Quando o sofrimento parece maior que nós mesmos

 

Os momentos de dificuldade não duram para sempre, ainda que diante dos problemas a sensação que temos é a de que eles são intermináveis, a verdade é que eles também chegarão ao fim.

Todo acontecimento tem um tempo certo de duração, tempo esse que não é medido em dias ou anos, mas sim de acordo com o ensinamento que traz contido em si e que deve ser acrescentado a nossa alma.

Sendo assim quando absorvemos determinada experiência e amadurecemos com ela, ela deixa de ter uma função e por isso deixa de existir, dando lugar a algo novo que ainda precisa ser vivenciado.

Não adianta ter pressa e querer que tudo aconteça rapidamente, a vida tem seu próprio ritmo e seus próprios meio de encerrar um ciclo para iniciar outro. As coisas começam a ir para o lugar quando estamos amadurecidos o suficiente para nos adaptarmos a elas.

Cada dificuldade que enfrentamos desperta em nós um novo potencial, revelando a nossa força interior, nos fazendo descobrir peculiaridades a nosso respeito que desconhecíamos e aflorar habilidades que nem imaginávamos. É justamente nos momentos de crise que nos redescobrimos e olhamos para nós mesmos com olhos de surpresa, pois percebemos diante do “impossível” que nossos limites e capacitações vão muito além do que julgávamos.

É nesse momento que voltados para dentro de nós aprendemos a reconhecer nossas limitações e todo o poder de realização que possuímos.

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A importância do convívio familiar

 

A família é a primeira sociedade que convivemos e que levamos por toda vida, portanto, base para a formação qualquer indivíduo. É no convívio familiar que aprendemos, um com o outro, a respeitar, partilhar, ter compromisso, disciplina e a administrar conflitos. É inegável que cada um carrega um histórico de experiências, aprendizados e lembranças que apresentarão reflexos por toda vida.

Uma das instituições mais antigas, a família é pilar de sustentação para todos, afinal é nela que aprendemos a conviver e interagir com o mundo em que nos cerca, além de sermos preparados para a vida. Uma família cercada de amor, paciência, respeito e cumplicidade educa e forma indivíduos seguros e aptos para o convívio social.

As lembranças da infância, que são porções de alegria, que são levadas sempre na recordação e coração. Momentos simples, seja de conversas ao redor da mesa, podem proporcionar vínculos de confiança entre pais e filhos e fortalecer os laços familiares. Brincar juntos, permite muito além de risadas, permite vivenciar novas experiências.
Ter um bichinho de estimação pode proporcionar senso de responsabilidade. Brincar com os primos conscientizarão sobre a importância ao respeito pelo próximo. Enfim, são inúmeras oportunidades que a família tem de formar um indivíduo feliz.

Sabe aquele cheiro de café que lembra o colo da vovó? A canção que sua mãe cantava para você antes de dormir? A brincadeira que você tanto se divertia com seu pai? São essas lembranças que permitirão que a pessoa seja segura, alegre, agradecida. Observe os pequenos e fundamentais detalhes para se ter uma vida plena de contemplações e gratidão.

O papel da família vai além o de ensinar o que é certo e errado, é formar indivíduos afetuosos, conscientes, tolerantes, pacientes, respeitosos, auto-confiantes e felizes!

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Tristeza no Natal

 

 

Para muita gente, dezembro é o mês em que se avalia o que foi realizado – ou não – ao longo do ano. A parte do “ou não” tende a ser um problema para quem sofre de depressão ou ansiedade. Muitos se queixam da sensação de frustração e impotência diante dos objetivos não alcançado

A depressão vem ou se agrava por questões como luto (a época reflexiva pode trazer de volta a dor da perda de alguém querido ao longo do ano) e problemas com a família – seja pelo fato de estar longe de parentes queridos ou por não querer estar junto de um núcleo familiar desunido que só se reúne para manter as aparências.

Famílias desagregadas que se encontram na época das festas trazem à tona sentimentos que foram deixados de lado ao longo do ano. Aí é preciso lidar com a frustração de não ter uma família unida.

Para quem já sofre de ansiedade, o acúmulo das funções profissionais e pessoais com compromissos extras (reuniões de fim de ano com colegas de trabalho e de cursos, por exemplo) e preparativos para as festas em si (com compra de presentes e organização de ceias e almoços, entre outros detalhes) pode trazer desconforto.

A falta de um planejamento prévio transforma situações simples em desafios para o controle da ansiedade. Qualquer que seja o motivo, o enfrentamento dos sentimentos é inevitável.

