os anos”, que nem se aplica ao Galo (pq ganhou “muito” só o ano passado!!), já poderia ser “desmontado” pela atitude do Palmeiras, como bem exemplificado! Acrescento, neste caso; Kelly Slater (surf), Michael Schumacher, Lewis Hamilton, Rafael Nadal, Anderson Silva (MMA), o próprio Ayrton Senna, equipes como Real Madrid e Barcelona etc etc etc, que se mantiveram durante anos “disputando em alto nível”, e ganhando em muitos deles (consecutivamente) o que disputavam!! A diferença, para além do nosso “treineiro” (já identificado pela maioria!) está exatamente na entrega do próprio profissional; no brio, gana, evolução (vontade de ser sempre melhor como profissional), e entender que é pago todos os anos, sim, para competir em alto nível (doar o melhor de sí) e, portanto, tem responsabilidades e compromissos a cumprir! Não é achar que, pq ganhou em um ano, pode “descansar remunerado” no próximo!! Esse “conformismo” não tem espaço no mundo corporativo!! Pensamento contrário a esse é que cria um time (praticamente a mesma base) frouxo!! Como disse o pensador: “o medo de perder tira a vontade de ganhar”

      1. Toinho, concordo com você quando diz sobre a entrega que deve ter qualquer profissional, mas sobretudo aqueles que vivem em ambiente competitivo. Mas a competição esportiva trabalha muito próxima do limite e superar esse limite, muitas vezes exigem estratégias que necessitam de estímulos externos.

        Como exemplo, podemos ver em provas de corridas de rua que é comum a presença de alguns atletas conhecidos como ‘coelhos’. São eles que puxam o ritmo da prova, além do que eles conseguiriam suportar durante todo o percurso, para forçar os verdadeiros favoritos aumentarem o seu ritmo para além do que é confortável. São os ‘puxadores’ que lá pelo meio da prova a abandonam pois sua participação era apenas para forçar o aumento do ritmo dos atletas que de fato irão disputar até o fim e, talvez por esse ritmo acelerado, bater recordes.

        O estímulo externo para exigir dos atletas mais do que eles dariam em condições normais de temperatura e pressão deve vir, principalmente do treinador. Ele que precisa exigir, exigir, exigir. Porém, o nosso treinador parece um cara ‘boa praça’ que não faz essa exigência e deixa os jogadores bem confortáveis. Até eles tomarem uma sapatada como no primeiro tempo contra o Fortaleza e depois afirmarem que ‘tomaram vergonha na cara’. Ou seja, eles é que estão se cobrando, já que o treinador não cumpre o seu papel. E assim vai continuar sendo porque os jogadores, dentro do limite, estão comprometidos, sim. Falta quem cobre deles o ‘além do limite’. O nível de competição hoje em dia exige isso dos atletas profissionais.

  7. O Time caiu de produção em relação ao ano passado, não resta duvida. Acho dificil também manter o que foi feito, basta ver o Flamengo de Jorge de Jesus e depois dele. Não acredito qu eo caso seja treinador, pode ser também treinador, ja que qualquer um é uma aposta. Vejo aqui um monte de gente meter o pau no Turco, mas não fala em colocar quem?? Meter o pau é facil, mostra a solução é outros quinhentos, até porque qualquer um sempre é uma aposta, depende de muita coisa. A realidade mostrou nessa Libertadores que quem tem melhor time chega e ganha. Nós, estamos capengando aos trancos e barrancos, nenhum jogo convincente. Torcer sempre, mas estou preparado porque a realidade tem mostrado que o time não traz confiança.

    1. Já dei algumas sugestões de nomes aqui no blog, algumas vezes…

      O turco é fraco e já provou isso inúmeras vezes, só pra citar três vezes, contra Coritiba e fortaleza no brasileiro, e contra o América na libertadores.

      O grande mérito do cuca foi, dar solidez defensiva a um time que naturalmente marcava e marcaria muitos gols, pela qualidade dos jogadores. Quando ele acertou a defesa o time quase não perdeu mais, e teve a melhor defesa dos campeonatos que participou.

      Hoje a mesma defesa é uma das mais vazadas do campeonato. Com os mesmos jogadores.

      A diretoria deveria ter trazido um técnico com características de criar times Que tomam poucos gols.
      Os laterais, meias e atacantes, resolvem lá na frente.

