
Se tem algo que os investidores, notadamente e especificamente os dois principais (passei a trata-los de 2Rs) – Rubens e Rafael – que assinam Menin, não podem nunca reclamar é do cheque em branco (figurativo) que a Massa lhes confiou. Houve uma pequena resistência, entre os quais destaco como ontem registrei o cronista Mór da nossa Atleticanidade na atualidade – Fred Melo Paiva – que sempre foi crítico desse endeusamento e aprisionamento da nossa instituição ao poder patriarcal e sucessório nos destinos do Galo. A grande maioria, entre os quais esse blogueiro, confiou nas promessas da campanha por adesão à saf. Não diria que demos com os burros n’água, mas foi muito aquém do discurso de sedução. Aquém não, um engodo pela expectativa prometida.
Sem a intenção de ser repetitivo e alongar, mas nesse momento e em função das declarações de ambos, Rafael se afastando da missão que fracassou e Rubens com a mesma prosa de sempre, me sinto obrigado a fazer uma curta analogia. No poema de Brecht começam levando uma flor, depois pisam no jardim e matam o cão, até arrancar a voz da garganta e isso se tornar normalidade. Pois chegaram e avalizaram para depois investir sem intenção imediata de receber. Depois contrataram e fizeram o time campeão de quase tudo, posteriormente enquanto desmontaram essa equipe vencedora foram se apoderando e encantando a quase todos, até virar dono (usando dos recursos investidos) e ignorar o Torcedor. Antes que o novo normal incluísse o silêncio do Atleticano, reagimos como nos melhores tempos das arquibancadas e nosso grito ganhou as ruas da Atleticanidade. Não irão matar o Galo!
Não vou me estender nesse assunto, que antecipei a postagem da resenha do primeiro de maio. Explico. Hoje, dia do Trabalho, vou me dedicar às comemorações da data. Assim vou sair de casa bem cedo e sem horário para retornar. A exemplo de outras comemorações, feriado como hoje, pretendo fazer valer minha indignação com tanta coisa estranha ao nosso redor, como vem ocorrendo com o nosso Galo. Os caras mandam e desmandam e o povo – Massa – que se dane. Me lembra a letra musicada, o de cima sobe e o de baixo desce. Xô hipocrisia! Não sei se os dois, filho e pai, estão entendendo bem a situação. O desalento que causaram na Massa, se não for estancado urgente, pode ser um processo irreversível de assassinato de uma paixão mais que centenária. O filho anunciou o afastamento. Corre a boca pequena que, além dos Torcedores, o elenco também não confiava nele e que existia dificuldade de relacionamento pelo seu temperamento autoritário. Isso é o que rola nas redes sociais. Que são perigosas, as vezes mentirosas, em todos os seguimentos da vida moderna.

Se o filho afastou para cuidar das empresas, que segundo a imprensa especializada – como vem trazendo sempre o jornal “Valor Econômico” – passa por momentos de turbulência, será fundamental que o novo gestor – Pedro Daniel – tenha mesmo autonomia para o exercício da função. O receio que acompanhei nas reações do Torcedor é de que ele – Rafael – continue dando pitacos como foi durante todo o tempo que esteve à frente das decisões maiores da saf Atleticana. Estilo trator – quem não se lembra da coletiva do ano passado, quando desafiava quem fizesse pergunta que não fosse do seu agrado – e arredio aos críticos. Já o pai, que tentou amenizar – com aquele jeitinho matreiro e patriarcal – repetindo em conteúdo e estilo melodioso recados que não sensibilizam mais ao Atleticano. Vale dizer, perdeu a idolatria e virou decepção. Confiança necessita de um tripé bem ajustado. Empatia, solidez e autenticidade. Perdeu o elã!
Em síntese, ao que penso, cada qual tem sua maneira de pensar, avaliar e reavaliar, se preciso for. Eles cansaram das cobranças, não tem caminho de volta, prometeram o que não deram conta de entregar, são responsáveis sim pelo endividamento desenfreado recente e agora precisam de ajustes pessoais, financeiros, emocionais para desvencilhar desse buraco que nos meteram. As cobranças históricas por resultados – vitórias e títulos – agora se somam ao fato de a gestão saf Atleticana vir se mostrando um desastre. Anunciada como a melhor saf do Brasil, é cantada por adversários e mesmo Torcedores do Galo, como fracassada. O grande vilão desse imbróglio foi a construção da Arena sonhada pelo patriarca. O que fazer? Precisam de tempo para encontrar uma saída.
