Fim do Giro

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Veio o domingo e com ele chegou ao fim a “edição do renascimento” do Giro d’Italia, não o das bicicletas, mas o dos carros de corrida. Foram cinco dias, passagens pelos autódromos de Monza, Imola, Mugello, Modena (recém-inaugurado), Magione e o fim em Vallelunga, traçado romano. Tudo recheado com várias provas especiais em estrada, na melhor tradição do rali, totalizando 1.600km, ou mil milhas, exatamente para homenagear a histórica Mille Miglia.

Pois se os três primeiros dias foram marcados pelo domínio da Lamborghini Gallardo de Antonio Forato, Ivan Gasparotto e Riccardo Bianco, os problemas mecânicos em Imola tiraram a liderança do trio, e deram a Andrea Gagliardini e Michele Pitorri a chance de se impor com uma Porsche Cayman. E o melhor de tudo é que, depois dessa distância toda, pouco mais de um minuto separou os dois primeiros. Vallino e Fraschia completaram o pódio, com um Seat Leon.

Bem verdade que a ocasião de festejar os 150 anos da unificação da Itália foi o principal motivo para o ressurgimento da prova, mas o sucesso desta edição deve garantir sua permanência no calendário. Tomara que sim… E bem que a ideia podia ser “imitada” por estas bandas. Imagine por exemplo sair do Rio, passar por Interlagos e chegar em Curitiba… Olha que dá…

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