      Odair Helmman pra mim seria o melhor nome, e acabou de sair do clube que estava. Fez dois bons trabalhos em inter e Fluminense. Nos dois os times tomavam poucos gols.
      Abel ( que agora aposentou), Bauza, vojvoda, Fernando Gago que tá fazendo um ótimo trabalho na Argentina. Até mesmo tirar o Pezzolano das marias.

      Eu acredito que qualquer um dessa lista faria esse time render mais.

      Ou então faz igual o Palmeiras e oferece salário padrão Europa pro Cuca. Aí quero ver se ele não volta.

  8. Bom dia!

    Muito se discute qual a real participação de um treinador no desempenho do time em campo. Seria ele apenas um ‘entregador de camisa’ e os jogadores quem resolvia no campo? Ou é responsabilidade dele, treinador, direcionar o time para o caminho e o ritmo certo?

    Para responder essa questão podemos tomar como exemplo o time do flamídia que sobrou em 2019 com o Jorge Jesus. Bruno Henrique cunhou uma frase que explicava bem o contexto: estariam eles em ‘outro patamar’. O que seria isso? Um treinador excepcional que revolucionou o futebol do time ou um elenco de altíssimo nível que fez a diferença em relação aos demais elencos?

    Bom, se o treinador fosse assim tão sensacional, teria voltado a Europa e brilhado. Não foi o que aconteceu. Se o elenco do flamídia, que continuou basicamente o mesmo, fosse tão acima da média, continuaria sobrando após a saída do treinador. Não foi uma coisa, nem outra.

    O fato é que o futebol brasileiro está tão em baixo nível que bastou um treinador de fora trazer elementos básicos do futebol profissional em um futebol semi-profissional praticado por aqui para fazer toda essa diferença. A exigência de intensidade máxima, concentração, competitividade, representada pela obrigação de marcação alta, sob pressão, sufoco no adversário até dominá-lo, em primeiro lugar, encontrou campo fértil para ser bem sucedida por aqui, já que o futebol semi-profissional praticado no Brasil permitia essa impressão de que o treinador e o time eram excepcionais. De lá para cá, os times aprenderam alguns fundamentos de marcar alto, sob pressão, e ao mesmo tempo fazer a saída qualificada da bola, sem os famosos chutões para frente para ver no que vai dar.

    Mas é a exigência do treinador que move os jogadores. Ele quem dita o ritmo da equipe!!!! Se não houver essa exigência e cobrança de intensidade, a tendência é a acomodação da marcação baixa, da marcação com o olho, dos buracos no meio de campo, da desorganização tática, do voluntarismo de às vezes dois marcarem o mesmo jogador e deixar outro livre. Enfim, o retrato do Atlético hoje. O time vai se virando, primeiro pela qualidade do elenco; segundo pela memória tática de quando o time sabia o que fazer em campo. Tirando isso, o Galo hoje é uma verdadeira pelada. A ousadia de marcar alto, sem saber como fazê-lo nos proporcionou uma vergonhosa goleada para o fluminense. Desde então, estamos marcando baixo e torcendo para o Hulk resolver lá na frente.

    É inacreditável que as pessoas vejam tão bem as falhas individuais dos jogadores e usem uma viseira para não ver um time coletivamente inexistente. É inacreditável que após um jogo contra um fraquíssimo Emelec que estava a um mês sem entrar em campo, o time não tenha intensidade suficiente para se impor no jogo e fazer logo o resultado. É inacreditável que as pessoas vejam esse time do Emelec crescer para cima do Galo (mesmo antes da expulsão do Allan) e achar que não tem nada errado. É inacreditável ver uma pelada daquela em campo e ouvir as pessoas falarem que ‘dessa vez a culpa não foi do Turco’. Até quando isso?

  9. Boa tarde a todos!
    O Galo deu mole na terça frente ao Emelec e também frente ao flamengo na CB. Espero que o time consiga se classificar nas duas competições, caso contrário, não vejo como positivo essas contratações que estão sendo feitas. Claro que são jogadores que elevarão e muito a qualidade do time e também as opções de banco, mas, vejamos, os reforços só poderão entrar em campo após a abertura da janela no dia 18 de Julho, se não engano. Que não aconteça, mas, se o Galo for eliminado nos dois mata-mata e continuar perdendo pontos bestas no brasileirão, teremos um elenco forte, caro e que jogará para buscar classificação na próxima Libertadores. Muito aquém do que era esperado no início do ano.
    Outro ponto que chamo a atenção, foi do novo empréstimo do Allan Franco, no momento o elenco está carente de bons jogadores, então, porque a diretoria não o reintegrou para qualificar mais nosso plantel?
    Lembremos que o Pavón só poderá jogar a Libertadores em uma eventual final e o número de estrangeiros está dentro do permitido em competições nacionais. O Allan Franco ajudaria demais a composição do meio e também no ataque.