Já, nós Torcedores Atleticanos, queremos solução para ontem. Não inventamos estádio – ainda que muitos entre nós (meu caso) tenhamos investido na condição de Atleticano com sentimento de pertencimento -, tão e somente confiamos nesse projeto que vem demonstrando ser um fiasco. Um diretor da área financeira dessa saf (Arena e Galo) – Thiago Maia – foi quem disse que essa dívida que ele nos arrumaram é “organicamente quase impagável”. Como ficamos nós? Apreensivos! Não inventamos essas loucuras que disseram maravilhas e agora nos expõem a tanta ridicularização. Esses pronunciamentos da quinta-feira, ao que penso reforça ainda mais aquilo que tenho defendido. Fiquem com a Arena, deem o nome que desejarem, mas nos devolva o Galo. Sem dívidas, uma vez que queimaram um shopping que na ocasião pagava todo o passivo e ainda sobrava dinheiro para investimento e custeio. Sigamos? Será?
*imagens extraídas dos vídeos mencionados

O afastamento do Rafael Menin é muito mais do que fugir de cobranças. Tem algo a mais nesta decisão. Não esqueçamos que o clube está intimamente ligado ao Daniel Vorcaro. Até hoje não se sabe se continua sócio, se o dinheiro foi devolvido ou o que aconteceu. E não se pode dizer que não sabiam, afinal, dois dos sócios são banqueiros. Muito estranha essa saída. Vejamos cenas dos próximos capítulos
O problema do derrotista é que ele só percebe que o planejamento foi todo errado quando já é tarde demais. Só percebe que foi feito de vagabunda quando é tarde demais.
Já em 2023, houve protestos e muitas ressalvas quanto à SAF, mas o blogueiro derrotista teceu loas aos bilionários. Deu no que deu.
Caro, a cada manifestação- ainda que muito casual de vossa parte – fica tão evidente a sua grande motivação. Inveja!
Vc, na verdade, queria era ter sido lembrado e procurado, como eu fui para assinar este espaço. Entre tudo que sempre trouxe, algumas coisas estão claras como seu desejo de estar no meu lugar e – como assina – chato. No mais é só omissão ou mentira. Desenhando. A começar por não usar seu nome, atitude de covarde e cagão; Atleticano, condição que a alguns é duvidosa. No mais, imbecis existem e alguns deles caem direto na lixeira. Mas vc, ao contrário do que lhe possa parecer, me diverte. Não sou, estou blogueiro. Minha Atleticanidade, diferente da sua dissimulada, me autoriza e sugere afirmar. Tu és um INVEJOSO E FRUSTRADO. E covarde, escondendo atrás de identificação genérica.
Escrevo diariamente, tenho fôlego para isso, minha idade caminha junto da resistência.
Em tempo: envie seu curriculum ao jornal e explique o quanto se acha melhor. Eu sou apenas, com a permissão do amiGalo Celso Adolfo “um rapaz (setentão) latino Atleticanos”, que incomoda chatos e incompetentes.
Esta clareira Atleticana impregnada de consistentes considerações e reflexões, a começar do blogueiro e circuitando pelo ERNEST, THIAGO, MARCOS, JOSÉ ROBERTO, WELLINGTON SOUZA, BRUNO, me penitenciando pelos que não foram citados; um intencional holofote de boas vindas para a MARLY SOREL (e que compareça outras e mais vezes) e , como cereja do bolo, a irreverência do JÚLIO para rirmos juntos no lugar de chorar: “se tomar de 4 amanhã novamente cai barba, cabelo e bigode”.
Bom dia!
Ontem ficou escancarado o porque estamos nesse buraco, o pronunciamento dos donos é surreal! Desconectado e sem empatia com o sofrimento que estamos vivendo. Estao colocando o Pedro Daniel para ficar com a culpa do fracasso e da queda para a Série B.
