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Dani Costa é jornalista por profissão e mãe de pets por amor. Sempre antenada para trazer notícias quentinhas sobre a bicharada. Ativista contra os maus-tratos a animais domésticos, silvestres e exóticos.

Cão é velado pelos donos e viraliza na internet

Velório de cãozinho foi realizado na cidade  de Ilhéus, na Bahia. Foto: Facebook / Serumaninho Mil Grau

Por mais que muitas pessoas ainda não entendam o sofrimento gerado pela morte de um animal de estimação, para os donos a dor  é real  e marcante. No último dia 7, as imagens divulgadas nas redes sociais de um cãozinho sendo velado na cidade de Ilhéus, no litoral da Bahia, geraram críticas mas também muita emoção. Afinal, qual seria o limite para se expressar o sentimento de perda?  Na ocasião, o caixão pequeno onde o pet foi cuidadosamente  colocado estava todo enfeitado de flores.  Entre lamentos pela morte  e comentários de desaprovação, o fato é que a morte de um ente amado, seja ele de qual espécie for, é uma das dores mais intensas que um indivíduo pode experimentar. Segundo a psicóloga Maíra Simeão, em se tratando de um bicho, ainda há o agravante de também ter que se lidar com o preconceito.

Para ela, o luto se dá de várias formas, sendo uma reação natural diante da perda de algo muito significativo na vida de alguém. Quem nunca sofreu diante da perda de um emprego, de um namorado, de um amigo, da morte de um familiar. Os motivos são vários e únicos para cada um, gerando desordenadas reações físicas, psicológicas e emocionais. “São inúmeros os sentimentos que podem eclodir nestes momentos. Indo desde a negação, a raiva, a revolta, a saudade e a necessidade de suprir a falta da figura perdida”, diz.

E explica que lidar com as emoções, em um momento de intensa dor, não é tarefa fácil. Muito menos superar  sentimentos de culpa, desamparo, solidão, depressão. Daí a importância de buscar ajuda junto a amigos, familiares, grupos de apoio, religião e é claro, profissionais especializados. Isto porque muitas pessoas só sentem que precisam de ajuda quando percebem que o luto está muito prolongado.  O importante é não ter medo ou vergonha de sofrer e muito menos de se deixar socorrer quando necessário.

Fonte: Portal do Dog 

 

 

 

 

 

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