Brasil perde para a Rússia, mas pode reencontrar algoz na final

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A exemplo da decisão olímpica, o Brasil esteve a um set de vencer, mas cedeu a virada à Rússia, que fez 3 a 2, e largou na frente na fase final da Liga Mundial.

Independentemente do resultado, os dois times ainda são favoritos (meus, pelo menos) para a finalíssima, domingo, às 20h, em Mar del Plata. Bastam os russos confirmarem o favoritismo diante do Canadá, hoje, assim como o Brasil, amanhã. Os dois são mais times do que os três rivais da outra chave — Argentina, Itália e Bulgária.

Vissotto sentiu a virilha e saiu na metade do terceiro set. Wallace, o substituto, foi o maior pontuador (13), ao lado de Lucarelli e Lucão, principal bloqueador do jogo (seis). Os dois últimos foram os destaques do time.

Se em Londres, o algoz foi o gigante Muserskiy, central adaptado de oposto, ontem os russos tiraram outro coelho da cartola: o jovem Ilia Zhilin, que entrou no fim do terceiro set e acertou três aces seguidos no início do quarto, que mudaram o panorama do jogo.  Os russos, mais uma vez, usaram o fundamento que tem de melhor: o saque.

O maior pontuador foi o oposto Pavlov, com 27 pontos. Ele é um dos três pontuadores da Liga Mundial. Estatísticas do jogo aqui.

UPDATE 22/7: Conforme havia escrito no post, Brasil e Rússia confirmaram o favoritismo e se enfrentaram na decisão, enste domingo. No entanto, ao contrário do equilíbrio do primeiro jogo, os russos dominaram o Brasil, vencendo por 3 a 0 (25/23, 25/19 e 25/19). O time russo se consolida como adversário a ser batido no novo ciclo olímpico.

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