Atleticanos, se o fossem, estariam preocupados e teriam sinalizado mudanças de rumo.
Barco à deriva, falta de comando e de dono. Amanhã a noite é o dia do prego no caixão do Galo
Não devemos esquecer das responsabilidades dos Srs. Ricardo Guimarães, Sérgio Coelho, Alexandre Kalil (iludido com arena própria) e TODO o Conselho deliberativo do CAM (aparelhado pelos Rs é verdade!) para chegarmos até aqui. Bastava vender o Shopping, pagar as dívidas e administrar o Mineirão em conjunto com o rival. Mas precisavam dar o golpe para massagearem seus egos. Em minha opinião o Galo está irremediavelmente condenado a acabar, seja na mão desta gente ou de um novo dono. Como sei que esta gente não tem competência e, muito menos, interesse em resolver o problema, prefiro que vendam e, daí, quem sabe melhore um pouquinho. Certo é que destruíram a sonho e o amor da vida de milhões. Que a vida os cobre por tanta ganância e irresponsabilidade.
Gostaria de comentar sobre O balanço de 2025, que é o retrato da gestão no nosso Galo
O clube atingiu uma receita recorde de R$ 768 milhões (+14%). Um marco importante mas que não se converteu em resultado financeiro positivo.
Prejuízo operacional: R$ 3 milhões
Prejuízo líquido: R$ 310 milhões
Os números mostram um clube que gastou muito, mas gastou muito mal.
• R$ 311 milhões em folha salarial, mais de 22milhoes em folha mes.
• R$ 181 milhões em contratações (ninguém sobressaiu)
• Mais de R$ 130 milhões na operação do futebol
Esse nível de investimento exige retorno. E ele não veio. O futebol deveria transformar esse gasto em:
• Títulos (e premiações maiores)
• Mais engajamento e presença do torcedor
• Receitas crescentes com bilheteria e sócio
Mas o que vimos foi o oposto, dependência de venda de jogadores (R$ 203 milhões) para fechar as contas, resultado esportivo abaixo do potencial do investimento, receita que cresce, mas sem acompanhar o nível de gastos. No fim, o balanço escancara um problema enorme de gestão, onde esta claro que não faltou dinheiro, mas sim faltou eficiência em transformar investimento em retorno. Isto explica que no futebol, gastar muito não é o problema.
O problema é gastar muito e não colher resultado nem em campo, nem no caixa. Isto só escancara que a família Menin deveria se atentar aos seus negócios (construção, banco, vinícolas, etc) e deixar futebol para quem conhece futebol.
É morte anunciada: a SAFada entrou pela porta dos fundos. Engendraram tudo de forma ardilosa, para que não fosse possível à agremiação recusar a enSAFação.
Endividaram meu Galo como se não houvesse amanhã e se ofereceram para comandar o processo de criação e “venda” da SAFadeza. Impuseram regras interessantes ao clube, mas que eles mesmos trataram de jogar por terra quando lhes convieram, como “a arena nunca será parte da SAF” e “o CT não entrará na venda e será sempre do clube”. Descumpriram tudo. Tudo para tomar o poder no Galo. Por quê? Para quê?
Para enfiar o clube nesse buraco nunca dantes habitado por nós?
Ah, mas há as dívidas… Sim, elas existem. Eles aportaram volumes significativos de dinheiro para chegarmos aos triunfos memoráveis de 2021. Mas pesquise um pouco e verá que Paulo Nobre e Leila Pereira fizeram o mesmo para ajudar o Palmeiras. Deu certo. E muito. E por que não deu com o Galo? Porque eles realmente gostam do clube. Quando a lei deixou de permitir doações diretas, reverteram tudo em cotas de patrocínio. Sem onerar, sem endividar o clube. Diferentemente dos 4Ratos, pensaram na instituição, e não no próprio bolso.
A pergunta intrigante é: por que eles tinham (ou têm) tanta sede de possuir o Galo? Só para matá-lo? Acham que o Clube Atlético Mineiro é uma construtorazinha qualquer? Um banquinho que se administra com um pé nas costas?