  10. Bom dia amigos do Galo. O técnico Mohamed, assumiu o NOSSO GALO em uma situação atípica, raramente um técnico pede demissão e deixa como herança um time multi campeão, um elenco de jogadores acima da média nacional, salários em dia, construindo seu próprio estádio e com a casa em ordem. O que mudou? Porque o time oscila tanto e não consegue produzir o futebol que pode? Não falta esforço e dedicação dos jogadores, não falta apoio da torcida e da diretoria, não falta condições de trabalho. Mohamed vai completar 06(seis) meses como técnico do Galo, até acho que ele esta se esforçando, mas infelizmente o seu trabalho não vem correspondendo a expectativa do torcedor e de grande parte da mídia esportiva nacional, são muitos erros e poucos acertos, as críticas são fundamentadas, pois esperava-se que ele, com o elenco que tem em mãos, conseguisse manter o nível do futebol apresentado pelo Galo em 2021. O torcedor continua apoiando, mas está no limite da paciência, não abre mão de atuações convincentes e títulos. Acredito que os próximos dias serão decisivos para a permanência ou não do Turco.

  11. Seria melhor ser eliminado pra este Meleca no Mineirão pra não correr risco de tomar dois chocolates do Palmeiras que tá voando baixo e ontem amassou o Cerro fora de casa. Aí quem sabe estes sem vergonhas demitam este técnico meia boca ..

  12. Ontem o clube digo a torcida ganhou o troféu de melhor torcida de 2021, o que para nós não é nenhuma novidade, pois conhecemos nossa força e potencial.
    Então vou sugerir que nas próximas preleções antes dos jogos, este troféu seja colocado na frente do Turco e dos jogadores para eles entenderem que nós fazemos a nossa parte e eles precisam fazer a deles, pois caso contrário o único troféu deste ano será o que está ali exposto.
    E detalhe graças a quem está fora nas arquibancadas e sem receber um tostão por isto, ao contrário, estão pagando para estar lá.

  13. Prezado Eduardo
    Falou muito bem. Acho que politicamente correto é jogar com garra e determinação o tempo todo. Os modelos estão invertidos no futebol. Vejam o Neymar. A impressão que fica é a de que alguns jogadores estão ai só para faturarem, não se identificando com a torcida e nem com o clube. Para contratar jogador temos que saber o que ele pretende,o que aspira, onde quer chegar e, principalmente, se quer ser parte integrante de equipe vencedora. O mesmo serve para o treinador. Este negócio de bater palmas para “craques” de papel não serve mais.
    Um abraço

  14. Guru / MASSA,

    Pelas contas do Cuca, o time para ser campeão tem de fazer média mínima de dois pontos por jogo. Estamos na 14a rodada, 42 pts totais, 28 na média, e o 9ALO com 24 ptos, saldo negativo de 4 ptos. O Porco líder tem 29, estando esse dentro da média +.

    Para que o 9ALO entre na média, tem de vencer 4 jogos seguidos. Para estar junto do Porco tem de vencer 5 jogos e torcer para o Porco perder 5 pontos nessas rodadas. Ou seja, temos até o meio do campeonato para saber se vamos ou não lutar pelo Bi do brasileiro.

    BBOOOORRRRAAAAA 9999AAAAAAALLLLLÔOOOOOO GANHAR O BRASILEIRO!!!!!!!!

  15. Bom dia MASSA!

    Complicado esse futebol que o 9ALO vem mostrando. Uma hora transmiti muita confiança, em seguida é time de rebaixamento. Que montanha russa do cão essa nossa vida de torcedor. Não há uma semana de sossego.

    Todo mundo fazendo o dever de casa e o 9ALO se complicando.

    Se é na base da emoção,ok, tudo bem, que assim seja, mas por favor 9ALO, dê pelo menos 15 dias de descanso para nossos corações.

    BBOOOORRRRAAAAA 9999AAAAAAALLLLLÔOOOOOO, GANHAR O BRASILEIRÔOOOOOO!!!!!!!!

