ESQUENTA: Entre os quatro grandes da história do Mundial

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Que pese os 16 anos de ausência nos Jogos Olímpicos (1996-2012), a grave crise interna da liga nacional na década passada e o vexame de precisar de convite para não ficar fora de um Mundial pela primeira vez, a Seleção Brasileira Masculina de Basquete merece respeito na Copa do Mundo, que começa neste sábado, na Espanha.

Se não fez por merecer prestígio nos últimos 20 anos, pelo menos a história coloca o Brasil entre os primeiros. Pelos números, o Brasil é uma das quatro maiores forças do basquete mundial, rivalizando, em termos de títulos e recordes, com Estados Unidos e as extintas União Soviética e Iugoslávia.

A Seleção Brasileira tem dois títulos Mundiais (1959 e 1963) e é o único páis, ao lado dos EUA, a participar das 17 edições (1950-2014). É segundo em número de aparições entre os quatro primeiros (8, ao lado de Iugoslávia e URSS), superados pelos norte-americanos, com 13. Também é a segunda seleção que mais fez jogos (126), atrás dos EUA (140). Os brasileiros também foram um dos três únicos anfitriões a levantar o título em casa, em 1963. Apenas Argentina (1950) e Iugoslávia (1970) alcançaram o feito.

Dois jogadores foram escolhidos como  MVP, Amauri Pasos (1959) e Wlamir Marques (1963). Wlamir é o maior medalhista (2 ouros e 2 pratas) ao lado do iugoslavo Kresimic Cósic. E Oscar Schimidt é o maior pontuador (843) e o atleta com mais partidas (35).

Fica aí alguns aperitivos para o Mundial, que começa neste sábado. A estreia é contra a desfalcada França, às 13h (de Brasília).

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