Não. Galo é paixão ilógica. Amor acima de qualquer P&L ou EBITDA.
Resolveram tomar o clube de assalto só para mostrar ao mundo que sua incompetência é ilimitada.
Parabéns.
Acabaram com tudo.
Desesperançaram a mais apaixonada torcida do mundo.
Queimaram todos os técnicos que contrataram.
Irritaram um dos três maiores ídolos da história do clube e praticamente o expulsaram.
E agora?
Como corrigir tanta bobagem sem prejudicar ainda mais o clube e a torcida?
Bom dia,
Emendando com os remendos vamos falar de balancete.
Antes só para deixar claro que para mim isso foi apenas uma forma de se blindar com relação a torcida organizada que poderia escalar a onda de ameaças e chegar na família dos Menins.
“Tudo continuará como antes no quartel de Abrantes”.
O balanço como em 2024 percebesse propositalmente uma forcinha para trazer um caos ou como diria, um aumento da dívida.
Empresário que se prese sempre gosta de chorar e esconder lucro inflando prejuízo.
Depreciação de elenco, dívida por antecipação de receita das vendas de cadeiras e camarotes, tudo isso é contábil e apenas para fazer chacrinha e bancar de coitadinhos.
Compra de atletas 243 milhões e venda 203 milhões, isso quase não dá um Gerson… será que ele foi a vista????
Quem trabalhou em conglomerado de empresas sabe como funciona, no meio delas sempre tem um patinho feio para ficar com o prejuízo, deixar as outras numa boa, pergunto para vocês: onde no meio empresarial pode comprar e não pagar? pode se dar calote? Fazer milhões com mercadoria danificada, estragada que não presta (jogador), sem direito do comprador te acionar na defesa do consumidor.
Leu com atenção, entenderam o quão importante o Galo é para esses empresários?
Vida longa ao Galo!!.
Torcedor deveria deixar esse negócio da dívida de lado, fosse ruim já teriam se mandado, nem teriam comprado.
Não esqueçamos que estavam de dentro e não foram enganados, apenas era a única coisa a se fazer para reaver os 350 milhões que haviam investido e emprestado ao Galo, somado a isso se livrar de um terreno embargado e ter um estádio e um clube para chamar de seu.
#SAFNota0
Caro Amigo temporão, saudações Atleticanas!
Penso quê ” o que não dá p remendar, remendado não estará”. Nenhum dos pronunciamentos da famiglia MENGUIN fala em tirar o GALO do buraco em q ELES o meteram – publicação do balanço mostra q o valor inicial da “çaf” desvalorizou consideravelmente,já a dívida aumentou uns 400 mangos. Eiiitaaa…os çalvadoris du galo vão conseguir destruir a “çaf” e a associação – pela segunda vez e em definitivo – ao mesmo tempo, Jênius. Sigamos! Em momento algum falaram em reforçar o time p tentar salvar a “empresa “- leia-se o time de futebol – da tragédia q se anuncia. Nenhum deles foi capaz de garantir e/ou sinalizar q o GALO não irá ser rebaixado ao final da temporada. Para fechar: É ruim,mas muito ruim mesmo q o menino luxento não continuará ditando as regras de como utilizar o brinquedinho q o papi lhe deu; é ruim dele deixar de meter o bedelho onde quer que seja nos assuntos ligados ao operacional da “çaf”. Pedro Daniel será o testinha de ferro, cortina de fumaça ,seja lá o q for da vez, ou seja, fudeu! Não vai mudar p0##@ nenhuma,cortina de fumaça p esconder o balanço financeiro e só.
Quem nasceu menin NUNCA será KALIL!!! By Fred Melo Paiva o eminência cinza segundo o próprio.
Será q irão apagar a pintura do Hulk no entorno do campo dos MENGUIN?! Será q o Hulk em breve fará companhia ao Fred Melo Paiva e se tornará uma eminência cinza?! A ver…
PQP! Que çaf amaldiçoada e maldita,bicho!