    BBOOOORRRRAAAAA 9999AAAAAAALLLLLÔOOOOOO, GANHAR LIBERTADOOOOREEEES!!!!!!!!

    BBOOOORRRRAAAAA 9999AAAAAAALLLLLÔOOOOOO, GANHAR COPA DO BRASIIIIILLLL!!!!!!!!

  16. Bom dia, todos! Gostaria de fugir um pouco do assunto e aproveitar esse canal para pedir uma possível explicação ao nobre blogueiro. Sempre tivemos informações do dia a dia do Galo mais precisas com a presença da imprensa no CT. Recuperação e convívio de jogadores, formas de treinamentos etc. Com a pandemia essas informações são passadas pela própria mídia do clube, o que não é a mesma coisa. Será que o nobre blogueiro sabe por que a imprensa continua proibida de entrar no CT, sendo que a pandemia já está relativamente controlada?

    1. Virou norma. Esse fato não é privilégio do Galo, até time da prateleira de baixo adotou essa norma. Vou além, tempos passados cada time entrava em campo saindo do seu túnel. No gramado a fiação das reportagens se enrolavam e o juiz aguardava para o início da partida. Hoje isso não existe. Entrevista exclusiva e bombástica mexiam com a Torcida. Atualmente as assessorias, acontece pra todo lado e claro no Galo, tem sujeito pra patrulhar pergunta e até policiar jornalista. Não sou resistente aos novos tempos, mas duas considerações:
      1) antigamente era mais romântico;
      2) no caso do Galo, tem assessor – e já vem de longe – que se acha mais importante que a diretoria, treinador e jogadores.
      NOVOS TEMPOS!

  17. Bom dia!
    A verdade é que quando parecia que o treinador ia cair, os jogadores resolveram jogar por ele. Isso revela que são um bando de sem vergonha. Jogam quando querem. Isso também revela que esse treinador não tem comando. A propósito, tudo indica que vamos perder o promissor Neto por causa desse argentino. Se o Galo quiser conquistar alguma coisa esse ano, essa diretoria precisa se mexer logo e mudar o treinador.
    Fora Turco!!

  18. bom dia Eduardo e massa. depender das viradas com este péssimo treinador e estes amontoadas de peladeiros e pipoqueiros estamos fritos. engraçado que aqui no blog ontem quem criticou o Hulk pipoqueiro foi eu e outro amigalo que criticou ai apareceu os verdadeiros atleticanos e modinhas irritados com a críticas.o Hulk é ídolo mas jamais vou deixar de críticar quando merecer queira ou não os verdadeiros atleticanos e modinhas. os porcos foi na casa do adversário e praticamente esta nas quartas de final enquanto este galo do péssimo treinador e bandos de pipoqueiros deu vida ao poderoso Emelec. o galo de 2022 é cara deste péssimo treinador e jogadores acomodados e salto alto. sábado é juventude pelo brasileirão só falta o galo ressuscitar mas um defunto. aff.vai galooo.

  19. Pois é , DOMINGOS SÁVIO , ÂNGELO, futebol virou uma “murrinha” danada .

    Jogadores “desmotivados” ?
    Ah , conta outra .
    Irresponsáveis , isso sim .
    São profissionais contratados para fazer o que imaginam que possam fazer .
    Alguns não têm nada para entregar mesmo , ninguém sabe como chegaram a calçar um chuteira .

    Mas , também ,vejam o que se tornou um departamento de futebol:
    são quinhentos especialistas para cuidarem dos atletas , até mesmo cabeleireiro deve ter no CT , dado a profusão de penteados diferentes apresentados pelos atletas a cada jogo .

    Fora o paternalismo , a proteção do “patrimônio contratual” para não “desvalorizar” o atleta numa negociação , essas coisas mercantilistas que transformaram os clubes numa agência de compra/venda .

    Torcer ? Já era .
    Xingar jogador pelas cag@@@s em campo ? Um acinte .
    O cara joga mal e entrega a rapadura? Ah , ele tem CRÉDITO , não devemos mandá-lo para a pqp , pega mal , o “companheiro” de arquibancada pode se ofender e achar que cometemos um crime de ofensa moral .

    É , PARCEIROS , somos alienígenas nesse NOVO NORMAL .

    Resta , a quem se entrega a esse “novo olhar” , FAZER A SUA PARTE , ligar sua lanterna de celular e promover lindas imagens coreográficas nas , hoje , cadeiras do campos de futebol , quer dizer , das ARENAS ( seriam no estilo grego ou romano ? ) , enquanto no campo de jogo baixam as linhas , fazem a transição para a linha alta e atacam a profundidade .