Se você estiver nessa situação:

Procure ajuda especializada: profissionais da psicologia ou da psiquiatria pode ser o ponto decisivo para a manutenção da sua saúde emocional. Não tenha receio nem vergonha: peça indicações a amigos e vá de coração aberto resolver suas questões pendentes.

Não seja tão rigorosa com as metas não atingidas durante o ano que está terminando: nem sempre conseguimos fazer o que queremos dentro do período planejado, pois as circunstâncias podem alterar tudo contra a sua vontade. Recalcule sua rota e bola pra frente!

Não queira fazer tudo sozinho: decoração, elaboração do cardápio, compras de presentes… São muitas tarefas no fim do ano. Para que você comece o ano novo com a saúde mental preservada, delegue um pouco desses afazeres para amigos e parentes. E não faça comparações do tipo “eu teria feito melhor”. Relaxe.

Saiba dizer “não”, entregue e confie!

 

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Desapego

 

 

É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade. A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós devemos aprender a desenvolver.

Praticar o desapego não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano.

Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.

As pessoas vão embora, as crianças crescem, alguns amigos somem e perdemos alguns amores… Tudo isso faz parte do desapego. Temos que aprender que isso é normal e enfrentar essa situação com tranquilidade e coragem.

O que nunca pode mudar é a sua capacidade de amar. Comece sempre por você mesmo.

 

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Avaliação Neuropsicológica

Thaís Caram – Psicóloga Clínica, CRP: 04/35.247   

Mestranda em Neuropsicologia do Desenvolvimento, Formação em Avaliação Neuropsicológica. 

O que é uma avaliação ou teste neuropsicológico?

É uma avaliação sistemática da relação entre comportamento e o cérebro. É um diagnóstico diferencial, um método de exame, que avalia a integridade do funcionamento cerebral e especificar as dificuldades observadas no cotidiano a nível psicológico ou neurológico.

Essa avaliação funciona como um teste de hipóteses e que através de técnicas de entrevistas, observação comportamental e aplicação de testes normatizados para verificação dos domínios cognitivos como  a memória, atenção, linguagem e inteligência.

A avaliação responde as seguintes questões:

  • o que a pessoa tem?
  • Por que está acontecendo isso?
  • Quanto isso afeta a pessoa?
  • Como a vida da pessoa está sendo prejudicada?

 

Ela quantifica os déficits, entende as estratégias compensatórias, os impactos no cotidiano e a funcionalidade da pessoa. Com ela é possível planejar uma intervenção individualizada para cada paciente.

Público alvo: pessoas de todas as faixas etárias que apresentam questões disfuncionais no seu dia-a-dia como, por exemplo, dificuldades comportamentais, de aprendizagem, de memória ou desregulação emocional.

Tempo de duração: a avaliação dura em torno de 7 sessões, com duração de 1 hora a 1 hora e meia cada.

Na primeira sessão é realizada uma entrevista com o objetivo de conhecer a história da pessoa e entender as dificuldades por ela apresentada e hipotetizar o que está acontecendo.

Nas sessões seguintes são realizados os exames, que consistem em testes psicológicos, comportamentais e neuropsicológicos.

Na última sessão, chamada de devolutiva, ocorre a entrega do relatório que contém os resultados, a sua interpretação e impactos na vida da pessoa.

Produto da Avaliação: relatório de avaliação neuropsicológica com os resultados e encaminhamentos para o melhor tratamento.

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Quem tem medo de agulha?

 

 

Pode parecer frescura ou bobagem, mas medo de agulha exagerado é uma fobia real e afeta de 3% a 10% da população mundial. As pessoas que sofrem dessa fobia só de pensar em coisas perfurantes, como uma agulha para doação de sangue, por exemplo, começam a passar mal, têm uma resposta imediata intensa de ansiedade.

O problema pode ficar tão sério com o tempo e apresentar os seguintes sintomas:

😖Sensação de desmaio

❤Taquicardia

😱Falta de ar, boca seca, tremores, náuseas

🤯Pensamentos assustadores e imagens sobre agulhas, morte, dor e etc,

😲Incapacidade de distinguir entre realidade e fantasia

Com relação às causas que levam a desenvolver o medo de agulha podem surgir de diversas maneiras. Lembranças traumáticas da infância, associadas a agulhas, são bons exemplos disso. Também ter presenciado alguém morrer depois de uma injeção ou receber um resultado positivo, de alguma doença grave após fazer exame de sangue.
Além disso, se alguém usar o objeto como ameça ou castigo (do tipo,“se você desobedecer vou te dar uma injeção”) é possível que a criança desenvolva esse medo irracional. Por isso é tão importante filtrar o que dizemos às crianças.