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Assino embaixo, mas com um pequeno acréscimo à sugestão do blogueiro democrático: “Fiquem com a Arena, deem o nome que desejarem…”, acrescento, DESDE QUE NÃO SEJA NENHUM NOME QUE LEMBRE ALGO SOBRE O GALO …, para que possamos virar essa página e esquecermos dessa triste história do Clube Atlético Mineiro. Que fiquem com o nome que, na verdade, sempre quiseram: ARENA/MRV….
EU AVISEI! Eles viram que o Titanic tava afundando! E o Ribens pediu pro Rafael sair de cena, vai ficar nos “bastidores” dando seus pitacos errados! Acharam que Clube de Futebol é igual construir apto da MRV: Sifud…. Agora, como venho falando é o novo CEO lá o que, chamar os agentes dos come e dorme e mandar vazar. O Scarpa por exemplo, ganha hum milhão e duzentos por mês, reserva desse time frouxo, liga pro agente do meio atacante do Mirassol, ele deve ganhar uns 300 mil, oferece 600 e bônus de metas, não precisa de CIGA, pergunta se ele quer jogar no Galo nesse ano. É SIMPLES! Não precisa buscar Preciato, Minda e outros Zé Ninguém…
Bom dia xará e amigalos. Rafael Minin e Hulk estão se livrando do ENCOSTO que virou o GALO. Essa é a realidade. Agora o futebol está nas mãos daquele que gosta de disputar vaga para campeonatos. Amanhã é dia de outro vexame. Z4 a vista!!!! Resumo da ópera: ESTAMOS FU…..
Caro Eduardo, você provoca interessantes reflexões. O mais relevante é a ideia do time que une pessoas.
Parabéns!!!
Continuamos na torcida!
Se tomar novamente de 4 amanhã, cai barba, cabelo e bigode vamos aguardar…
Bom dia Canto
O afastamento deste ser desprezível, arrogante e prepotente dirigente, já deveria ter acontecido lá atrás, quando da compra do clube pela SAF.
Aliás, ele na verdade nem deveria ter entrado, já que mesmo com toda a sua qualificação empresarial, é um completo analfabeto no futebol.
Vale lembra que este Sr. e seu progenitor, são odiados e vem causando mal a 9 milhões de torcedores!
Mas confesso que estou sentindo um mal cheiro nesta história, pois ao mesmo tempo que ele anuncia o seu afastamento, o Gepeto Mor vem fazer propaganda do aporte, não é muita coincidência?
Para mim a água bateu na b… dos caras, pois a reação da torcida foi forte e saiu das redes sociais para as ruas, com a participação maciça até das organizadas.
Estariam eles receosos destas manifestações irem pra porta de suas empresas?
Creio que sim.
De qualquer maneira, Pedro Daniel parece ser um cara mais ponderado e presente no dia a dia do clube, pelo que acompanho, vem até viajando com a delegação. Totalmente contrário do mandatário que só aparecia pra dar tapinha nas costas dos jogadores quando o time ganhava, papagaio de pirata.
Espero que Pedro Daniel tenha a clarividência de enxergar que o clube precisa urgentemente de renovação e não só no elenco, mas também em sua administração e corpo técnico.
Não dá mais pra aguentar Braks, Lucas Gonçalves, CIGA, Pedro Moreira (que ninguém sabe o que faz no clube) e este técnico banana.
Se ele estiver disposto a fazer a renovação, a Massa o apoiará, casso contrário e não se livrar destes incompetentes, morrerá abraça com eles.
“um shopping que na ocasião pagava todo o passivo e ainda sobrava dinheiro para investimento e custeio”
Daonde inventou isso meu filho? Fica feio o blogueiro inventar…
Blogueiro, que mostra a cara, se baseia nas informações publicadas na ocasião. Por isso, tenho cara e nome com sobrenome. Quem tem pseudonimo pode sim desafiar? Não sou covarde, esses usam nomes falsos.