    Futebol mesmo ? Mero detalhe !

    É PRACABÁ !!!

    É PRACABÁ !!!

    1. Boa tarde Barata, estadio de futebol já foi muito legal. Hoje é uma icone da exclusão social. Ao acabar com a arquibancada , com a Geral e reduzir pela metade a capacidade do Mineirao ( e dos demais estádios do pais), deram um bicudo na cultura de integração social que o futebol tinha no nosso pais. Agora com a compra dos clubes por endinheirados, vivemos torcendo para revelar e vender jogadores. Tem gente que comemora lucros com vendas. Eu me lembro quando o Cerezo foi para a Roma. Foi uma tristeza danado, pois ele foi até eleito vereador pela massa que sentiu demais a sua partida. E esse cidadão que jurou que retornaria ao Galo quando voltasse para o pais, por vinte moedas, foi jogar no Sao Paulo quando retornou ao Brasil e quando voltou ao estado de Minas Gerais foi para jogar no rival e ainda fez o gol contra o Santos, que livrou o rival do rebaixamento. E o pior de tudo ainda permitiram que esse sujeito se despedisse do futebol jogando pelo ” glorioso”.

    2. Oh Barata e a entrevista do Daniel Carvalho, publicada no portal do jornal o tempo? A história do 6×1 sera um dia contada….

    3. Pelo menos uma notícia boa: Savinho foi embora, menos uma tranqueira! Será que não conseguem algum distraído pra levar o Allan?

  20. Bom dia Atleticanos,estamos vivos em todos os torneios, empurrando com a barriga, sempre jogando mal,placares apertados mesmo contra adversários fracos,com esse futebol meia boca vamos seguindo,a esperança é a última que morre,Galo sempre

  21. Eduardo e amigalos, quero queimar minha língua, mas já estou apreensivo com esse jogo de Caxias que valem os mesmos 3 pontos de jogos como contra Flamengo, Palmeiras, etc…. Mas já ouvi da imprensa que vai com time misto. E time misto o turco poupa é todo mundo, e com o time inteiro modificado o Galo não rende, quando são uma ou outra modificação sim mas o time todo, já preparemos o calmante para sábado. Só o Palmeiras tá encarando todas as competições com sede, já estão nos esperando nas quartas da libertadores antecipados e nós? Tendo que poupar contra Juventude para não passar vergonha contra Emelec….. Acorda Galo.

  22. Pessoal, moro em São Paulo, tenho o galo na veia vingador, que quase não uso, e ontem decidi comprar ingresso para o jogo de terça que vem, que sofrimento! Sou de TI e realmente o sistema de venda de ingressos é algo abaixo da crítica. Um time que quer incrementar seu programa de sócio torcedor não pode aceitar um processo tão meia boca e que promova uma experiência péssima aos seus clientes.

  23. Bom dia!
    Espero que contra o Juventude, o Galo leve o que tem de melhor para o campo!!! Nada de poupar jogadores! Por que mandar a campo aquele time que começou o jogo contra o Fortaleza, vai ser uma sapecada só! Galo, sempre!

  24. Bom dia!
    Espero que contra o Juventude, o Galo leve o que tem de melhor para o campo!!! Nada de poupar jogadores! Por que mandar a campo aquele time que começou o jogo contra o Fortaleza, vai ser uma sapecada só!

  25. Bom dia, Eduardo e amigos. Não adianta trazer reforços com este técnico. Muito fraco, demora a enxergar o jogo e acha bom empatar com o Emelec. Na verdade, nosso ano vai começar, dia 13/07, após a eliminação da copa do Brasil, infelizmente.

  26. Bom dia
    O CAM dentro do campo é retrato do seu treinador.
    Não transmite confiança, acomodado, não insentiva os jogadores, não substitui, não corrige erros, não tem leitura do jogo, etc
    Vamos classificar contra emelec não por mérito do nosso time, mas pela ruidade do adversário.
    Enquanto esse treinador estiver no galo esqueça aquele time que jogava pra ganhar com raça e determinação.
    Nosso treinador é retranqueiro e fraquissimo não vamos ganhar nada esse ano.