A boa notícia é que tem tratamento e cura. Para se livrar do medo de agulha, é recomendado sessões de terapia de EMDR em que o paciente faz um reprocessamento de lembranças traumáticas e consegue reduzir a perturbação que isso trás para a superação e cura.

✔Quer saber mais? Entre em contato com a Clínica Vida&Mente.

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Sessão de cinema: A Máfia no Divã e o ataque de Pânico

No filme “A máfia no divã ” Paul Virei, interpretado por Robert De Niro, é um poderoso mafioso que escapa de um atentado no qual um amigo morre. Pouco depois do fato, enquanto conversava com outro membro da máfia, ele apresenta uma crise súbita, em que sente intensa falta de ar e é levado para um serviço de emergência. Ele acredita ser um ataque cardíaco, mas o médico, após realizar exames, confirma ser um ataque de Pânico.

Assim como no filme, o primeiro episódio se pânico geralmente  em períodos de maior estresse. você já deve ter ouvido muito falar em “crise ou ataque ou síndrome do Pânico”, mas sabe quais são seus sintomas?

  • Um ataque de Pânico é uma crise de ansiedade intensa de início abrupto e de curta duração ( de 5 até no máximo 20 minutos).
  • Os principais sintomas são: falta de ar, vertigem, sensação de desmaio, taquicardia, sudorese, náusea e, formigamento, ondas de calor ou frio no peito.
  • Além dessas alterações fisiológicas, a pessoa pode perceber uma sensação de estranheza em relação a si mesmo e acreditar que está em risco, que vai morrer.

Os ataques de Pânico pode ser sintomas de Transtorno de Pânico, de alguma fobia específica, como a fobia social ou ainda sintoma no transtorno de estresse pós traumático.

O filme é uma comédia, mas ilustra bem os sintomas que a princípio são semelhantes à um ataque cardíaco. E na vida real, isso não é nada divertido… Precisa e pode ser tratado através de ajuda psiquiátrica e/ou psicológica!

Fica a dica de um filme para informa e diverte!

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Como se transformar em tudo que você pode ser

 

A psicoterapia é uma grande aliada para quem busca a melhora de aspectos emocionais. Ter o acompanhamento de um psicólogo pode trazer transformações significativas em sua existência, independente do motivo que o motivou a iniciar o processo terapêutico.

Segundo pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 23,9% dos brasileiros apresentam algum transtorno de ansiedade. Além disso, a depressão acomete 5,8% da população brasileira. Estes dados apontam a importância do cuidado à saúde mental e também despertam uma reflexão acerca dos gatilhos responsáveis pelo nosso mal-estar de modo geral, que pode ser combatido e compreendido por meio do autoconhecimento.

Traumas como a morte de um ente querido ou um abuso sexual, doenças médicas, e desordens emocionais como a depressão e a ansiedade tornam a psicoterapia necessária.

Porém, a psicoterapia também pode ser buscada pelo desejo de nos conectarmos com nós mesmos, e por pessoas que queiram se conhecer melhor. Veja algumas situações que podem indicar que está na hora de iniciar um tratamento psicológico:

  • Você se sente triste e solitário por longos períodos de tempo
  • Você não consegue resolver seus problemas mesmo com esforço e a ajuda de amigos e familiares
  • Você não consegue se concentrar no trabalho e focar em outras atividades do dia a dia
  • Você se preocupa excessivamente, e sempre espera o pior, estando constantemente tenso
  • Suas ações prejudicam você e aos outros.

Algumas pessoas podem lidar melhor com seus respectivos dilemas, e outras não, e isto não significa que seja fraco. Todos nós nascemos com uma identidade singular, tendo limitações e qualidades específicas.

Buscar a psicoterapia é um ato de coragem, pois olhar para nossos “monstrinhos internos” e desapegar, reduzir o tamanho e o poder  que eles têm sobre nós ou até msmo mandá-los embora requer a nossa permissão. Uma permissão para lidar com as nossas partes que sofrem, nossa fragilidade.

Escolher iniciar a terapia também é uma prova de amor próprio, uma decisão poderosa de busca por mudança interna, já que você reconhece que o que têm feito sozinho até agora não tem obtido resultados satisfatórios.

Se você precisar de iniciar ou continuar a sua viagem em busca de seu conhecimento, conte conosco!

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Como ajudar alguém que está deprimido?

 

 

Depressão é uma condição séria que afeta milhões de pessoas e, apesar de cada dia termos mais informações sobre isso namídia, muita gente desconhece a doença, até porque ela vai s emanifestar de diferentes formas, já que cada indivíduo é único e tem uma história de vida singular.