Ô Sr. Blogueiro (senhor, em respeito a sua barba branca), pseudônimo sempre foi aceito na imprensa, na literatura, etc. E em tempos de Alexandres e de jornalistas perseguidores acha mesmo que as pessoas tem que relevar seus nomes? Outra coisa: e se a minha mãe tiver tido um baita mal gosto e este for o meu nome mesmo, não seria meio ofensivo dizer que é um pseudônimo? Isso posto, se o shopping pagava o passivo não tínhamos dívida? Como dito, fica feio inventar. Tem balanço público, facinho de achar e analisar. Certo que é um pouco mais difícil analisar, estudar, se retratar… Mais fácil é o argumento ad hominem…
Não tenho nada parecido com quem tenta me confrontar. A começar pelo nome e o fato de não esconder e apelar para argumentos frágeis. Como no caso mencionado. Quando se omite o mome em matéria jornalística tem como justificativa preservar a vitima ou o acusado. No caso literário, diferente, são obras da criatividade. Fora disso é covardia.
Sugiro que traga os balanços, junto deles sua cara e identificação. Fira disso, lixeira.
Bom dia a todos. Eu NUNCA imaginei que em algum dia da minha vida perderia o tesao e a paixão pelo Galo, sendo que essa paixão pautou de forma relevante a maior parte dos meus 39 anos. A cada dia me pego mais desinteressado pelo clube e pelo próprio futebol, parei de ir no campo, que dizem que é nosso, mas eu continuo a me sentir mais em casa no Mineirão. Daí cheguei à conclusão: eu não deixei de amar o Galo… quando me recordo do passado meu coração bate diferente. O que aconteceu é que essa SAF NÃO é o Clube Atlético Mineiro que amamos. É como se em um casamento a mulher que amamos mudasse totalmente seus gostos e forma de agir do dia pra noite. A fisionomia e o nome são os mesmos, mas a pessoa não.
Acabaram com nossa identidade com o clube. Venderam o shopping que tanto nos orgulhávamos de ser da instituição. Mudaram a sede histórica, onde nos orgulhávamos de passar em frente e mandaram pro isolamento do Califórnia. Fizeram um estádio elitista e em estilo europeu, que NADA tem haver com nossa história centenária. Tiraram a imprensa do CT e perseguiram jornalistas críticos, mostrando que agora o Clube tem dono e não é mais uma instituição democrática.
Pra mim está claro que pegaram o clube na mão grande não por amor (como fez o Pedrinho), mas sim para não entrarem em recuperação judicial, já que são os principais credores. E agora que garantiram isso, estão deixando o clube acabar aos poucos, seja por falta de competência ou por falta de querer colocar a mão no bolso. Usaram o clube até para que o famigerado Vorcaro lavasse parte de sua grana. O estádio que fizeram para elevar o nome da empresa deles, e que tem o nome da empresa deles, não tem nada haver com nossa torcida ou nosso estilo de torcer. É uma aberração de concreto cinza, da esplanada ao interior, onde a acústica é ruim e você não vê nem o céu direito de dentro do campo. Luzes fortes, som mecânico alto com música e propaganda. Camarotes caros e vazios 360 graus ao redor do campo. Estacionamento e demais valores abusivos. Parece que se inspiraram no superbowl americano e esqueceram que estamos no Brasil.
Enfim, vou parar por aqui porque o desabafo não tem fim. Qual a cura pra perda de identidade? Times ruins já tivemos até piores que esse, mas perda do tesao de ser atleticano é a primeira vez que sinto na vida. Talvez teremos que morrer e renascer novamente, com outra administração e no Mineirão novamente, nossa verdadeira casa. Como sonho com esse dia!
Parabéns pela lucidez, Thiago.
Colocou muito bem o sentimento do torcedor. Concordo contigo em tudo.
Pra concluir, penso que essa decisão do Rafael de “se retirar da operação” é o passo inicial para vender a SAF. Resta saber se vai surgir algum interessado, tendo em vista que a dívida atual é o DOBRO de quando éramos uma simples associação centenária. E diziam que estávamos totalmente falidos na época…
Bom dia a todos. Análise muita sensata e realista, complementando muito bem a crônica do Ávila.
Perfeito Thiago. É exatamente isso . O sentimento, é muito pior que a raiva, que essa passa. O desgosto, fica entranhado na gente.