  27. Bom dia Massa e Guru

    Ontem na live do Breno Galante foi feita uma indagação: estaria faltando motivação aos jogadores? Resposta fácil de responder, se usarmos o argumento de que altos salários já seriam fator motivacional.
    Mas o prof. Rodrigo Duarte primorosamente explicou, o porque de não só os altos salários serem este fator.
    Talvez o professor tenha razão, mas será que fatores como: salários em dia, torcida engajada, presente e apoiadora, melhor centro de treinamento do Brasil à disposição, elenco forte e qualificado, viagens em vôos fretados, técnico aprovados por eles, não seriam motivos suficientes para a motivação dos jogadores?
    E não me venham com a alegação de que ganharam tudo no ano passado e que ter motivação para este ano seria uma tarefa difícil, pois o Palmeiras ganhou a liberta e em nenhum momento tem demonstrado acomodação, até pelo contrário.
    Bom, se mesmo assim ainda os jogadores se sentem desmotivados, desafio a eles então apontar o motivo, porque até agora a culpa pelos fracassos tem caído toda sobres o técnico (não sem razão), mas com grande colaboração dos jogadores. E Isto é fato.

  28. Prezados Ávila, atleticanas e atleticanos!
    Confesso que a partida contra o Emelec me deixou p. da vida. Muitos de nós destilaram o seu inconformismo, às vezes exagerado na visão de uns e correto na visão de outros, mas todos dentro do espirito de buscar caminho ou alternativa que possa trazer o galo, novamente como protagonista e não coadjuvante. Ídolos foram desprestigiados face à equívocos naturais produzidos no calor de uma disputa de futebol. Penalty perdido! Pipoqueiro por ter perdido penalty! E por aí afora. Nada que ultrapassasse à razoabilidade. Passada a agonia e o nosso descontentamento face à nefasta atuação conta o Emelec, embora o resultado possa ser considerado razoável em decorrência da decisão ser no Mineirão, vamos centrar o nosso apoio ao jogo do próximo fim de semana. Que o galo devolva ao atleticano a alegria momentaneamente esquecida pelas péssimas atuações. Temos plantel para proporcionar um futebol de primeira linha. Basta os jogadores quererem e deixar a soberba de lado. Quando neste ano, enfrentamos os times ditos da prateleira de cima, proporcionamos o espetáculo que se espera do time do galo. Basta comprometimento e respeito a todos os adversários, coisa que muitas vezes parece não acontecer quando o adversário é da prateleira de baixo. Os exemplos foram enumerados por você. Porque tamanha oscilação? Para mim trata-se e esquemas táticos mal definidos. Quando se joga contra adversários do mesmo nível, estuda-se as características dos jogadores e impõe uma intensidade e comprometimento de todos os jogadores. Quando joga contra adversários de menor nível, deixa a coisa fluir solta e a estratégia fica a deus dará. Se o Hulk estiver em campo a probabilidade de êxito é muito grande, embora não esteja jogando no mesmo nível do ano anterior. Mas é o craque o time que deve, a exemplo do ano anterior, impor ao comandante determinadas condutas do time no campo de jogo. Chamar o técnico e os jogadores à responsabilidade. Nada de paternalismo a determinados jogadores. Se não estiverem produzindo o que deles se espera, banco, seja quem for. Só com o nome não se joga futebol e aparentemente essa máxima tem acontecido atualmente no time do galo. Vamos unir esforços e dar as mãos enquanto há tempo para recuperarmos a nossa condição de “protagonista”. Criticar, sempre na busca de soluções pois todos somos atleticanos.
    Hoje e sempre, galo!!!

      1. Boa tarde! Então Ângelo, boa dissertação, só acrescento algo, o Hulk errando quase tudo num jogo como terça, ele foi disparado o melhor em campo, não tenho dúvidas disto, tal qual vimos na assistência que “ele” deu pro primeiro gol. Não aceito poupar ninguém sábado, estamos correndo atrás do rabo no CB, se a diretoria e comissão técnica vier com esta lorota de priorizar alguma competição, já no sábado inclusive, na segunda ligo cedo pra cancelar meu GNV. Não admito covardia!!

  29. Bom dia Avila. Bom dia a todos. Realmente o campeao Brasileiro levar uma goleada de 5×2 do Fluminense com gol de Samuel Xavier? E a derrota para o Tolima no Mineirao? Será que essse time terá capacidade de vencer as ” linhas baixas” do Emelec( Alô Barata), ou o triplice vexame de 2022, vai ser a eliminação em casa para o Emelec?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.