Para entender melhor como se sente uma pessoa deprimida é necessário falarmos um pouco de autoestima. Desde a infância buscamos a aprovação e a validação dos outros. Isso faz parte do processo natural de crescimento e, com o amadurecimento, devemos ser capazes de reconhecer nossos valores e limitações, à despeito da opinião dos outros.

Na depressão, a baixa autoestima torna-se um problema, pois o deprimido tem sentimentos contínuos de ansiedade, inutilidade e inferioridade. A negatividade torna-se uma das características principais de seu pensamento, gerando julgamentos duros a respeito de si mesmo, além das sensações de desamparo e culpa.
É bastante difícil para quem passa por isso e também é muito desgastante e frustrante conviver com alguém deprimido. Muitas vezes, um amigo ou familiar sentem-se impotentes, não sabem como ajudar.

Neste artigo vou dar algumas sugestões sobre o que fazer para ajudar um amigo/parente que está deprimido. É importante lembrar que a depressão é tratável e que seu conhecimento pode ajudar quem precisa a superar os sentimentos paralisantes da depressão.

 

1.Não julgue ou critique.
A Depressão geralmente caracteriza-se por ideias de ruína e desesperança. O deprimido internaliza as situações ruins, perdendo a capacidade – parcial ou total – de enxergar as coisas de uma forma mais positiva. Não raro, quem tenta ajudar tem a tendência de falar coisas como: “anime-se!”, “você precisa sair disso!”, “você está exagerando…” e, muito rapidamente, passa para a etapa de julgamentos e críticas: “você está assim porque não se esforça o suficiente”, “se trabalhasse ou se ocupasse, estaria melhor”, “se continuar pensando assim, nunca melhorará!”.

Muita atenção para não cair nesta armadilha! Julgar o deprimido desta forma apenas aumentará seus sintomas. Ele precisa de apoio e orientação para procurar tratamento.

2. Seja paciente.
Sei que você quer ajudar e ver sua pessoa querida sair da depressão o mais rapidamente possível, mas o processo de recuperação é, geralmente, mais longo do que todos gostariam. Seja paciente com seu familiar/amigo. Sua paciência permite que eles saibam que você estará lá, não importa quanto tempo leve para eles se recuperarem.

3. Não minimize a dor deles.
Minimizar a dor de quem sofre de depressão pode invalidar e desvalorizar as emoções que ele sente. Permita que ele fale da tristeza dele com você, entendendo que você não precisa resolver o “problema” para ele.É necessário apenas ouvir e acolher.

4. Concentre-se em pequenos objetivos.
Quando alguém está sofrendo de depressão, pode sentir-se inútil até mesmo a tarefa mais simples. Elogiar suas realizações diárias, mesmo que pequenas, irá ajudá-lo a recuperar seu senso de realização e a se sentir mais motivado para assumir tarefas maiores e retomar suas rotinas regulares.

5. Aprenda o máximo que puder sobre depressão.
Compreender as causas da depressão irá incentivar a empatia. Você poderá entender o que está acontecendo com quem vivencia a dor da depressão. Além disso, aprender os sintomas da depressão o ajudará a reconhecer os sinais frequentemente imperceptíveis e permitir que você ofereça seu amor e apoio desde os primeiros estágios.

E lembre-se sempre que você pode contar com ajuda especializada, como psicólogos e psiquiatras da Vida&Mente!

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Dona-de-casa: ser ou não ser?

 

 

Elas estudaram, se especializaram, construíram uma carreira bem-sucedida, ganharam dinheiro e, como consequência disso, a possibilidade de comprar o que quiserem, viajar e curtir tudo aquilo que feministas norte-americanas almejavam quando planejaram queimar sutiãs.

E, após tantas conquistas, decidiram abrir mão da independência e da autonomia financeira para fazer o caminho inverso: em vez de sair de casa para trabalhar, muitas mulheres vêm abdicando da profissão para assumir os cuidados com o lar e as crianças. Embora ainda não haja nenhum dado estatístico, sabe-se que o nascimento do primeiro filho é o fator preponderante dessa decisão feminina.

Infelizmente, as pessoas ainda têm a visão estigmatizada e antiga da rainha do lar dos anos 60. Um dos principais enganos é achar que uma dona de casa, hoje em dia, precisa esperar o marido retornar do trabalho para tomar decisões.

O fato de a mulher não investir na carreira e usar o salário do marido não a coloca necessariamente como submissa a ele. Pode se tratar de uma escolha dela e do casal e que precisa ser respeitada.

Pense nisso! Diga-nos como se sente a respeito disso.

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