Você trouxe pontos muito legítimos sobre perda de identidade, isso realmente pesa. Mas acho que colocar o estádio como um dos principais problema acaba desviando do ponto central.
O GALO precisava sair da dependência do Mineirão. Os custos são altos, a receita é limitada e o clube não tem controle do próprio negócio ali. No futebol atual, isso é inviável no longo prazo. Ter uma casa própria, como a Arena MRV, é uma necessidade financeira, não um capricho.
O problema, pra mim, não é o estádio, mas sim, é a gestão.
É ela que define preço de ingresso, ambiente, relação com a torcida e uso do espaço. Um estádio pode ser pulsante ou frio dependendo de quem administra.
Então concordo com a crítica à perda de identidade, mas a causa não está no concreto está nas decisões de quem hoje comanda o clube.
Exatamente, é como penso, o problema não é o estádio. No futebol moderno, ter casa própria é necessidade, não luxo. Os grandes clubes europeus mostram que boa parte da receita vem justamente da forma como exploram seus estádios, não só bilheteria, mas também camarotes corporativos, naming rights, shows, turismo, museu, lojas oficiais e experiências premium. A Arena do Galo resolve uma limitação que o Atlético tinha no Mineirão que era a total falta de controle e receita.
E estou de acordo quando voce fala que o ponto central é a gestão. É ela que define preço, ambiente e relação com a torcida. Um estádio pode ser um caldeirão ou um lugar frio depende de quem o administra. Temos que parar de culpar o estádio, nosso problema é GESTÃO.
A FALA LITERAL DE RAFAEL MENIN SOBRE O AFASTAMENTO DO CLUBE
“(…)
“Torcedor do Galo, a partir de agora eu vou me afastar um pouco do dia a dia da operação do Clube por uma necessidade maior da minha presença aqui na MRV, empresa pela qual eu sou o CEO e o responsável…”…
PEDRO DANIEL
“…com a chegada do Pedro a questão operacional passa a estar 100% com ele. O Pedro gente é um cara de referência, é um executivo renomado, eu tenho a convicção que ele é o cara certo para esse momento para o que a gente precisa. ..”…
CRÍTICAS
“…sei das críticas que recebo, entendo muitas delas, discordo de algumas, especialmente quando elas fogem do bom tom ou se tornam desproporcionais, mas faz parte, vida que segue…”…
PARTICIPAÇÃO NA VIDA DO CLUBE
“…eu seguirei presente na Arena na cidade do Galo como membro do Conselho e próximo como eu sempre estive do Galo, mas a partir de agora sem a participação no dia a dia da operação…”…
COMO FICA
“… o Galo segue com uma estrutura definida com clareza de papéis e responsabilidades e assim que tem que ser o Clube e assim que vai funcionar daqui para frente. Torcedor, eu sei que o momento tá muito difícil, tá doído mesmo, mas eu acredito demais que com a união e a força da Torcida a gente vai conseguir valeu gente”…”…
COMENTÁRIO (DE SILAS GOUVEIA DO CANAL FALA GALO)…
De acordo com as informações apuradas por Silas, os dois reais motivos para a saída de Rafael Menin são:
MOTIVO 1: PRESSÃO INSUPORTÁVEL E CRÍTICAS
A família Menin não estaria mais suportando a gigantesca pressão interna, as constantes críticas e a insatisfação com o rumo das coisas no clube. Silas destaca que a situação ficou insustentável e a família decidiu que era hora de “dar um tempo”.
PREPARAÇÃO DA SAF PARA VENDA FUTURA (INVESTIDOR ESTRANGEIRO)
Para Silas, o afastamento de Rafael não é apenas “para inglês ver”, mas o início de um “projeto bem maior” em execução…
O plano real da família Menin ao entregar o comando das operações ao CEO Pedro Daniel é organizar as finanças, reperfilar as dívidas e deixar a empresa (SAF) financeiramente saudável e atrativa…
O objetivo final e verdadeiro desse distanciamento é preparar o terreno para atrair um investidor estrangeiro e vender parte (ou até a totalidade) das ações da SAF, repassando o comando do Atlético-MG adiante nos próximos anos…
A conferir…